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INOVAÇÕES FISCAIS E TRIBUTÁRIAS – QUANDO A EMENDA FICA PIOR QUE O SONETO

Posted by Elenito Elias da Costa on fev.22, 2012, under Sem categoria Comente

INOVAÇÕES FISCAIS E TRIBUTÁRIAS – QUANDO A EMENDA FICA PIOR QUE O SONETO

“SPED, um futuro sonho parasídiaco, derivado de um presente oneroso e infernal”

1. Introdução
Não bastassem as incertezas oriundas do cenário econômico nacional e internacional que influenciam as expectativas positivas de qualquer planejamento empresarial das empresas brasileiras de qualquer porte ou tamanho, cujos fatores intrínsecos e extrínsecos têm sua conotação especifica nos resultados positivos, passando a exigir dos profissionais das empresas maior capacitação e qualificação educacional em perfeita sincronia racional com a globalização, que objetive maior continuidade e sustentabilidade de sua atividade econômica.
As dúvidas que pairam sobre a aceitabilidade das condições mercadológicas dos seus produtos e serviços face á concorrência de produtos estrangeiros que são verdadeiramente gritantes haja vista a sua customização operacional, trabalhista e tributária que agridem os resultados planejados.
A adequação internacional da contabilidade das empresas brasileiras e suas inovações tributárias exigindo maior transparência e controle interno dessas empresas expõe uma fragilidade de seus gestores e profissionais envolvidos.
Segundo Roberto Cunha da KPMG do Brasil, administradores e empresários no Brasil têm lido há muito tempo sobre os níveis de tributação do País e suas conseqüências para os negócios, tais como o incremento da concorrência desleal e o movimento das administrações tributárias no sentido de manter seus níveis de receitas. Relatórios internacionais demonstram o alto grau de burocracia e de tempo despendido para uma adequada gestão tributária relacionada às três instâncias governamentais – União, Estados e Municípios.
Todos os administradores, gestores, conselheiros e consultores tributários; e profissionais da área de Tecnologia de Informação – se viéssemos a ler ver ou escutar no futuro os movimentos dos administradores tributários em inúmeras palestras organizadas por órgãos profissionais e empresariais sobre a implantação do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, não perceberíamos em nada do que lemos, vimos ou escutamos algo que nos levasse ao entendimento de que estamos diante de mais uma obrigação tributária, agora bem mais complexa.
De fato, a carga tributária brasileira é expressiva e também complexa em sua gestão, dada a forma de organização do Estado Brasileiro, na qual cada entidade arrecadadora administra seus tributos e compartilha parte deles entre seus entes subordinados, com base em dados fornecidos pelos próprios contribuintes.
Ao longo dos anos, os entes ativos – União, Estados e Municípios –, para compatibilizar seus gastos, buscam manter os níveis de arrecadação tributária de modo a que, no mínimo, não seja gerado um déficit fiscal. O caminho mais fácil sempre é o de aumentar a tributação. Para isso, recorrem à ação mais simples, que é o aumento de alíquota, ou a atitudes mais complexas, como o alargamento da base tributária pela inclusão de novos contribuintes ou da base de cálculo, ou a criação de novos impostos, taxas ou contribuições.
Inovando, a administração tributária brasileira tem colocado em prática o que estava previsto em nosso Código Tributário Nacional desde 1966: realizar a troca de informações necessárias e suficientes entre eles para uma gestão tributária eficiente. A partir dessa idéia, nasceu o projeto SPED. Esta iniciativa tomou por base experiências dos países Europeus, com a implantação do Sintegra.
A infra-estrutura necessária – composta por hardware e o software – foi instalada de modo a suportar o elevado número de contribuintes brasileiros e a enorme gama de informações que eles geram em decorrência de suas operações. Com base nessa infra-estrutura, pôde o Estado Brasileiro instituir o que se denomina de B2G (business to government), que é uma poderosa ferramenta de administração tributária na medida em que, por meio dela, são monitoradas todas as ações necessárias e importantes para que ele – o Estado – possa administrar sua principal receita – a tributária – e manter-se plenamente atualizado sobre de que modo atuam os agentes responsáveis por gerá-las – os contribuintes.
Nesse momento, percebe-se que o Estado está agindo e administrando sua receita de maneira similar às empresas privadas – entidades incluídas entre os contribuintes –, cuja rotina é a busca de resultados sustentáveis, que possam inseri-las como melhores num setor, proporcionando adequada rentabilidade aos seus proprietários ou acionistas pela adoção de processos eficientes e eficazes.
Essa busca pela eficiência na gestão de suas receitas – especialmente a tributária – pela instituição do SPED e de suas melhorias ao longo desses três anos de implementação resultará também, indubitavelmente, no crescimento da arrecadação tributária, pela inclusão de novos contribuintes no rol de tributados e pela melhor gestão tributária nas empresas.
Assim, para que o SPED possa atingir seu objetivo final, a organização dos dados empresariais e contábeis precisa ser padronizada, para que proporcione à possibilidade de aplicação de procedimentos de auditoria fiscal a longa distância, segundo parâmetros pré-definidos, fazendo com que sejam conduzidas por matrizes de risco e indicadores resultantes das análises dos arquivos que estarão à disposição das autoridades tributárias.
O SPED, no médio/longo prazos, proporcionará uma redução marcante dos custos de gestão tributária nas empresas, pois todas as informações contábeis e fiscais estarão parametrizadas e padronizadas nas organizações a partir de um só sistema, o que propicia uma oportunidade de análise e redesenho de seus processos de negócios numa amplitude inimaginável. Esses princípios deverão ter o apoio da alta administração das empresas, sob a gestão da administração e da tecnologia de informação, permeando todos os departamentos das organizações, inclusive as áreas de produção e comercialização. Essa integração e convergência de informações são de suma importância para valorizar a qualidade da gestão empresarial e de sua governança.
São inúmeras as informações que a consolidação do projeto SPED requererá, e um simples dado apresentado em um dos arquivos do sistema que esteja inconsistente em relação a outros arquivos do projeto caracterizará um indício que poderá resultar em auditoria fiscal ou até mesmo em lavratura de auto de infração. O monitoramento pelos administradores desse processo de geração dos arquivos do projeto SPED é extremamente importante para a eficácia da governança tributária, proporcionando o conhecimento e controle de toda a cadeia de informações sobre os negócios e mitigando eventuais inconsistências.
2. SPED – Apresentação
Segundo o Ministério da Fazenda, através da SRF ressalta que o SPED foi Instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC 2007-2010) e constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes.
De modo geral, consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica dos mesmos apenas na sua forma digital.
• Iniciou-se com três grandes projetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e – Ambiente Nacional. Atualmente está em produção o projeto EFD-PIS/COFINS. E em estudo: e-Lalur, EFD-Social e a Central de Balanços.
• Representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal.
• Mantém parceria com 20 instituições, entre órgãos públicos, conselho de classe, associações e entidades civis, na construção conjunta do projeto.
