Category: Terceira Idade
Muda sociedade, muda!
Posted by Ivan Postigo on mai.03, 2012, under Carreira, Crise Econômica, Econegócios, Economia, Educação, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Governo, Lojas, Marketing, Marketing Online, Mídias Sociais, Moda e Vestuário, Mulheres, Oportunidades, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Saude e Bem-Estar, Sustentabilidade, Tendências, Terceira Idade Comente
A esperança que coloco uns em movimento, imobiliza outros.
Uns dirão “quisera ter para poder crer”, outros “quisera poder crer para ter”, e assim o vazio se instala e a voz se cala.
Que se faça a mudança pela fé, dirão os determinados. E o que é a fé?
HHermann Hesse, sempre genial, ensina:
“A fé, como eu a entendo, não á fácil de traduzir em palavras. Talvez possa ser assim expressa: Creio que, apesar do seu absurdo patente, a vida ainda assim tem um sentido; eu me resigno a não poder perceber este sentido com a razão, mas estou pronto a servi-lo, mesmo que para tal tenha que me sacrificar. A voz desse sentido , ouço-a em mim mesmo, nos instantes em que estou completa e verdadeiramente vivo e alerta. O que a vida exige de mim nesses instantes, quero tentar realizar, mesmo indo contra os padrões vigentes e as leis comuns. Ninguém pode ter essa crença sob imposição, nem se forçar a ela. Só pode vive-la.”
A fé cria o homem, que cria a vida. Vida não como existência, mas como manifestação em exercício.
Glamorosa, simples, complexa, na vida caminhos se abrem, ora aceitos, ora rejeitados.
Todos expressões da voz do homem, cuja muda sociedade, muda.
O vídeo Schlock, um jeito novo de viver? é uma reflexão sobre sociedades e suas crenças, que de forma direta materializa sua visão, beneficiando ou não seus integrantes.
Use o link para acessá-lo: http://www.youtube.com/watch?v=5U18ulJMia0&feature=youtu.be
Carregando Pensamentos
Posted by Ivan Postigo on abr.30, 2012, under Carreira, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Liderança, Mídias Sociais, Oportunidades, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social, Sociedade, Sustentabilidade, Terceira Idade Comente
Nossa autocrítica regula nosso comportamento e impede os excessos, mas também quando exagerada nos inibe e impede de seguir em frente.
Quando não nos julgamos bons suficientes para agir, bloqueamos nossa disposição para ação ou passamos um tempo enorme nos castigando por algum erro.
Errar é humano e a possibilidade de tentar novamente é que permite a busca da perfeição pela repetição.
O erro nos torna mais reflexivos, afinal descobrimos que somos falíveis e não seres com superpoderes. A possibilidade do erro é que nos leva a refletir antes de agir. Isso nos torna precavidos, mais sensatos, mas também mais temerosos.
Entender os limites e romper essa barreira costuma ser um ato de bravura!
O erro, contundo, não se dá apenas pelo ato ou fato, mas também por julgamento, contrariando determinados costumes ou convicções.
O tribunal de nossas mentes costuma ser severo. Quando despreparados para a defesa, recebemos a pena máxima: reclusão.
Nessas situações fica instalado o alarme da conduta, que soa ao menor desvio. Como castigo, a lembrança constante. Assim, carregamos o peso das nossas culpas.
Uma reflexão sobre o tema pode ser vista no vídeo: Carregando Pensamentos.
Esta é uma das histórias que integra nossa Coleção de Vídeos: Só Conto Pra você
Para assisti-lo clique no link : http://youtu.be/WbqrjP-Tn6g
Só Conto Pra Você é uma coleção de vídeos produzida pela Professora Rosangela Maria Eneas e por Ivan Postigo, com gotas de conhecimentos para a vida e para gestão das empresas.
Sabedoria é como os grandes castelos construídos com pequenas pedras que resistiram ao tempo.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
ivan@postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Universitários, vocês que estão desenvolvendo ou ainda terão que fazer o TCC, assistam os Vídeos:
Projetos de Pesquisa: Janela para uma sociedade Humanitária
http://www.youtube.com/watch?v=FDZoH5gOyNk&feature=youtu.be
Modalidades de TCC: A escolha é sua
Saudade, simplesmente saudade
Posted by Ivan Postigo on set.23, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Mídias Sociais, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social, Terceira Idade Comente
Uma criança de dez anos dispara contra a professora. Ferido também, sinto:
Saudade, simplesmente saudade
Saudade do tempo que criança era uma criança.
