Tag: liderança
À Procura de Um Líder de Projeto
Posted by Maurício de Oliveira on jan.27, 2012, under Gestão Comente
Trabalhar em projetos em que você e os colaboradores acreditem e dêem tudo de si é a forma mais potente de tirar rendimento da sua equipe. Contudo para criar entusiasmo e dedicação o líder terá de alinhar as suas percepções e as suas preferências. A liderança é a função que assegura a autodeterminação do grupo. Permite a um coletivo mobilizar capacidades, conjugar vontades e direcionar as ações a realizar no quadro dos interesses da empresa. A aceitação do líder na equipe constitui uma ferramenta indispensável ao eficaz exercício da liderança. Ser visto de forma atrativa e ser preferido enquanto líder solicita-lhe garantir nos colaboradores uma imagem pessoal pela qual estes o vejam: determinado a protagonizar ações, capaz de integrar as diferentes potencialidades e interesses e providenciar a concretização oportuna dos resultados. (Leia mais…)
Sucesso, poder, fama e glória
Posted by Ivan Postigo on jan.18, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Gestão, Negociação, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social, Sustentabilidade Comente
Todo tipo de trabalho, dos bens deTodo tipo de trabalho, dos bens de consumo à arte, para continuidade, é necessário que tenha sucesso. Sem sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro, não é possível dar prosseguimento.
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: – É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos. (Leia mais…)
Os males da omissão e da incompetência
Posted by Ivan Postigo on jan.04, 2012, under Administração, Economia, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Marketing, Negociação, Recursos Humanos Comente
É comum ouvirmos que o grande problema nas empresas são os pontos de incompetência.
Incompetência significa inabilidade, inaptidão.
Omissão significa deixar de fazer, dizer, não agir quando se esperaria que o fizesse.
Vamos analisar uma situação de conflito:
A empresa Balburdia Ltda. tem um pedido para atender. (Leia mais…)
Liderança, Motivação… Mas Cadê o Meu?!
Posted by Maurício de Oliveira on dez.26, 2011, under Sem categoria Comente
Max Weber, escreveu há muitos anos um livro chamado The Theory of Social and Economic Organization (A teoria da organização econômica e social). Neste livro, Weber enunciou as diferenças entre poder e autoridade, e essas definições ainda são amplamente usadas hoje. Poder, na sua concepção, é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer. Todos sabemos como é o poder. Quase todo mundo já o sentiu pegando pesado na suas costas. Tipo assim: “Faça isso ou será despedido”, “Faça isso agora ou suspendo você” ou ainda casos do tipo: “Fulano, vá lavar a louça agora, que eu estou mandando…” Em palavras simples, no popular: Manda quem pode, obedece quem tem juízo. No entanto, Autoridade seria outra coisa bem diferente: É a habilidade de levar as pessoas a fazerem, de boa vontade, o que você quer por causa de sua influência pessoal; é levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você deseja, porque você pediu que fizessem. Tipo assim: “Vou fazer porque Fulano me pediu, ou “Vou fazer isso porque mamãe me pediu”. Notamos então que poder é definido como uma faculdade, enquanto autoridade é definida como uma habilidade. Não é necessário ter cérebro ou coragem para exercer poder. Crianças de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. Porém, estabelecer autoridade sobre pessoas, liderar, motivar, requer um conjunto especial de habilidades, as quais só são naturais nos verdadeiros líderes.
Então fica entendido que um verdadeiro líder é acima de tudo um motivador. Mas como motivar uma equipe totalmente desmotivada, já com a cor amarelo-hepatite, sem tesão pra buscar a melhoria dos indicadores ou qualquer coisa assim? Bem, sempre há o recurso do dinheiro. Onde entra grana acontecem milagres; onde ela é escassa o solo fica árido e não nascem nem cactos. O dinheiro é importante; se alguém tiver dúvida disso é só atrasar a entrega dos contra-cheques para ver o tamanho da encrenca. De um modo geral as pessoas são motivadas por seus próprios interesses e todos são movidos por pecúnia. E motivação é um assunto muito discutido nas empresas. Ainda assim poucos a compreendem totalmente e ter uma equipe sempre motivada ainda é um mistério. Há no mercado milhares de consultores e palestrantes, das mais variadas áreas de atuação, que desfilam um arrazoado de bla-bla-blas, vendendo seus peixes como líderes-motivadores-vencedores-da-temporada. O resultado final às vezes é até satisfatório, depois de correr atrás dos autógrafos, porém por curto período de tempo. A motivação não se mantém, e tudo volta a ser como dantes no quartel de Abrantes, e os efeitos disso no negócio podem ser desastrosos.
