Category: Oportunidades

Prospecção de Mercado, Afinal o que é?

Posted by Thayane Fidelis de Aquino on mai.19, 2011, under Abrir Uma Empresa, Clientes, Empreendedorismo, Marketing, Micro e Pequenas Empresas, Negociação, Oportunidades, Serviços, Vendas Comente

Um dos grandes pesadelos de muitas micro e pequenas empresas que estão iniciando um negócio ou estão em plena atividade é a Prospecção de Mercado.
 
Muitas empresas iniciam seu empreendimento sem planejar o processo de prospecção e vendas de seu negócio, e muitas vezes possuem grande potencial de crescimento, mas ficam limitadas ou estagnadas por não entenderem como fazer este processo de forma eficaz.
Ficam perdidas se perguntando onde e como conseguir mais clientes. Por onde começar?
 
Primeiramente é preciso entender que prospecção não é venda, mas sim parte de um processo de vendas e para que este processo seja eficiente é preciso ter uma metodologia de trabalho clara e definida.

O poder das más idéias

Posted by Ze on fev.01, 2011, under Empreendedorismo, Idéias, Inovação, Oportunidades Comente

Desistir o mais rápido possível de algo que não tem como dar certo é tão importante quanto dar vida a um plano realmente bom

Zsuzsanna Kilian/ stock.xchng

 O poder das más idéias

Muitas das minhas ideias deveriam ser jogadas no lixo o quanto antes

Todos os dias me vem uma ideia. Acho que isso é coisa de empreendedor. A gente adora inventar — e fica tão feliz quando aparece uma ideia que nem para para pensar se ela é realmente boa. Durante muitos anos, quis colocar tudo o que eu pensava em prática. Mas,
com o tempo, aprendi que muitas de minhas ideias devem ser jogadas no lixo — e, quanto antes, melhor.

Acho que todo empreendedor já passou pela experiência de insistir num projeto que não vai para a frente. Quando isso acontece, ficamos matutando para identificar o que está dando errado. Culpamos os funcionários, dizendo que eles não trabalham direito. Culpamos os fornecedores, reclamando dos custos. Culpamos os concorrentes, a legislação tributária, o governo atual, o governo anterior, o cenário econômico mundial. Culpamos até o coitado do cliente, que, afinal, não enxerga o quanto é bom aquele produto ou serviço que a gente inventou.

Dificilmente admitimos que o problema  pode estar na ideia, que era ruim de nascença e não ia dar certo nunca. Isso é tão importante quanto dar vida a um projeto realmente bom quem fica gastando dinheiro e energia com coisas que só podem dar errado não vai ter forças para investir no que tem chance de dar certo.

Lembro agora de uma ideia péssima que, na ocasião, achei muito boa. Era 1990, e eu tinha lido uma notícia sobre a volta do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 ao autódromo de Interlagos, em São Paulo. Resolvi fazer adesivos em forma dos carros de corrida para vender na porta do autódromo. Pensei: a minha empresa, o Grupo Sid, já faz comunicação visual e há estrutura para a produção. Também tenho dinheiro para a matéria-prima.

Li no jornal que haveria mais de 100.000 pessoas no evento. Fiz as contas. Considerei que, se apenas 10% do público se interessasse pelos adesivos, já ganharia um bom dinheiro. O custo de dez adesivos era, em dinheiro de hoje, 5 reais. Seriam vendidos pelo dobro. Eu me achei um gênio.

Faltavam apenas sete dias para a corrida. Parei tudo e coloquei todo mundo para fazer os adesivos. Produzimos 13.000. Com tudo pronto, aluguei uma Kombi e juntei os seis melhores vendedores. No dia da corrida, seguimos ainda de madrugada para o autódromo. Ficamos bem em frente à entrada principal e começamos a oferecer os adesivos. O interesse do público pareceu bem menor do que eu
havia imaginado, mas insisti. Ficamos 8 horas ali, até que o último espectador entrou. Voltamos para a Kombi para o balanço. Tínhamos vendido 11 pacotinhos no total.