• Firma Protocolos de Cooperação com 27 empresas do setor privado, participantes do projeto-piloto, objetivando o desenvolvimento e o disciplinamento dos trabalhos conjuntos.
• Possibilita, com as parcerias fisco-empresas, planejamento e identificação de soluções antecipadas no cumprimento das obrigações acessórias, em face às exigências a serem requeridas pelas administrações tributárias.
• Faz com que a efetiva participação dos contribuintes na definição dos meios de atendimento às obrigações tributárias acessórias exigidas pela legislação tributária contribua para aprimorar esses mecanismos e confira a esses instrumentos maior grau de legitimidade social.
• Estabelece um novo tipo de relacionamento, baseado na transparência mútua, com reflexos positivos para toda a sociedade.
3. Na oportunidade informa que os benefícios do SPED, comprovado após estudos formulados são os seguintes:
• Redução de custos com a dispensa de emissão e armazenamento de documentos em papel;
• Eliminação do papel;
• Redução de custos com a racionalização e simplificação das obrigações acessórias;
• Uniformização das informações que o contribuinte presta às diversas unidades federadas;
• Redução do envolvimento involuntário em práticas fraudulentas;
• Redução do tempo despendido com a presença de auditores fiscais nas instalações do contribuinte;
• Simplificação e agilização dos procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária (comércio exterior, regimes especiais e trânsito entre unidades da federação);
• Fortalecimento do controle e da fiscalização por meio de intercâmbio de informações entre as administrações tributárias;
• Rapidez no acesso às informações;
• Aumento da produtividade do auditor através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos;
• Possibilidade de troca de informações entre os próprios contribuintes a partir de um leiaute padrão;
• Redução de custos administrativos;
• Melhoria da qualidade da informação;
• Possibilidade de cruzamento entre os dados contábeis e os fiscais;
• Disponibilidade de cópias autênticas e válidas da escrituração para usos distintos e concomitantes;
• Redução do “Custo Brasil;
• Aperfeiçoamento do combate à sonegação;
• Preservação do meio ambiente pela redução do consumo de papel.
4. A base legal instituída pelo SPED, podemos ressaltar como:
A Emenda Constitucional nº 42, aprovada em 19 de dezembro de 2003, introduziu o inciso XXII ao art.37 da Constituição Federal, que determina às Administrações Tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios atuarem de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais.
Para atender o dispositivo Constitucional, foi realizado, em julho de 2004, em Salvador, o I ENAT – Encontro Nacional de Administradores Tributários, reunindo o Secretário da Receita Federal, os Secretários de Fazenda dos Estados e Distrito Federal, e o representante das Secretarias de Finanças dos Municípios das Capitais.
O Encontro teve como objetivo buscar soluções conjuntas nas três esferas de Governo que promovessem maior integração administrativa, padronização e melhor qualidade das informações; racionalização de custos e da carga de trabalho operacional no atendimento; maior eficácia da fiscalização; maior possibilidade de realização de ações fiscais coordenadas e integradas; maior possibilidade de intercâmbio de informações fiscais entre as diversas esferas governamentais; cruzamento de informações em larga escala com dados padronizados e uniformização de procedimentos.
Em consideração a esses requisitos, foram aprovados dois Protocolos de Cooperação Técnica, um objetivando a construção de um cadastro sincronizado que atendesse aos interesses das Administrações Tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e, outro, de caráter geral, que viabilizasse o desenvolvimento de métodos e instrumentos que atendessem aos interesses dos respectivos Entes Públicos.
Em agosto de 2005, no evento do II ENAT – Encontro Nacional de Administradores Tributários, em São Paulo, o Secretário da Receita Federal, os Secretários de Fazenda dos Estados e Distrito Federal, e os representantes das Secretarias de Finanças dos Municípios das Capitais, buscando dar efetividade aos trabalhos de intercâmbio entre os mesmos, assinaram os Protocolos de Cooperação nº 02 e nº 03, com o objetivo de desenvolver e implantar o Sistema Público de Escrituração Digital e a Nota Fiscal Eletrônica.
O SPED, no âmbito da Receita Federal, faz parte do Projeto de Modernização da Administração Tributária e Aduaneira (PMATA) que consiste na implantação de novos processos apoiados por sistemas de informação integrados, tecnologia da informação e infra-estrutura logística adequados.
Dentre as medidas anunciadas pelo Governo Federal, em 22 de janeiro de 2007, para o Programa de Aceleração do Crescimento 2007-2010 (PAC) – programa de desenvolvimento que tem por objetivo promover a aceleração do crescimento econômico no país, o aumento de emprego e a melhoria das condições de vida da população brasileira – consta, no tópico referente ao Aperfeiçoamento do Sistema Tributário, a implantação do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) no prazo de dois anos.
Na mesma linha das ações constantes do PAC que se destinam a remover obstáculos administrativos e burocráticos ao crescimento econômico, pretende-se que o SPED possa proporcionar melhor ambiente de negócios para o País e a redução do Custo Brasil, promovendo a modernização dos processos de interação entre a administração pública e as empresas em geral, ao contrário do pragmatismo pela busca de resultados, muito comum nos projetos que têm como finalidade apenas o incremento da arrecadação.
5. Demonstra ainda que os objetivos sejam:
O SPED tem como objetivos, entre outros:
• Promover a integração dos fiscos, mediante a padronização e compartilhamento das informações contábeis e fiscais, respeitadas as restrições legais.
• Racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os contribuintes, com o estabelecimento de transmissão única de distintas obrigações acessórias de diferentes órgãos fiscalizadores.
• Tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários, com a melhoria do controle dos processos, a rapidez no acesso às informações e a fiscalização mais efetiva das operações com o cruzamento de dados e auditoria eletrônica.
6. Ressalta ainda quais os parceiros que aprovaram o SPED:
• Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais – ABRASF
• Banco Central do Brasil – BACEN
• Comissão de Valores Mobiliários – CVM
• Departamento Nacional de Registro de Comércio – DNRC
• Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais – ENCAT
• Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB
• Secretarias de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal
• Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA
• Superintendência de Seguros Privados – SUSEP
Entidades
• Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT
• Associação Brasileira das Companhias Abertas – ABRASCA
• Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço – ABECS
• Associação Brasileira de Bancos – ABBC
• Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro – ANDIMA
• Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – ANFAVEA
• Conselho Federal de Contabilidade – CFC
• Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN
• Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – FENACON
• Federação Nacional das Empresas de Serviços Técnicos de Informática e Similares – FENAINFO
• Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – JUCEMG