Na verdade, quando um time não está ganhando os problemas normalmente estão muito além do campo, independentemente de lideranças do tipo A ou B, do líder ser bonzinho ou ser chupa-cabra, o que se necessita, nessas situações, é de um líder gerencial, alguém que enxergue além da linha da bola. O líder gerencial vai buscar trabalhar as causas e não os efeitos da desmotivação da equipe, que se evidenciam através da alta rotatividade de funcionários; diminuição da produtividade; erros tolos e constantes; faltas, atrasos e um monte de desculpas; pessoas tristes, melancólicas e irritadiças; funcionários com o desempenho despencando; resultados aquém das metas definidas e etc. Perceberá ainda que se algo não for feito logo, até quem estava animado vai desanimar porque, para piorar, essa onda pega. Para isto o líder gerencial deverá ter características como profundo interesse em participar na dissipação de todo o tipo de ignorância; habilidade em aplicar conhecimento e transformá-lo em sabedoria; capacidade extraordinária de compreensão que transcende necessidade de controlar ou modificar o mundo; dedicação à descoberta da “verdade que liberta”; capacidade de fazer diagnósticos precisos e indicar caminhos adequados; capacidade de identificar as causas reais, pontos fortes e oportunidades de crescimento de pessoas e organizações; habilidades extraordinárias em dissolver confusões e encrencas interpessoais, calma em abundância, além da capacidade de adequar a metodologia à tarefa.
Motivação de equipes é tema de muitos e muitos estudos, pode-se citar por exemplo A Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow que é, sem dúvida, a teoria da motivação mais conhecida. Esta teoria se assenta em dois pressupostos fundamentais: I – As pessoas são organismos motivados pelo desejo de satisfazer determinado tipo de necessidades; II – Essas necessidades são universais e dispõem-se de forma sequencial ou hierárquica. Isso significa que o indivíduo se sentirá motivado a satisfazer uma necessidade de nível superior apenas quando todas as outras necessidades que
lhe são inferiores estiverem satisfeitas. Já Douglas McGregor criou a Teoria XY; segundo a qual propôs duas visões distintas relativamente à forma de pensar o Homem: Uma visão tradicional, basicamente negativa, designada por Teoria X e outra contemporânea, basicamente positiva, designada por Teoria Y. Depois de ter observado a forma como os gestores lidam com os seus trabalhadores, McGregor concluiu que a forma como os gestores vêem a natureza humana se baseia num conjunto de pressupostos, e que o
gestor tende a moldar o seu comportamento face aos subordinados com base nesses pressupostos e bla-bla-bla pra cá e trololó pra lá, que faz a alegria dos gestores de RH, mas que dá coceiras múltiplas no líder gerencial que precisa fechar o mês com indicadores decentes. E ele sabe que só necessitará de cinco coisas para manter uma equipe motivada : bons salários, política de gestão, boas condições de trabalhos, boas relações interpessoais em todos os níveis e benefícios sociais (cesta básica, plano de saúde, refeição no local de trabalho e, se possível, um churrasquinho todo mês).
Mauricio de Oliveira é engenheiro industrial mecânico e consultor em sistemas de manufatura, gestão industrial e gestão de qualidade (email: mauricio@kaizzen.com.br).