Saudade do tempo em que alunos se encantavam com os professores ( melhor não dizer se apaixonavam, porque hoje em dia isso tem outra conotação)
Saudade do tempo em que matar era pecado, não precisava ser crime para o ato ser contido (Leia mais…)
Boas ideias de negócios para a terceira idade
Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Idéias, Oportunidades, Terceira Idade Comente
R$ 100.000
41. CASA DE REPOUSO
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 70.000 (imóvel com, pelo menos, cinco quartos, reformas, equipamentos médicos, cadeira de rodas, andarilho, maca, itens de farmácia, móveis sob medida e 10 leitos)
CAPITAL DE GIRO: R$ 30.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 45.000
FUNCIONÁRIOS: 8 (o dono, 2 enfermeiras, 2 técnicos de enfermagem, 2 cozinheiras e 1 faxineira)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
Espaços em estilo residencial, com tratamento mais próximo das hospedagens, são uma tendência para o setor
Brasileiros acima de 60 anos representam hoje 10,5% da população, ou seja, 19 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE. Essa proporção vai aumentar — e muito. Pelas projeções do IBGE, se em 2008 havia 26 pessoas com mais de 65 anos para cada 100 com até 14 anos, em cinco décadas a relação será de 172 idosos para cada 100 crianças.
O crescimento da população idosa abre oportunidades em várias frentes, entre elas, a oferta de serviços de casa de repouso. A rede Casa da Vila Mariana, de São Paulo, existe há mais de 30 anos. O grupo reúne cinco unidades, todas localizadas no bairro paulistano. “Uma das tendências atuais é a de um espaço estilo residencial. Inauguramos em 2009 uma afiliada apenas para atender as pessoas lúcidas. O local parece uma pousada, com suítes individuais”, afirma Cássio Salama, 49 anos, dono da empresa. As demais unidades da rede são voltadas para pacientes que necessitam de cuidados médicos.
Os hóspedes da casa-pousada têm demandas diferentes daqueles com problemas de saúde. São pessoas que procuram companhia e atenção. “As mulheres pedem ajuda das funcionárias para ficar mais bonitas e os homens gostam de serviços cuidadosos”, diz Salama. As hospedagens modernas ajudam a quebrar a imagem difundida pelos antigos asilos, onde pacientes e internos sem necessidade de cuidados médicos conviviam no mesmo local. Para Salama, o próprio idoso começa a mudar seu conceito em relação aos novos espaços. “Nas casas de hoje, há convivência e assistência integral, algo que a pessoa pode não ter muitas vezes em sua própria residência.”
As cinco unidades da Vila Mariana faturam cerca de R$ 4 milhões por ano. São 112 pacientes e hóspedes. A casa-pousada trabalha também com o sistema day use, no qual o idoso pode passar o dia no local e voltar para seu lar no fim do período. “É uma maneira de a pessoa se acostumar com o residencial e desmistificar as ideias erradas sobre o espaço. Temos também a estadia por temporada”, diz Salama.
O custo inicial de até R$ 100 mil para se investir em um residencial para dez hóspedes decorre das adaptações necessárias. Há normas da Anvisa, do Corpo de Bombeiros e de órgãos das prefeituras que determinam até mesmo o grau de inclinação das rampas de acesso e a largura dos corredores. Para o dono da Casa da Vila Mariana, as boas perspectivas desse mercado compensam os custos.
R$ 200.000
42. HOME CARE
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 100.000 (material cirúrgico, medicamentos, equipamentos como suporte para soro, ventilação, oxigênio, cadeira de rodas, telefone celular, linha telefônica, computador com internet, software de gestão e carro para transporte)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 40.000
FUNCIONÁRIOS: 9 (o dono, 1 médico, 1 enfermeiro, 1 farmacêutico e 5 técnicos)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
A população com mais de 60 anos movimenta R$ 255,6 bilhões por ano, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) — e o seu poder aquisitivo tem crescido muito. Segundo o IBGE, o rendimento mensal dos idosos que vivem nas cidades passou de R$ 447 em 1991 para R$ 739 em 2000.
Investir em produtos e serviços para essa faixa etária de brasileiros tende a ser cada vez mais atraente. A prestação de serviços em domicílio aparece como uma das principais promessas de bom negócio, principalmente para consumidores da classe A. “O segmento de home care não enfrentou crise no ano que passou”, afirma Diego Dótoli, diretor geral da Dal Ben Home Care, que oferece assistência de enfermagem em casa. A empresa dobrou o número de pacientes em 2009 (de 24 para 48) e espera terminar o ano de 2010 com 100. Em média, cada paciente mobiliza pelo menos cinco profissionais técnicos em turnos de 12 horas.
De acordo com Luiza Watanabe, fundadora da Dal Ben, uma das exigências para quem quer abrir um negócio de home care é atuar de forma coordenada com médicos e planos de saúde. A equipe precisa ter um profissional técnico ou de nível superior na área da saúde habilitado junto ao respectivo conselho profissional e é necessário seguir as regras da Anvisa. Entre as normas da agência, destaca-se a necessidade de alvará expedido pelo órgão sanitário competente, a elaboração de um manual de funcionamento interno e o envio de relatórios periódicos da situação do paciente ao médico. Formar uma boa rede de relacionamento com os médicos e divulgar os serviços em hospitais também é fundamental para quem deseja atuar no mercado.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online