Empresas piloto
• Ambev
• Banco do Brasil S.A.
• Brasilveiculos Companhia de Seguros
• Caixa Econômica Federal
• Cervejarias Kaiser Brasil S.A. – FEMSA
• Cia. Ultragaz S.A.
• Disal – Administradora de Consórcios Ltda – Grupo Assobrav
• Eurofarma Laboratórios Ltda.
• FIAT Automóveis S.A.
• Ford Motor Company Brasil Ltda.
• General Motors do Brasil Ltda.
• Gerdau Aços Longos S.A.
• Petróleo Brasileiro S.A.
• Pirelli Pneus S.A.
• Redecard S.A.
• Robert Bosch
• Sadia S.A.
• Serpro – Serviço Federal de Processamento de Dados
• Siemens Vdo Automotive Ltda.
• Souza Cruz S.A.
• Telefônica – Telecomunicações de São Paulo S.A.
• Tokio Marine Seguradora
• Toyota do Brasil Ltda.
• Usiminas – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A.
• VarigLog – Varig Logística S.A.
• Volkswagen do Brasil Ltda.
• Wickbold & Nosso Pão Indústrias Alimentícias Ltda.
7. Informa ainda as premissas identificadas pela SPED.
• Propiciar melhor ambiente de negócios para as empresas no País;
• Eliminar a concorrência desleal com o aumento da competitividade entre as empresas;
• O documento oficial é o documento eletrônico com validade jurídica para todos os fins;
• Utilizar a Certificação Digital padrão ICP Brasil;
• Promover o compartilhamento de informações;
• Criar na legislação comercial e fiscal a figura jurídica da Escrituração Digital e da Nota Fiscal Eletrônica;
• Manutenção da responsabilidade legal pela guarda dos arquivos eletrônicos da Escrituração Digital pelo contribuinte;
• Redução de custos para o contribuinte;
• Mínima interferência no ambiente do contribuinte;
• Disponibilizar aplicativos para emissão e transmissão da Escrituração Digital e da NF-e para uso opcional pelo contribuinte.
8. Declara ainda que o universo de sua atuação seja:
A maioria dos contribuintes já se utiliza dos recursos de informática para efetuar tanto a escrituração fiscal como a contábil. As imagens em papel simplesmente reproduzem as informações oriundas do meio eletrônico.
A facilidade de acesso à escrituração, ainda que não disponível em tempo real, amplia as possibilidades de seleção de contribuintes e, quando da realização de auditorias, gera expressiva redução no tempo de sua execução.
Universo de Atuação:
• Sped – Contábil
• FCONT
• Sped – Fiscal
• EFD-PIS/COFINS
• NF-e – Ambiente Nacional
• NFS-e
• CT-e
• Central de balanços
• e-LALUR
• EFD-Social
9. Expectativas do Sistema SPED
Segunda a PWC o sistema do SPED:
A partir da implantação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), prevista para 2008, as empresas estarão obrigadas a adotar um novo formato no seu relacionamento com o Fisco, bem como no registro contábil e fiscal de suas transações. Esse novo sistema permitirá às autoridades fiscais atuar de forma integrada e com maior visibilidade e capacidade de análise de dados e informações fornecidos pelas empresas.
Apesar de sua complexidade, entendemos que o SPED pode representar uma excelente oportunidade, trazendo benefícios para as empresas.
Composto por três pilares (nota fiscal eletrônica, escrituração fiscal digital e escrituração contábil digital), a implantação do SPED exigirá ajustes no relacionamento com o Fisco, nas relações com clientes, fornecedores e, principalmente, nos processos operacionais internos, o que demandará uma ação integrada de diferentes áreas (tributária, contábil, TI, suprimentos, produção, comercial, entre outras).
Por outro lado, eventuais não-conformidades oriundas de falhas nas bases de dados e de erros operacionais relativos à geração de informações tributárias e contábeis, muitas vezes desconhecidos pela administração, estarão sujeitas a maior visibilidade e monitoramento pelas autoridades fiscais.
Os pilares serão implementados em etapas, embora a NF-e seja obrigatória a partir de 1° de abril de 2008 para os fabricantes e distribuidores de cigarros; produtores, formuladores, importadores e distribuidores de combustíveis líquidos e transportadores e revendedores retalhistas – TRR.
Nesse contexto, a adesão ao SPED deve ser tratada considerando-se a sua real abrangência, complexidade, oportunidades e riscos inerentes à sua implantação.
10. Mais SPED
Segundo a Deloitte, o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) obriga todas as empresas do País a fornecerem informações, de modo eletrônico, aos órgãos governamentais de fiscalização (municipais estaduais e federais). Criado a partir de uma iniciativa integrada das administrações tributárias das três esferas governamentais, o SPED tem como objetivo padronizar e unificar a recepção, a validação, o armazenamento e a autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal, por meio de um fluxo único e computadorizado.
O programa de modernização do sistema fiscal e tributário deu seu primeiro passo significativo no Brasil com a criação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que forma, com a Escrituração Fiscal Digital e a Escrituração Contábil Digital, os pilares do SPED. Implantada em setembro de 2006, a NF-e ajuda a reduzir custos com impressão e envio de documentos fiscais, além de facilitar a gestão, pelo Fisco, de informações sobre as operações comerciais, com dados mais completos que ampliam a confiabilidade da nota e dificultam a sonegação de impostos.