Site: www.kaizzen.com.br
SEJA AQUELA PESSOA QUE A GENTE SENTE FALTA
Posted by Elismar Souza on nov.13, 2011, under Desenvolvimento Pessoal, Liderança Comente
Por Sérgio Buaiz
Ou você influencia o universo, ou o universo te influencia
— Procura-se homem ou mulher de bom coração, que tenha vontade de crescer, humildade para aceitar suas falhas e aprender com elas. Alguém divertido, otimista e entusiasmado, disposto a colaborar com os outros, sem esperar nada em troca. Uma pessoa de iniciativa, que seja capaz de impor seus próprios desafios e buscar a excelência em tudo o que faz. Um ser iluminado, que sonhe construir um futuro melhor para seus filhos e que não seja indiferente às dificuldades, mas que tenha força interior de sobra para superá- las sem reclamar. Um verdadeiro líder, que não peça a Deus mais que saúde e inspiração.
(Leia mais…)
Metanóia e o impulso na gestão empresarial
Posted by Ivan Postigo on nov.08, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social Comente
Lembra daquela reunião na empresa, no condomínio, do grupo na escola, ou daquele seminário que você participou e saiu motivado prometendo que no dia seguinte faria uma revolução com as informações obtidas?
Talvez se lembre não só de uma situação, mas de várias, onde a vontade de transformar o mundo ficou do lado de fora do portão de casa, ou se foi com o banho quente antes de dormir, quem sabe não foi levado pelos sonhos da noite, como também pode ter-se dissipado no caminho do trabalho, não?
Refletindo, você começa a se perguntar o que ouve com aquela vontade toda de fazer algo grande, porque conceitos que lhe despertaram de interesses horas depois parecem não significar nada? (Leia mais…)
Inteligência Espiritual – Uma Competência Essencial ao Empreendedor
Posted by Helena Ribeiro on out.25, 2011, under Empreendedorismo Comente
Os Empreendedores, sempre comprometidos com melhores resultados para se manterem competitivos, se servem cada vez mais de metas e estratégias arrojadas. Para acompanhar este frenético ritmo precisam inspirar e influenciar positivamente outras pessoas e sua equipe para a ação. Afinal, as mudanças no mercado são constantes e os empresários são postos à prova, sempre!
As empresas competitivas precisam de profissionais que sejam capazes de agir com qualidade, eficácia, que superem desafios, independente de ambientes turbulentos ou estáveis. Porém, como os empreendedores podem adquirir cada vez mais experiências e competências para se sobressair em circunstâncias imprevistas e de forte pressão dentro das empresas e na família, ou seja, da vida. Este é o desafio, não só dos empreendedores, mas sim da humanidade.
A Evolução das Inteligências
Dada a importância nas pesquisas sobre evolução das inteligências na humanidade, em 2000, a física e filósofa norte-americana, Danah Zohar, publicou o livro “QS – Inteligência Espiritual”. Segundo ela, a Inteligência Espiritual (IE) é a base para que as demais inteligências – intelectual, emocional, entre outras, operem de modo mais equilibrado, tornando o ser humano uma pessoa espiritualizada e mais preparada para a vida.
Vários pesquisadores afirmam que pessoas que tem Inteligência Espiritual são consideradas espiritualizadas, vibrantes e conseguem ressoar seu entusiasmo – independente de religião ou posição social – obtendo a excelência não somente por meio de técnicas, dinamismo e inteligência, mas pela capacidade de estabelecer conexão emocional com os outros, utilizando suas habilidades de Inteligência Espiritual, como empatia, assertividade, autoconfiança entre outras. Nós, empreendedores, devemos nos valer destas ricas informações para desenvolver e/ou aperfeiçoar cada vez mais nossa Inteligência Espiritual e da equipe, utilizando-a no trabalho, família e sociedade.
Atitudes de um empreendedor espiritualizado
Identifica-se uma pessoa espiritualizada praticamente por suas palavras e atitudes que condizem com suas ações do cotidiano. No geral, são pessoas que distinguem a diferença entre religiosidade e espiritualidade, não polemizam sobre crenças, dogmas, valores e religião, com pessoas cujas opiniões sobre estes assuntos são radicais e que normalmente querem impor suas crenças como pura verdade. Em suma, existem muitos espiritualistas que não são religiosos, como existem muitos religiosos que não são espiritualistas.
A Inteligência Espiritual nos Negócios
Em várias organizações há muitos profissionais com inteligência espiritual, inclusive em grau evoluído, mas muitos têm dificuldade em aplicá-lo totalmente no cotidiano, pois existem empresários que ainda não valorizam a Inteligência Espiritual como uma importante competência a ser desenvolvida e/ou aperfeiçoada, principalmente na liderança e demais funcionários.
Exemplos de pessoas espiritualizadas
Ao longo da história surgiram grandes líderes com alto grau de Inteligência Espiritual, entre eles: Gandhi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Chico Xavier, Princesa Diana, Airton Sena, Betinho, Jesus Cristo, Dalai Lama, entre tantos outros. Aliás, se você for um empreendedor espiritualizado, estará se identificando comigo neste artigo.
Todo ser humano pode ser espiritualista?
Há pessoas que já nascem com esta competência, o que as torna um ser humano diferenciado, podendo se destacar na história da humanidade, como os exemplos citados.
Para quem não a possui, ela pode ser desenvolvida em sua grande maioria, mas acredito que infelizmente nem todas as pessoas conseguirão, pois o caminho não é tão simples, transcende o conhecimento técnico, a forma de convívio com as pessoas e sociedade. Também é preciso entrar em contato com seu “eu interior”, “virar a lupa para dentro” e rever suas atitudes, comportamentos, palavras e principalmente, encontrar um canal direto com seu “deus interior”. Estimula a auto-reflexão da sua competência intrapessoal e a importância da busca constante do equilíbrio entre as inteligências: Intelectual, Emocional, Espiritual e demais. Afinal, o autoconhecimento e desenvolvimento podem ser constantes, só depende do quer do ser humano.
Indo além, uma quadrilha de criminosos, pedófilos, estupradores, políticos corruptos, os “colarinhos brancos”, entre tantos absurdos que vemos e ouvimos, até encontramos muitos religiosos entre essas pessoas que, infelizmente, não são espiritualistas. Enfim, é desejo da humanidade que eles um dia se arrependam de seus atos, paguem através da justiça por seus crimes e posteriormente, por suas novas atitudes, se merecedoras, desenvolvam a espiritualidade.
Inteligência Espiritual em Destaque
Como os estudos e pesquisas sobre Inteligência Espiritual têm pouco mais de uma década, ainda são escassos autores escrevendo sobre sua importância na vida, nas empresas e na sociedade, o que deve mudar nesta década.
Venho pesquisando desde 2002 sobre a importância desta competência nos negócios, incluindo entrevistas com espiritualistas, religiosos, leituras, reuniões com grupos de interesse sobre o tema, entre outros estudos sobre os resultados desta competência nas organizações, na vida e na evolução da humanidade. Nos últimos anos, tenho proferido palestras sobre o tema e em vários treinamentos de equipes abordo a importância da competência espiritual no perfil do profissional competitivo, auxiliando pessoas a desenvolverem cada vez mais sua espiritualidade. Este é o terceiro artigo que escrevo sobre o tema e acredito que a próxima década seja um marco de divulgação e valorização da Inteligência Espiritual nas organizações, na família e sociedade.
Afinal, empreendedores e executivos muitas vezes trabalham longa jornada, moram em hotéis, viajam muito, dormem em aviões etc. Muitos são “nômades” casados, separados, divorciados, solitários. Profissionais que muitas vezes inconcientemente vivem em função do trabalho e negligenciam a saúde, entre outras coisas também importantes na vida pessoal.
Essa engrenagem, muitas vezes massacrante, pode resultar numa vida controlada pela lógica dos mercados e muito sucesso profissional, mas se não tomarmos cuidado ela abalará cada vez mais a nossa saúde emocional. Laços e valores familiares se enfraquecem, a saúde fica vulnerável, até o amor por si próprio muitas vezes pode ficar em segundo plano. Enfim, devemos tomar cuidado com estes sinais, porque elem nos levarão ao estresse. Se é que você leitor, já não está estressado… risos.