SPED Fiscal
• Diagnóstico (tributário e tecnologia);
• Implantação;
• Revisão dos arquivos.
SPED Contábil

• Diagnóstico (contábil, fiscal e tecnologia);
• Implantação;
• Revisão dos arquivos.
SPED fiscal de PIS/Cofins

• Diagnóstico (fiscal e tecnologia);
• Implantação;
• Revisão dos arquivos.
e-CIAP

• Diagnóstico (fiscal e tecnologia);
• Implantação;
• Revisão dos arquivos.
NF-e 2.0

• Diagnóstico (fiscal e tecnologia);
• Implantação.
e-LALUR

• Diagnóstico (fiscal e tecnologia);
• Implantação;
• Revisão dos arquivos.

11. Realidade no entendimento do SPED

Devemos observar com maior clarividência os fatos econômicos que têm sintonia com os tributos, um dos que me chamou atenção é que o SPED foi criado em 2007, e sendo posto em prática inicialmente para as granes empresas optantes do Lucro Real, já em 2012 poderá inserir as empresas optantes do Lucro Presumido.
Se levarmos em consideração que os produtos chineses estão minando os produtos nacionais, haja vista as suas condições de customização e precificação e em completa progressão geométrica em detrimento as ações que posam conter esse agravo, podemos diante desse quadro antever o que nos espera, caso na tenhamos ações corretivas.
No Brasil o PIB de 2011 cresceu menos de 0,3%, enquanto que a arrecadação tributária obteve índices invejáveis, já no cenário para 2012, considerando as crises e econômicas que assolam a Europa, os Estados Unidos, com reflexos nos países emergentes, os valores orçados deverão ser suportados pela máquina arrecadadora e com o nível de transparência e de controle interno que o atua ambiente exige expõe as empresas suas vísceras onde é possível identificar o poder da máquina arrecadadora.
Lamento sensivelmente a posição das empresas optantes do simples nacional, pois elas hão de comprar das médias e grandes empresas que são obrigadas a emitir a Nota Fiscal eletrônica, ficando as adquirentes desobrigadas de fazê-lo, mas isso é um fato que deveriam pensar e refletir, já que são taxadas pelo seu faturamento e sabemos que tudo que entra um dia deve sair, e nesse momento ficarão expostas e passíveis e sansões legais por ainda utilizarem estratégias incoerentes que com o SPED através de sua auditoria virtual será facilmente identificável esses indébitos.
Outro fator que merece uma reflexão é que o SPED deveria ser de fácil implantação diante dos sistemas de informática existentes e em pleno uso pelas empresas o que na realidade não se configurou resultando em ônus financeiros pelas empresas de TI e obviamente para as empresas usuários desses sistemas,
E a prova desse fato é a existência do VALIDADOR pelo órgão recebedor/;administrador do SPED, que precisou assim fazê-lo para depurar as informações contidas no ato de recepção dessas informações.
É bem verdade que a previsão econômica para 2012 é bastante diminuta o que nos leva a pensar sobre o poder arrecadatório que o SPED contém em seu poder policialesco levando as empresas a entregar informações díspares quando em plena dicotomia com seu controle interno.
Não tenho dúvidas quanto aos benefícios do SPED, já identifica anteriormente, mas devemos refletir sobre as estratégias necessárias para atender esse sistema de controle tributário, que visa sustentar a máquina através da redução da economia informal, exigência de maior transparência das empresas, e principalmente de maior controle interno a ser adotado pelas mesmas, pois devemos entender que citadas informações será objeto de aferição e avaliação pela a auditoria informar e possíveis notificações que hão de gerar um número expressivo de auto de infração.
Mas não se preocupem a máquina também atenderá os sonegadores facilmente identificáveis pelo sistema possibilitando aos mesmos parcelar seus débitos, desde que ofereçam garantias e se tornem devedores confesso.
Ratifico não tenho dúvidas quanto a excelência desse sistema, só tenho a lamentar que gestores, empreendedores e profissionais envolvidos não estejam perfeitamente qualificados e capacitados para que possam refletir sobre essas variáveis citadas e hão de pagar um preço elevado pela sua inépcia.
No momento atual empresas e profissionais estão tentando a todo custo atender as exigências do SPED, mas sabemos que isso depende de vários fatores desde a adequação do sistema utilizada até a sincronia racional de controle interno das empresas que em sua maioria não procederão a um Diagnóstico Empresarial e nem tão pouco utilizam um PES – Planejamento Estratégico Sustentável, que nos remete a uma situação de que a arrecadação conseguirá índices invejáveis.
O Diagnóstico Empresarial quando executado com transparência exibe os pontos fracos e fortes da gestão empresarial possibilitando o gestor e profissionais envolvidos a procedimentos de melhorias contínuas que em sua maioria exige uma educação diferenciada e globalizada.
A elaboração do PES – Planejamento Estratégico Sustentável há de possibilitar uma maior flexibilidade da empresa diante do RISCO que a mesmo possa sofrer também derivativa de uma educação diferenciada e globalizada.
Mas sabemos que o país da maravilha só existe em contos de fada e na vida real, sempre alguém que deve pagar para que sistema possa se manter, daí podemos entender que a transferência de recursos sujeito passivo para sujeito ativo deve prevalecer, mesmo sob reclames da massa.
As obras do PAC 1, PAC2, Confederação, Copa do Mundo e Olimpíadas, Infra-estrutura, energia, comunicação não podem parar e os recursos devem ser orçados previamente para suportar o desembolso planejado, mesmo com redução de setores como saúde e educação, pois são representativos na eleição ou reeleição de candidatos quando elaboram seus programas.
Fico me perguntando será que essa visão é difícil de entender, ou será que seu nível cultural e educacional não lhe deixou assim refletir, mas me contenho diante dessa afirmativa, pois entendo que vitimas se localizam na base da pirâmide social e devem entender o seu destino.
Não tenho dúvidas quanto ao número crescente da arrecadação em conseqüência disso, não tenho dúvidas também sobre seus resultados, que poderão atingir toda á pirâmide em sua plenitude, mas isso é somente outro fator alusivo que poderá ser nebulado por programas de distribuição de bolsa.
Declino-me a pensar sobre o gráfico do sujeito ativo que deve antever que a saúde do sujeito passivo deve ser mantida sob quaisquer circunstâncias para eu possa conceder a sustentabilidade e continuidade desse sistema a não ser que tenhamos visão estatizadora compatível com outro sistema político.
Segundo Cláudio Yano, diretor da área de Assessoria Tributária da Ernst & Young, as novas exigências envolverão também maior dedicação ao tema por parte dos profissionais que cuidam da gestão tributária, especialmente porque, com o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT), nova obrigação acessória criada para reportar os ajustes que devem ser neutralizados no RTT, a comunicação entre empresas e fisco envolverá maior detalhamento e periodicidade aos moldes do que se prevê com a implementação do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

“O grande recado da Receita Federal do Brasil para as empresas é que elas precisarão ter um controle muito maior sobre os ajustes que estão sendo feitos com a implementação das novas normas contábeis. Um cuidado que é preciso ter ao longo desse processo é não confundir os métodos e critérios da antiga e da nova contabilidade”, diz Yano, que alerta para a necessidade de investir em sistemas e pessoas qualificadas para dar conta dos desafios requeridos para essa troca de informações. “O problema é que ainda estamos saindo de um ambiente de crise financeira global, o que faz com que as empresas ainda não estejam num processo acelerado de contratação de pessoal ou investimentos em sistemas.

“Esse é um dos pontos centrais da questão: o curto espaço de tempo para aplicar as normas e informá-las adequadamente ao fisco, tendo uma estrutura funcional enxuta, será algo bastante desafiador”, aponta Yano. “Para o ano de 2008, a RFB está sendo bastante flexível, pois permitiu que as empresas enviassem o FCONT até 18 de dezembro de 2009. Também abriu a possibilidade para a substituição das informações de 2008 até que o FCONT de 2009 seja enviado, o que está previsto para acontecer junto com a DIPJ 2010”, pondera.

Outro aspecto relacionado à adoção obrigatória do RTT a partir de 2010 é que mesmo as empresas que não o aplicaram no biênio 2008/2009 deverão montar um balanço fiscal desses anos para ter saldos de abertura para aplicar o regime em 2010.

Alguns tópicos merecem atenção especial na preparação do FCONT: o detalhamento dos custos das companhias nos casos em que houver diferenças no critério de atribuição de custos fixos e variáveis aos produtos acabados e em elaboração, mediante rateio diverso daquele utilizado para fins societários. Há previsão específica na Instrução Normativa 949/09 exigindo que, mesmo para fins fiscais, a contabilidade de custos deverá estar integrada e coordenada com o restante da escrituração.

Ainda que o RTT tenha trazido bastante tranqüilidade ao mercado ao confirmar a neutralização para fins tributários essa comunicação entre as empresas e o fisco deverá ser aprimorada

O ajustes contábeis pela implementação da convergência contábil ao IFRS, pondera que as empresas continuam com muitas dúvidas sobre como o RTT pode ser utilizado para neutralizar por completo a aplicação da nova contabilidade. “Uma das incertezas diz respeito às combinações de negócios, especialmente nos casos em que a mensuração do ágio sobre rentabilidade futura pode ser alterada”, exemplifica.

Além disso, ao mesmo tempo em que o RTT foi criado de forma bastante genérica, sem mencionar métodos ou critérios específicos (exceção feita aos casos de subvenções para investimentos, doações recebidas do Poder Público e prêmios na emissão de debêntures, tratados nos artigos 18 e 19 da Lei 11.941/09), o que permite às empresas o tratamento de situações inúmeras no regime, ainda é preciso avaliar como a Receita Federal do Brasil irá fiscalizar tudo isso. “É importante contar com o apoio de profissionais com conhecimento no assunto, seja para ajudar na avaliação do tratamento adequado aos temas contábeis, seja para endereçá-los no plano fiscal”, observa.

Muitas empresas também relutam em investir na adaptação de seus sistemas, de forma a facilitar os controles para fins fiscais em razão das incertezas sobre o horizonte pós-RTT.

Cresce lista de empresas obrigadas a emitir NF – eletrônica e isso exige maior transparência e controle internos dessas empresas.

Após dois anos de obrigatoriedade, a adoção do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) chega a 2010 com novidades. A partir do próximo ano, a adoção ao sistema será feita com base no cruzamento do cadastro da empresa no Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE) com a lista de atividades publicadas pela Receita Federal e Secretaria de Fazenda de cada um dos Estados do País.