No início dos anos 90, o estresse se alastrou para todas as classes sociais, sem distinção e encontrou no estilo “nômade” seu melhor hospedeiro.
O empresário “nômade” normalmente não tem uma rotina de alimentação saudável, sem tempo para praticar exercícios físicos, encontrar com os amigos etc. Tudo isso, aliado às pressões profissionais, novos desafios, obstáculos, entre outras centenas de responsabilidades de um empresário ou executivo, que muitas vezes não encontram tempo para realizações emocionais e dedicação familiar. O pior é que um empreendedor “nômade” pode ser um propagador do estresse na sua empresa e até na família. Portanto, a administração do tempo com o profissinal, educacional, familiar, saúde, amigos e lazer, pode ser obtido pelo uso da inteligência racional, emocional, deixando a espiritual “falar” mais alto para equilibrar as demais. Afinal, a vida dos empresários “nômades” vai continuar existindo em maior ou menor intensidade, porém cabem a nós, empreendedores, presidentes de empresas, executivos e demais profissionais, darmos o devido valor na nossa vida! Ou VOCÊ acredita que alguém pode fazer isto por VOCÊ?
Se você chegou até aqui, é porque o assunto despertou seu interesse e fico muito feliz. Até breve!
No link http://www.razaohumana.com.br/artigos.php encontram-se vários artigos que escrevi sobre outros temas que possam interessar a você leitor.
Caso queira opinar sobre o artigo, será um prazer. E-mail: helenaribeiro@razaohumana.com.br
“Ser Águia é voar mais alto. É o símbolo da visão de quem consegue perceber o imperceptível, o invisível, o espiritual…” Helena Ribeiro
Helena Ribeiro também é Colunista da Revista Clube de Empreendedores e escreve artigos na seção Empreender. Para ler a Revista Digital, acesse o site http://www.clubedeempreendedores.com.br/
A Razão e Emoção – Do Executivo e o Monge na Liderança Servidora
Posted by Helena Ribeiro on out.25, 2011, under Empreendedorismo Comente
Nesta era de competitividade global, estar atualizado, acompanhar a evolução dos negócios, conquistar e manter clientes tornou-se um desafio diário para as organizações. Para tanto, os profissionais estão comprometidos com metas e estratégias arrojadas, sempre em busca de melhores resultados, necessitando, cada vez mais, de “adrenalina no sangue”, para estarem motivados a alcançarem seus objetivos empresariais e pessoais.
Para atender estas necessidades as organizações continuam investindo no maior diferencial das empresas, o desenvolvimento do “CAPITAL HUMANO”, incluindo em seus programas de T&D diversas metodologias, que vem sendo utilizadas nas empresas.
Em nenhum outro momento da história corporativa, discutiu-se tanto a questão das estratégias, taxa de retorno sobre investimento, ética, responsabilidade social, qualidade de vida, stress corporativo e principalmente estilos de liderança. Existe um acervo de livros, seminários, palestras, artigos, filmes, entre outros, todos intencionados e capazes de agradar aos mais variados estilos e gostos.
Hoje as empresas precisam contar com a mente, emoção e espírito dos seus colaboradores e, só se consegue isso quando o líder deixa de lado o desejo de poder e passa a servir, em vez de ser servido, conforme afirmou o guru norte-americano James C. Hunter, em seu best-seller O Monge e o Executivo. O livro ocupa o primeiro lugar no ranking dos títulos de carreira mais vendido no Brasil, com mais de 100 000 exemplares comercializados.
Hunter esteve aqui, proferiu um circuito de palestras e ficou surpreso com o grande êxito de seu livro em um país como o Brasil. Disse que os conceitos apresentados no livro não são novidades alguma. “Nunca ninguém discordou dos princípios, pois são básicos e essenciais”. Para ele, muita gente sabe tudo sobre liderança, mas não sabe liderar. “O desafio está mesmo na execução. Liderar é como ser um atleta, você precisa praticar”. Parece simples, mas não é. O líder, acima de tudo, deve ter humildade. “Seja o chefe que você gostaria que seu chefe fosse”.