Conforme Roberto Paiva, gerente sênior de Impostos da Ernst & Young Brasil, a decisão do governo em alterar o critério para a adoção da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) busca dar mais amplitude à obrigatoriedade, visto que as atividades com CNAE’S secundários, utilizados pelas companhias em seu cadastro junto às autoridades fiscais, não apareciam na lista publicada anteriormente. “Com isso praticamente todas as empresas e atividades desenvolvidas estarão obrigadas a adotar a NF-e a partir de 2010”, completa Paiva.

O projeto prevê a segunda geração do documento eletrônico, em que vendedor e comprador terão responsabilidades sobre uma nota fiscal. Será preciso informar desde o registro de saída do produto até a confirmação do recebimento da mercadoria, passando pelas etapas de devolução, carta de correção, etc.

A Receita Federal prepara também sistema que exige a validação da situação fiscal do destinatário para fins de autorização do uso da NF-e, procedimento que atualmente está em fase de testes. “Na exposição de motivos da Medida Provisória nº 449 se menciona que o regime vigorará até que seja editada lei dispondo sobre o modo e a intensidade de integração da legislação tributária aos novos métodos e critérios internacionais de contabilidade. Isso também está expresso no parágrafo 1º do artigo 15 da Lei 11.941/09. Ou seja, sendo a neutralidade para fins tributários uma premissa de longo prazo, preconizada em lei, não há outra forma de mantê-la a não ser pela preservação da velha contabilidade, que vem sendo apelidada de contabilidade fiscal”, esclarece Yano.

Outro ponto que merece melhor encaminhamento no processo de migração ao IFRS é o descasamento entre o lucro tributável, apurado com base na velha contabilidade, e o lucro societário, base para distribuição de dividendos e também para cálculo dos juros sobre o capital próprio, apurado de acordo com os novos métodos e critérios contábeis. “A rigor, a empresa pode tributar lucros ainda não disponíveis para distribuição ou distribuir lucros ainda não tributados, daí a importância de se reconhecer os impostos diferidos decorrentes das diferenças entre a contabilidade societária e a fiscal”, conclui Yano.

Quando escrevo meus artigos e livros se faz necessário que o leitor tenha um entendimento diferenciado e abrangente para que mesmo filtre suas conjecturas resultantes.
Entendo que o poder central deseje minorar as dificuldades da base da pirâmide, mas a gula arrecadadotória deve conter seu ímpeto em determinados instantes, caso contrário poderá asfixiar o sujeito passivo podendo vir a falecer que não é interessante para o sistema.

Um fator que merece atenção é que as médias e grandes empresas podem customizar essas mudanças e mesmo assim ficam sensíveis a esse investimento, seja para a adaptação ou mesmo na aquisição de um novo sistema moderno que contemple essas alterações. Não podendo repassar para a precificação sob pena de perca mercadológica de seus produtos.
As empresas menores terão que obsorver essas diferenças passando a customizá-las e em seguida repassar na precificação, o que deve ser discutível essa atitude, optando muitas delas a redução de suas margens para dar maior giro á seus estoques.
Se analisarmos friamente nossas empresas que em sua totalidade está representado pelas optantes do Sistema Simples Nacional são em sua maioria geridas por empreendedores que cultivam ações desprovidas de ajuda acadêmica e devemos levar em consideração essa propriedade e sua cultura de sonegação é facilmente identificável, qualquer ação que venha a identificar essa ausência de educação e cultura o sistema também é responsável, e isso se comprova através da flexibilidade na aplicação da legislação.
Ratifico, aprovo completamente o sistema SPED, mas devemos entender que sua origem onde foi aplicado tinha outra base de sustentação do sujeito passivo, pois a simples adoção e transferência deveriam antever diversos fatores desde a aplicabilidade de um UP GRADE ao sistema do usuário até sua cultura dantes exercida.

13. CONCLUSÃO APÓS ESTUDOS MOMINOS
O sistema SPED, obviamente faz parte de um cenário fiscalizatório mais abrangente, o EFD, a plataforma de sua inserção no sistema contábil está resultando um ônus não previsto, e a prova disso tudo é a inclusão do VALIDADOR no ato de envio do SPED, mas o, mas gritante é que o feed back conclusivo destinará importantes informações á uma auditoria fiscal digital, que fatalmente mostrará com clarividência o grande fosso em que as empresas mantenedora de sistema e seus respectivos usuários estão expondo.
A academia, universidades, os órgãos de classe não estão visualizando esse futuro agravo, e deveria antever os reflexos desses fatos, orientando e treinando profissionais e empresas para um ambiente totalmente transparente e exímio controle interno.
Tento através de meus artigos, mostrar a necessidade de uma maior capacitação e qualificação de profissionais e gestores para esse momento, algum tem acatado com naturalidade, mas a limitação da grande massa inibe o real entendimento desses artigos.

13. Bibliografia

CONTABILIDADE – Coletânea de Artigos, Da Costa, Elenito Elias, Editora Fortes
CONTABILIDADE 2 – Coletânea de Artigos, Da Costa, Elenito Elias, Editora Fortes
TRANSPARÊNCIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E FINANCEIRAS – Editora Juruá, Da Costa, Elenito Elias e demais.
Revista da KPMG
Revista da PWC
Revista da Deloitte
Revista da E Y
Sitio da SRF – SPED.

AUTOR: ELENITO ELIAS DA COSTA


Ficou Desempregado? … Beleza!… Seja Consultor!

Posted by Maurício de Oliveira on fev.22, 2012, under Sem categoria Comente

Quando o consultor chegou para dar o treinamento sobre a implantação do sistema MRP, naquele ano de 1986, a galera ficou olhando pra ele respeitosamente. Pô, o cara era Consultor, isso dava um certo “tchan”, criava tipo uma aura no sujeito, ainda mais com aquele terno invocado, que parecia feito sob medida, o sapato reluzente e, claro, todo mundo se ajeitou na cadeira pra ouvir o “hôme”.
O sol pegava pesado no canteiro de obras enquanto todos ouviam as explicações do consultor de projetos de tubulações. O cara era o fera em análise de flexibilidade e, de capacete, botas cheias de barro e camisa com as mangas arregaçadas até o cotovelo, dava instruções enquanto tentava secar o suor da testa.
Aquela senhorinha, baixinha, com um lenço lilás amarrado no pescoço e um ar respeitoso de vovó, dava as últimas dicas para a dona de casa sobre a arrumação do closet e outras providências internas, na condição de consultora de serviços do lar. Haviam dois ministros que… (bem, vamos pular esta parte).

O que é um consultor? Segundo o especialista Peter Block (1991), “o consultor é uma pessoa que, por sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influência sobre pessoas, grupos e organizações, mas não tem poder direto para produzir mudanças ou programas de implementação”. Já a partir da visão de Crocco e Guttmann (2005), duas outras feras, para um profissional ser realmente considerado um consultor, é necessário que ele siga certas premissas de independência, automotivação, perícia escrita e verbal, capacidade analítica, autenticidade e ética. Contudo, apesar destas corretas definições, a situação fica meio que parecendo coisa de gente do andar de cima, aquele pessoal que anda de terno invocado e parecem candidatos a vereador. Não é necessariamente assim. Um consultor, como qualquer outro profissional ligado à área empresarial, deve ter como característica pessoal aquilo que os exegetas e puristas da administração científica chamam de “Características CHA”, ou seja, deve possuir Conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Significa dizer que não basta saber o que fazer, é preciso saber como fazer e querer fazer.