Para Hunter, você não precisa ser chefe para ser líder. “Liderança é você inspirar e influenciar o outro para ação. É influenciar pessoas com entusiasmo e trabalho para o bem comum”. A diferença entre poder e autoridade consiste em: “poder é força unilateral, funciona por um tempo, mas fica velho”; “Autoridade, ao contrário, é a habilidade em conseguir que as pessoas façam sua vontade por conta de sua influência pessoal”. Um bom exemplo de autoridade, segundo ele, são nossas mães. “Elas atingem esse status porque nos serviram e continuam a nos servir ao longo de nossas vidas”.
A tabela abaixo exemplifica as principais competências apresentadas no livro.
| Competências | Definição |
| Paciência | Autocontrole |
| Gentileza | Atenção, apreciação e encorajamento |
| Humildade | Ser autêntico e não arrogante |
| Respeito | Tratar os outros com a devida importância |
| Altruísmo | Ir ao encontro das necessidades alheias |
| Capacidade de perdoar | Saber perdoar ressentimentos quando se está errado |
| Honestidade | Estar livre da frustração |
| Comprometimento | Realizar suas escolhas |
| Serviço e sacrifício | Deixar de lado seus próprios desejos e buscar maior benefício para os outros |
Agregado a todos esses valores está o amor e Hunter afirma que o significado da expressão está distorcido atualmente. “Hoje em dia existe muita demagogia. Todo mundo diz que ama todo mundo, mas não faz nada”. Para ele, amor é um verbo e deve ser praticado com o intuito de elevar o próximo. “Amar não é gostar, mas sim agir para o bem do outro”. Ação para o bem alheio é, no final das contas, a principal qualidade de um líder servidor. “O que pensamos e o que sentimos é conseqüência. O que importa mesmo é o que fazemos”.
O livro O Executivo e o Monge apresenta técnicas e teorias simples de liderança, fáceis de serem aplicadas nas organizações. Basta a iniciativa de aplicá-las.
Baseado nesta realidade, concluo que o perfil do profissional de alta performance é aquele que contem os três Q´s (QI – Quociente Intelectual, QE – Inteligência Emocional, somado ao QS – Inteligência Espiritual) que, desenvolvidos e equilibrados, auxiliam o desenvolvimento da resiliência, uma competência essencial que faz a diferença nos resultados das organizações e na vida pessoal.
Muito além da razão e da emoção, é na Inteligência Espiritual que se encontra a felicidade, a qualidade de vida, solidariedade e a realização pessoal. O autor do livro A Terceira Inteligência, Floriano Serra, afirma que é possível unir o racional, o emocional e o espiritual e revela uma nova dimensão da inteligência em seus múltiplos aspectos.
Segundo Floriano, a Terceira Inteligência – ou Inteligência Espiritual – entra em cena, por exemplo, quando não conseguimos resolver determinado problema, recorrendo apenas à razão e à emoção. Em circunstâncias como essa, tão freqüentes em nossa vida, a ação da Terceira Inteligência é acionada pela intuição, que alguns denominam “iluminação”. Esse é o ponto de partida para compreender e trabalhar percepções incríveis e inexploradas.
“Para as organizações que adotarem o modelo de gestão baseado nas três inteligências, Racional, Emocional e Espiritual, certamente terão colaboradores muito mais comprometidos, motivados, felizes e, por conseqüência, mais produtivos”.
Os conceitos dos três Q´s, somados as competências essenciais do profissional competitivo, já são utilizados em meus programas de team building, outdoor training e treinamentos gerenciais, desde 2001, com ótimos resultados.
Estamos na era da informação, da tecnologia e do desenvolvimento do capital intelectual e, com tantas opções, o líder deve ser resiliente e avaliar suas atitudes e comportamentos constantemente. Afinal, você pode estar sendo espelho para seu liderado.
Liderar sem cargo é possível?
Posted by Ivan Postigo on out.10, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Liderança Comente
Abra uma revista, um jornal, assista uma entrevista e verá que sempre estará esbarrando no tema liderança.