Ora, independentemente das definições teóricas do que seja um consultor, qualquer um que detenha as características CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude) pode iniciar no metièr sem medo de ser feliz. Imaginemos um profissional de engenharia, ou de qualquer outra área, que após mais de trinta anos de estrada se aposente ou seja demitido de uma empresa e fique disponível; bem, a possibilidade de ficar jogando dama na praça ou pular da ponte Rio-Niteroi não devem ser consideradas diante do potencial desta pessoa. Na verdade é a hora de começar a faturar com a gama de conhecimentos e experiências que acumulou; os sucessos e fracassos atingidos ao longo da carreira formam patrimônio inestimável. E mais, se ao invés de ser um engenheiro, ou um doutor em alguma coisa, for um motorista de ônibus que batalhou no transito por mais de trinta anos, também pode se tornar um consultor ministrando treinamento e palestras nas empresas do setor. Basta de preparar pra isso.

A nível de comportamento um consultor deve exteriorizar valores, emoções e seu conhecimento. É preciso ter a capacidade de se comunicar dentro da empresa de forma produtiva, porém tranqüila, deixando claro a todos os colaboradores que está comprometido com seu trabalho, que acredita no que faz, e está disposto a ajudar a empresa. O posicionamento como um colega dos demais funcionários, como o de alguém que está ali para ajudá-los, é imprescindível para que estes criem confiança e não atrapalhem no seu trabalho, do contrário pode se ferrar. As habilidades do consultor devem estar focadas preferencialmente nos métodos e instrumentos utilizados, no compartilhamento de idéias e informações sobre a empresa, na criação de um clima favorável, na gestão dos recursos disponíveis e na motivação.

Além disso, o consultor deve saber também quais as melhores formas de se realizar a coleta de dados para posterior diagnóstico, dentro de cada tipo de organização, observando suas políticas e valores, antes mesmo de iniciar seu trabalho, se este for o caso. Ele deve manter-se alinhado aos componentes da cultura organizacional de onde está realizando a consultoria, e respeitá-la. Isso vai garantir uma relação tranqüila com a empresa-cliente, gerando sempre resultados positivos, que podem resultar também em contratações futuras por essa mesma empresa e por outras que podem ter conhecimento dos bons resultados. Um consultor que não segue essa linha, acaba encontrando obstáculos no momento que está realizando sua análise, é considerado um profissional inexperiente e ineficiente no ramo empresarial.

A relação do consultor com o cliente pode ser várias formas e algumas das características são: se há algum tipo de vínculo empregatício, se o produto pode ser trabalhado remotamente, e se há necessidade de algum documento formal. O consultor associado é aquele que de modo formal ou informal está inserido em uma “rede”, onde cada consultor tem sua especialidade, e juntos se complementam, trazendo um resultado mais eficaz, veloz e completo. Uma das vantagens nesse caso é que os consultores trocam experiências entre si, resultando num conhecimento muito maior para todos os profissionais envolvidos. O consultor autônomo não tem esse tipo de relacionamento com outros consultores. Ele trabalha sozinho e possui conhecimentos em diversas áreas. Normalmente esses profissionais também são palestrantes, já que esta é a melhor forma de propaganda para essa categoria. Por último vem o consultor virtual. Ele não se encontra pessoalmente com seus clientes, mas de forma remota faz os diagnósticos e propostas de acordo com as necessidades informadas pelo cliente

Mas quando o assunto é consultoria há algumas considerações, por exemplo, a consultoria não pode ser simplesmente vendida como se fosse verdura numa banca. A empresa-cliente deve comprá-la de acordo com suas necessidades. Poderíamos comparar a um médico-cirurgião, que não pode sair por aí buscando pacientes, oferecendo cirurgias de ponte-de-safena a qualquer um. O princípio teórico do negócio ensina que não é o consultor que deve vender seus serviços, e sim a empresa cliente que deve reconhecer que algo está errado e buscar a ajuda de um profissional. Isso é muito bonito mas não melhora a sua situação junto ao gerente da sua conta no banco, então é necessário botar a cara pra fora, cair dentro do mercado. Considerando, contudo, que a coisa é séria, antes de se decidir a entrar de peito no negócio é necessário planejar tudo muito direitinho, fazer um PDCA bem criterioso e detalhado, cumprir as etapas com dedicação sem queimar nenhuma delas, se revestir do espírito de empreendedor, dono do próprio negócio, calçar as sandálias da humildade e buscar ajuda disponível e gratuita do SEBRAE (http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/ ) . Além disso vai ser necessário tornar-se pessoa jurídica para emitir documentos fiscais e etc, mas isso é moleza hoje em dia através do programa microempreendedor individual, no qual qualquer pessoas tira o CNPJ no mesmo dia (www.mei.com.br). Então … carpe diem!

Mauricio de Oliveira é engenheiro industrial mecânico, especializado em gestão industrial, gestão da qualidade e consultor
email: Mauricio@kaizzen.com.br

site: www.kaizzen.com.br


Liderança, Motivação… Mas Cadê o Meu?!

Posted by Maurício de Oliveira on dez.26, 2011, under Sem categoria Comente

Max Weber, escreveu há muitos anos um livro chamado The Theory of Social and Economic Organization (A teoria da organização econômica e social). Neste livro, Weber enunciou as diferenças entre poder e autoridade, e essas definições ainda são amplamente usadas hoje. Poder, na sua concepção, é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer. Todos sabemos como é o poder. Quase todo mundo já o sentiu pegando pesado na suas costas. Tipo assim: “Faça isso ou será despedido”, “Faça isso agora ou suspendo você” ou ainda casos do tipo: “Fulano, vá lavar a louça agora, que eu estou mandando…” Em palavras simples, no popular: Manda quem pode, obedece quem tem juízo. No entanto, Autoridade seria outra coisa bem diferente: É a habilidade de levar as pessoas a fazerem, de boa vontade, o que você quer por causa de sua influência pessoal; é levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você deseja, porque você pediu que fizessem. Tipo assim: “Vou fazer porque Fulano me pediu, ou “Vou fazer isso porque mamãe me pediu”. Notamos então que poder é definido como uma faculdade, enquanto autoridade é definida como uma habilidade. Não é necessário ter cérebro ou coragem para exercer poder. Crianças de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. Porém, estabelecer autoridade sobre pessoas, liderar, motivar, requer um conjunto especial de habilidades, as quais só são naturais nos verdadeiros líderes.

Então fica entendido que um verdadeiro líder é acima de tudo um motivador. Mas como motivar uma equipe totalmente desmotivada, já com a cor amarelo-hepatite, sem tesão pra buscar a melhoria dos indicadores ou qualquer coisa assim? Bem, sempre há o recurso do dinheiro. Onde entra grana acontecem milagres; onde ela é escassa o solo fica árido e não nascem nem cactos. O dinheiro é importante; se alguém tiver dúvida disso é só atrasar a entrega dos contra-cheques para ver o tamanho da encrenca. De um modo geral as pessoas são motivadas por seus próprios interesses e todos são movidos por pecúnia. E motivação é um assunto muito discutido nas empresas. Ainda assim poucos a compreendem totalmente e ter uma equipe sempre motivada ainda é um mistério. Há no mercado milhares de consultores e palestrantes, das mais variadas áreas de atuação, que desfilam um arrazoado de bla-bla-blas, vendendo seus peixes como líderes-motivadores-vencedores-da-temporada. O resultado final às vezes é até satisfatório, depois de correr atrás dos autógrafos, porém por curto período de tempo. A motivação não se mantém, e tudo volta a ser como dantes no quartel de Abrantes, e os efeitos disso no negócio podem ser desastrosos.