Liderança muitas vezes é confundida com comando. Comando, não no sentido espontâneo, mas delegado.
Liderança, como dom, sempre é apresentada e pintada com belas cores, encontra muitos defensores, soa bem em cursos, palestras, workshops, debates, resta saber se é aceita e desejada.
Reflitamos: você não precisa contar para ninguém o resultado, então porque não ir em busca da verdade?
Você trabalhou duro durante anos, estudou , ficou até tarde na escola e na empresa, um belo dia recebe a tão esperada promoção: Virou gerente. (Leia mais…)
Baixo custo, alto índice de satisfação do cliente…
Posted by Professor Menegatti on ago.24, 2011, under Atendimento, Vendas Comente
Embora a prática das boas maneiras seja fundamental para um bom serviço, todos nós já tivemos experiências em que isso não aconteceu. Quem já não teve de enfrentar funcionários mal educados, desinteressados ou rudes?
Para que isso não aconteça, veja alguns exemplos de cordialidade:
- Dar passagem e abrir portas para os outros.
- Usar as palavras: bom dia, boa tarde, por favor, obrigado, licença, como vai.
- Ligar de volta como prometido.
- Oferecer-se para carregar o embrulho de alguém.
- Fazer elogios sempre que possível.
- Não interromper os outros. (Leia mais…)
É preciso liderar com o coração
Posted by Tom Coelho on jun.17, 2011, under Liderança Comente
“Conte-me e eu esqueço. Mostre-me e eu apenas me lembro.
Envolva-me e eu compreendo.”
(Confúcio)
Dale Moss foi executivo da British Airways por mais de 20 anos liderando cerca de 12 mil colaboradores. Sua experiência o ensinou que construir uma boa equipe é responsabilidade do líder que deve inspirar as pessoas – mas inspirando-se primeiro. Além disso, a performance é uma atribuição direta da liderança organizacional. Por isso, se uma empresa não estiver se saindo bem, vá direto ao topo! (Leia mais…)
11-MAIS DE 40 ANOS – INVESTIMENTO OU PREJUIZO?
Posted by Nelson Batista de Sousa on jun.01, 2011, under Recursos Humanos Comente
Hoje, a maioria das empresas, vem desprezando os profissionais com mais de 40 anos. Uma das justificativas é que tais profissionais, pela idade estão sujeitos a uma série de problemas de saúde que pode vir a causar prejuízos às empresas com faltas, planos de saúde que geralmente são mais caros a partir dessa faixa etária, além de outros fatores. Então por esse ou outros motivos que, ainda não descobri, mas com certeza, assim que descobrir relatarei a vocês, procuram profissionais com idade de no máximo até 35 anos e com experiência de 5 anos ou mais, nas funções pré-estabelecidas. (Leia mais…)
A difícil arte de atrair clientes…
Posted by Professor Menegatti on mai.26, 2011, under Clientes, Marketing, Vendas Comente
Um morador de uma capital recebe cerca de dois mil impactos diários vindos de propaganda e outros estímulos de comunicação. Desse total, apenas uns poucos serão lembrados no final do dia. A propaganda, que há tempos atrás já foi a alma do negócio, está ameaçada pelo seu próprio crescimento. O aumento exagerado de anúncios faz com que as pessoas prestem menos atenção a eles.
Há anos atrás milhões de consumidores eram convencidos a experimentar um produto, pois haviam poucos meios de comunicação. Hoje, os consumidores poderão estar assistindo a mais de 100 canais de televisão e ouvindo cerca de 200 estações de rádio ou lendo uma das quase mil revistas disponíveis nas bancas.
Os consumidores estão cada vez mais seletivos no que diz respeito aos produtos e propagandas. Eles aprenderam a olhar sem ver e a ouvir sem escutar. Eles ignoram a maioria dos anúncios. Vá a um consultório médico e observe alguém folheando uma revista. Uma pessoa leva apenas meio segundo para passar por um anúncio, embora esteja a frente de mais de 40, provavelmente essa pessoa lerá poucos anúncios da revista.