Na verdade, quando um time não está ganhando os problemas normalmente estão muito além do campo, independentemente de lideranças do tipo A ou B, do líder ser bonzinho ou ser chupa-cabra, o que se necessita, nessas situações, é de um líder gerencial, alguém que enxergue além da linha da bola. O líder gerencial vai buscar trabalhar as causas e não os efeitos da desmotivação da equipe, que se evidenciam através da alta rotatividade de funcionários; diminuição da produtividade; erros tolos e constantes; faltas, atrasos e um monte de desculpas; pessoas tristes, melancólicas e irritadiças; funcionários com o desempenho despencando; resultados aquém das metas definidas e etc. Perceberá ainda que se algo não for feito logo, até quem estava animado vai desanimar porque, para piorar, essa onda pega. Para isto o líder gerencial deverá ter características como profundo interesse em participar na dissipação de todo o tipo de ignorância; habilidade em aplicar conhecimento e transformá-lo em sabedoria; capacidade extraordinária de compreensão que transcende necessidade de controlar ou modificar o mundo; dedicação à descoberta da “verdade que liberta”; capacidade de fazer diagnósticos precisos e indicar caminhos adequados; capacidade de identificar as causas reais, pontos fortes e oportunidades de crescimento de pessoas e organizações; habilidades extraordinárias em dissolver confusões e encrencas interpessoais, calma em abundância, além da capacidade de adequar a metodologia à tarefa.

Motivação de equipes é tema de muitos e muitos estudos, pode-se citar por exemplo A Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow que é, sem dúvida, a teoria da motivação mais conhecida. Esta teoria se assenta em dois pressupostos fundamentais: I – As pessoas são organismos motivados pelo desejo de satisfazer determinado tipo de necessidades; II – Essas necessidades são universais e dispõem-se de forma sequencial ou hierárquica. Isso significa que o indivíduo se sentirá motivado a satisfazer uma necessidade de nível superior apenas quando todas as outras necessidades que
lhe são inferiores estiverem satisfeitas. Já Douglas McGregor criou a Teoria XY; segundo a qual propôs duas visões distintas relativamente à forma de pensar o Homem: Uma visão tradicional, basicamente negativa, designada por Teoria X e outra contemporânea, basicamente positiva, designada por Teoria Y. Depois de ter observado a forma como os gestores lidam com os seus trabalhadores, McGregor concluiu que a forma como os gestores vêem a natureza humana se baseia num conjunto de pressupostos, e que o
gestor tende a moldar o seu comportamento face aos subordinados com base nesses pressupostos e bla-bla-bla pra cá e trololó pra lá, que faz a alegria dos gestores de RH, mas que dá coceiras múltiplas no líder gerencial que precisa fechar o mês com indicadores decentes. E ele sabe que só necessitará de cinco coisas para manter uma equipe motivada : bons salários, política de gestão, boas condições de trabalhos, boas relações interpessoais em todos os níveis e benefícios sociais (cesta básica, plano de saúde, refeição no local de trabalho e, se possível, um churrasquinho todo mês).

Mauricio de Oliveira é engenheiro industrial mecânico e consultor em sistemas de manufatura, gestão industrial e gestão de qualidade (email: mauricio@kaizzen.com.br).
Site: www.kaizzen.com.br


PODER LEGISLATIVO + PODER JUDICIÁRIO = CORRUPÇÃO

Posted by Elenito Elias da Costa on dez.23, 2011, under Sem categoria Comente

PODER LEGISLATIVO + PODER JUDICIÁRIO = CORRUPÇÃO

A sociedade brasileira recebeu um grande presente de Natal dos poderes acima citados, pelo menos agora podemos compreender significado da educação que intitula o referido artigo. Sabemos que isso não é nenhuma novidade, mas é que está ficando inevitável acobertar esses fatos, até mesmo para seus próprios pares.
O primeiro se mostrou oportunista na aprovação do Orçamento, não haverá aumento para servidores, aposentados e pensionistas o que podemos entender que não contribuem para a Economia, representa somente um peso morto, o segundo abriu a caixa de pandora, na tentativa de separar o joio do trigo, ambos demonstram com seus atos que nem eles mesmos aturam tamanha indecência.
Acredito que esteja próximo o momento popular de dizer um BASTA a todos esses poderes, sem nenhuma exclusão, que transformar em palhaços toda a sociedade brasileira.
Haverá um dia em que a sociedade brasileira vai entender que quantitativamente e qualitativamente tem poder suficiente para exterminar a CORRUPÇÃO, inserida nos citados poderes, mesmo que para isso, seja necessário adotar atitude atípica.
Diante dos cenários econômicos existentes (nacional e internacional) o ano de 2012, será um ano que as exigências de transparência e de controle interno tende a se agravar, e a sociedade deverá ficar menos tolerante quanto á existência de poderes constituídos que não possuem valores.
Quando a sociedade brasileira entender essa equação, e tomar a atitude derivativa e conseqüente de seus efeitos, mesmo diante de seus pífios valores que a envolve, eclodirá e se tornará realmente uma sociedade digna de um futuro mais promissor.
Alguém poderia realmente desejar um FELIZ NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO para a sociedade brasileira que precisa e necessita somente de um pequeno presente a extinção da CORRUPÇÃO.
O relógio social exige postura diferenciada de uma sociedade que deseja um futuro diferente, sendo minada por elementos integrantes desses poderes que não entenderam o momento de dar um basta a sua gula financeira.
Engraçado, mesmo sem uma educação de qualidade, sem saúde, sem infra-estrutura, a sociedade sabe paulatinamente se mobilizar para adotar a assepsia necessária e oportuna.
O mais interessante é que a DEMOCRACIA nos ensina a respeitar os poderes constituídos, mas o que devemos fazer quando os poderes não respeitam a sociedade eleitoreira?
Quando desejar a alguém um FELIZ NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO, pense no PERU da ceia do natal, e no futuro incerto após 2012 que nos espera.
Os fatos econômicos, seus efeitos e suas causas nos levam a uma reflexão, por exemplo, por que aturamos esses integrantes com procedimentos indecentes que minam esses poderes?
Que adianta submetê-los a julgamento “justo”?
Talvez sua matéria possa ser utilizada pela natureza para um fim mais benéfico?
Talvez o grande problema seja o sistema, ou talvez o ser que o integra, mas verdadeiramente o que importa são seus valores individuais, que lamentavelmente inibe nossa solução positiva, derivativa de uma ação racional e lógica.
Se a nossa inépcia inibe a nossa ação, o que nos difere desses integrantes?
Se entendermos que CORRUPÇÃO é um câncer social, como podemos extirpá-lo? Caso tenha idéia melhor, por favor, difunda-a.
Qual o significado de uma sociedade de néscios?
Você acredita que a inação, seja a solução, então realmente você acredita em PAPAI NOEL.

Autor: Um néscio brasileiro.


SURPRISE/CONGRATULATIONS

Posted by Elenito Elias da Costa on nov.07, 2011, under Sem categoria Comente

elenito elias SURPRISE/CONGRATULATIONSLouvo á Deus a sua existência

Inocente ser que se apresenta ao mundo com sua sapiência profissional
Longa caminhada realizada até sua formação
Yes, estaremos sempre a te apoiar
Algumas pedra hão de existir, mas são somente pedras
Nada deve conter o seu futuro brilhante
No lugar certo e no momento oportuno, tua realização existirá.

Do seu PAI.


SEXTA-FEIRA CULTURAL NA FAC

Posted by Elenito Elias da Costa on out.24, 2011, under Sem categoria Comente

A FACULDADE CEARENSE, FAC, EM FORTALEZA-CEARÁ, PROMOVE O PROJETO DENOMINADO, SEXTA-FEIRA CULTURAL, ONDE DESENVOLVE JUNTAMENTE COM SEUS PROFESSORES, ALUNOS E CONVIDADOS A POTENCIALIDADE DA CULTURA CEARENSE.


O quão atual é a sua abordagem de vendas?

Posted by Evaldo Costa on out.11, 2011, under Sem categoria Comente

evaldo costa O quão atual é a sua abordagem de vendas?Os produtos diversificaram, a qualidade evoluiu, a tecnologia aprimorou-se, o cliente ficou mais exigente, a concorrência acirrou-se e as regras do jogo evoluíram. E quanto e a sua abordagem de vendas? Ela é atual ou a de sempre? Saiba que para ser bem sucedido na carreira de vendas é preciso criar abordagem personalizada, baseada no valor e na diferenciação.

Mas, como agir para otimizá-la? O primeiro passo é admitir que precisa se atualizar e o segundo é estar disposto ao trabalho duro a fim de mudar para melhor. No entanto, a minha experiência revela que a maioria dos vendedores não está disposta a se dedicar para disputar vendas, preferem contar com negociação menos trabalhosa. (Leia mais…)


INFORMAÇÃO

Posted by Elenito Elias da Costa on out.05, 2011, under Sem categoria Comente

O Prof. FELIPE OLIVEIRA DE CARVALHO, informa que detem informações de CURSOS para atender a todos os profissionais de CONTABILIDADE e similares.


ENSAIO DO PERFIL DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADE

Posted by Elenito Elias da Costa on out.03, 2011, under contabilidade, Sem categoria Comente

elenito elias ENSAIO DO PERFIL DO PROFISSIONAL DE CONTABILIDADETraçar um perfil do profissional de contabilidade é uma das tarefas mais hercúlea que podemos elabora, mesmo porque essa tarefa exige uma propriedade muito especial e talvez não alcance o objetivo desejável, haja vista a adequação internacional da contabilidade que exige recursos mais especiais.
A educação brasileira está bastante fragilizada, haja vista a existência de um país continental como o Brasil, atingido por diversos programas políticos que nebulam a necessidade básica dessa nação.
Há registro de progresso, isso é inegável, mas diante da globalização e dos avanços necessários ratificam a ausência da qualidade desejável para conceituar um profissional globalizado, que possa embasar os avanços que desejamos. (Leia mais…)


NÃO SEJAM NÉSCIOS, REFLITAM

Posted by Elenito Elias da Costa on set.18, 2011, under Sem categoria Comente

elenito elias NÃO SEJAM NÉSCIOS, REFLITAMNos últimos tempos, está ocorrendo um grande número de escândalos financeiros, bancários e de grandes empresas, o que nos leva a refletir sobre a periodicidade, qualidade e quantidade dos valores envolvidos nesses fatos.
Devemos crer que um ERRO, DOLO, e INCONSISTÊNCIA CONTÁBIL, se constroem ao longo do tempo, e diversos demonstrativos contábeis e financeiros, pareceres, análises, diagnósticos não perceberam em tempo hábil a ocorrência dos citados fatos.
Por que somente agora esses escândalos vêem a tona, com a identificação de culpados (laranjas) e valores em questão? (Leia mais…)


EMPRESA QUE FAZ A DIFERENÇA

Posted by Elenito Elias da Costa on set.15, 2011, under Sem categoria Comente

elenito elias EMPRESA QUE FAZ A DIFERENÇANome: IRMÃOS EMPREEND CONTÁBEIS S/C LTDA
Responsável técnico: JOSÉ SILVA, ELENITO ELIAS DA COSTA, MA. EURINEIDE ELIAS DA COSTA
Endereço: RUA SÃO SEBASTIÃO 744
Telefone: (85) 3295-3111
Bairro: BOA VISTA
Cidade: FORTALEZA
Estado: CE
CEP: 60.715-590 (Leia mais…)


INVESTIDORES ATÉ MESMO AQUILES SABIA QUE O IMPORTANTE É A BASE

Posted by Elenito Elias da Costa on set.04, 2011, under Sem categoria Comente

elenito elias INVESTIDORES ATÉ MESMO AQUILES SABIA QUE O IMPORTANTE É A BASEConformados com sua insignificância e débil existência, motivada por irracionais fatos

Ondas de ações inócuas derivadas por gestores inábeis e incompetentes se alastram
No atual sistema de exigência de transparência e de controle interno
Traz consigo as DCF’s eivadas de vícios e inconsistências que debilitam o PL
Alvo de um sistema fiscalizatório existente que há de desnudar estratégias insanas
Bastante fragilizada pela a adequação internacional que exige transparência (Leia mais…)


CORRUPÇÃO SÓ TEM UM REMÉDIO

Posted by Elenito Elias da Costa on set.02, 2011, under Sem categoria Comente

elenito elias CORRUPÇÃO SÓ TEM UM REMÉDIOMuitos acham que a legislação vigente pode conter essa onda de Corrupção

O país tem suas Leis para disciplinar citados comportamentos
Banalizada em todo país inserida em diversos seguimentos, destrói uma sociedade
Irmanados coercitivamente através de princípios seu combate deve ser hercúleo
Livres para agir, mas amordaçados pela pífia educação e mísera cultura
Imobilizados por cartões e mídias cancerígenas
Zerado por inocência, covardia, emprego, e oportunidades (Leia mais…)


CORRUPÇÃO SÓ TEM UM REMÉDIO

Posted by Elenito Elias da Costa on ago.18, 2011, under Brasil, Governo, Sem categoria (1) Comentário

elenito elias CORRUPÇÃO SÓ TEM UM REMÉDIOMuitos acham que a legislação vigente pode conter essa onda de Corrupção

O país tem suas Leis para disciplinar citados comportamentos
Banalizada em todo país inserida em diversos seguimentos, destrói uma sociedade
Irmanados coercitivamente através de princípios seu combate deve ser hercúleo
Livres para agir, mas amordaçados pela pífia educação e mísera cultura
Imobilizados por cartões e mídias cancerígenas
Zerado por inocência, covardia, emprego, e oportunidades (Leia mais…)


AUTORES E VITIMAS PARALELAS QUE SE ENCONTRARÃO

Posted by Elenito Elias da Costa on ago.12, 2011, under Sem categoria Comente

AUTORES E VÍTIMAS, PARALELAS QUE SE ENCONTRARÃO

Bancos de escolas tentam nos ensinar, a educação visa resgatar
Racionais atos e ações traduzem nossa pífia existência
Alma gentil que se desnuda e nivela o ápice de nossa imperícia
Somos uma nação pacata demais, frágil e débil
Individualmente, somos partes de um todo que um dia acordará
Legítimo legado nos acovarda e se acalma com cartão
Envoltos em corrupção onde a transparência atinge
Irmanados e informados dos fatos, mas néscio em ações
Razão nos acolhe, mas inepto somos, pois o verde nos alimenta
Onde inexiste educação de qualidade, origina uma domada manada

Autor: Elenito Elias da Costa


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