Cinco comportamentos que um líder NÃO deve ter
Posted by Ze on fev.03, 2011, under Carreira, Empreendedorismo, Gestão, Liderança Comente
Ser comunicativo, ter um ótimo relacionamento interpessoal, saber ouvir, ser agente de motivação e uma inspiração para os seus colaboradores. O perfil do líder ideal já é conhecido. O que pouca gente sabe é o que um gestor de micro e pequenas empresas NÃO deve ser.
Segundo o site Administradores, morosidade, dificuldade de construir relacionamentos, falta de comprometimento com resultados, pensar pequeno e arrogância são as 5 características indesejadas seja para o gestor de micro e pequenas empresas.
Ser comunicativo, ter um ótimo relacionamento interpessoal, saber ouvir, ser agente de motivação e uma inspiração para os seus colaboradores. O perfil do líder ideal já é conhecido. O que pouca gente sabe é o que um gestor não deve ser.
Para chegar a essa resposta, o especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional , Alexandre Prates, ouviu 50 profissionais, entre empresários, líderes, executivos e especialistas de mercado, em 15 estados brasileiros, para detectar os cinco comportamentos que um líder não pode ter.
“Apesar de não ser muito agradável, o tema desse estudo é fundamental para a análise crítica da liderança nas micro e pequenas empresas e também para uma autoavaliação dos comportamentos de cada um como líder“, disse Prates, por meio de nota.
O estudo identificou as seguintes características que um gestor não deve ter: morosidade, dificuldade de construir relacionamentos, falta de comprometimento com resultados, pensar pequeno e arrogância. Cada uma delas pode colocar em risco a boa gestão e a carreira do líder.
Intolerável
Para Prates, ser lento em um mercado que está cada vez mais dinâmico é intolerável. “A morosidade está ligada à falta de preparo cultural do líder“, disse. “E, quando digo cultura, refiro-me à capacidade de buscar novas informações. Quanto mais informações eu possuo, maior é a minha capacidade de tomada de decisão”, disse.
O especialista ressalta que cabe ao líder agir na velocidade necessária para direcionar a organização rumo às mudanças.
Outro aspecto importante para se construir uma liderança inspiradora é a facilidade do gestor de construir relacionamentos. A ausência desse ponto é intolerável, pois os líderes são os responsáveis pelo ambiente, nos quais as pessoas se sintam bem para produzir mais.
Se o ambiente está pesado e, para muitos profissionais, até insuportável, grande parte desse peso é de responsabilidade do gestor. “Ambientes saudáveis são propícios para a construção de relacionamentos saudáveis. E, quando você tem um ambiente no qual as pessoas queiram estar, provavelmente é lá que elas se sentirão motivadas a permanecer e prosperar”, ressalta Prates.
Se além de deixar o ambiente desagradável, o líder ainda for daqueles que “pensam pequeno”, pior, na avaliação do especialista. Para Prates, as empresas querem gestores que ousem. “Um líder com desejo de ir além constrói equipes que lutam por um propósito. Pensar grande é focar no presente, com o olhar para um propósito maior”.
A falta de comprometimento com resultados é outro ponto intolerável, segundo constatou o especialista. “O líder contemporâneo precisa pensar em resultados, seja na sua atuação no campo ou na liderança de sua equipe”, disse Prates. “O mundo corporativo sempre terá espaço para quem quiser realizar e fazer acontecer. Naturalmente, descartará a passividade e o conformismo”.
O primeiro passo para a queda
Todas as características acima são pontos que podem destruir a gestão de qualquer líder. Contudo, podem ser eliminadas com treinamento e foco. Mas existe mais um comportamento que pode dar fim à carreira de qualquer líder e que não é tão simples de se eliminar, a arrogância.
“É insuportável conviver com pessoas arrogantes em qualquer cenário da vida, principalmente no mundo corporativo. A arrogância destrói a capacidade de aprendizagem do ser humano, pois cria barreiras muitas vezes intransponíveis, geradas pela crença de que tudo sei”, afirma Prates.