Não restou muita coisa a fazer a não ser subir no capô da Kombi, abrir umas latinhas de cerveja e ver a corrida. Aluguel da Kombi: 300 reais. Matéria- prima para os adesivos: 2.600 reais. Assistir à corrida empoleirado no teto da Kombi: não tem preço.

Não sei por que não percebi quanto o plano dos adesivos era ruim. Os fãs de F1 gostam de produtos oficiais com a marca das  escuderias, como camisetas da Ferrari ou bonés da McLaren. Além disso, todos estavam tão enlouquecidos para ver carros de verdade
que nem prestavam atenção na gente.

De lá para cá, continuo tendo ideias que não prestam. A diferença é que consigo perceber a ruindade mais cedo. No caso da corrida, tive várias oportunidades para desistir. Poderia ter pensado melhor e nem fabricado nada. Poderia, depois de tudo pronto, chegar à conclusão de que não valeria a pena ficar aquele tempo todo parado na entrada do autódromo. Mas não — eu fui até o fim.

Ter ideia besta é natural. Elas vão aparecer sempre. A sabedoria consiste em eliminá-las logo. As más ideias têm um poder danado —conforme ganham vida, fica mais difícil enxergar a raiz do problema.

Fonte: Exame PME


Seis mercados em crescimento para pequenas empresas

Posted by Ze on jan.29, 2011, under Mercado, Oportunidades, Pesquisas, Tendências Comente

Sabe quais são os setores mais promissores nos próximos anos? A empresa de análise de mercado IBISWorld, dos Estados Unidos, apontou os seis mercados que devem ter um crescimento bastante acelerado na próxima década naquele país. Esses segmentos, divulgados pelo site americano The Street, podem ser boas oportunidades para as pequenas empresas. Inclusive as do Brasil. Confira!
1. Provedores de VoIP (voz sobre IP)
Crescimento previsto: 149,6%
Essa indústria cresceu 179% de 2002 para 2009, segundo a IBISWorld, e o futuro continua promissor para essa forma barata de comunicação – em comparação com o telefone tradicional.

2. Planos de previdência e aposentadoria
Crescimento previsto: 133,7%
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que apenas 13% dos americanos acreditam que terão dinheiro suficiente para viver confortavelmente durante a aposentadoria. Ao mesmo tempo, 72% disseram que vão continuar pagando o mesmo valor em planos de previdência e 18% pretendem aumentar esse montante. Em resumo: há uma população que está envelhecendo e que planeja o período da aposentadoria.

3. Biotecnologia
Crescimento previsto: 127,6%
O envelhecimento da população faz com que as pessoas precisem cada vez mais dos avanços da medicina. Apesar de ser um setor dominado por grandes corporações, a IBISWorld acredita que as pequenas empresas terão seu espaço na terceirização de alguns processos.

4. Comércio eletrônico e leilões online
Crescimento previsto: 124,7%
O setor quintuplicou de tamanho na última década e ainda está crescendo. A IBISWorld acredita que esse mercado ainda vai se expandir mais porque as pessoas estão cada vez mais confortáveis com os pagamentos online.

5. Consultoria ambiental
Crescimento previsto: 120,3%
Parece uma aposta segura acreditar que ninguém pensa em ser menos “verde” na próxima década. Também é bem provável que aumente o número de regulamentações ambientais e muitas empresas não têm nem ideia de como deixar suas produções mais limpas. É aí que entram os consultores ambientais.

6. Videogames
Crescimento previsto: 112,9%
As vendas do setor nos Estados Unidos mais que dobraram desde o ano 2000, chegando a US$ 19,6 bilhões. O levantamento da IBISWorld mostra que esse crescimento deve continuar. Um aviso: o mercado de aluguéis de games deve cair 32,8%.

Fonte: Papo de Empreendedor


Não perca uma oportunidade para ser fabuloso nesse ano de 2011

Posted by Ze on jan.27, 2011, under Oportunidades Comente

Você já fez suas resoluções para 2011? Esta é aquela época em que construímos esperanças de grandes realizações para o ano que começa. Fazemos nossas promessas e estabelecemos metas importantes para nossas vidas. Aos que pretendem seguir a carreira empreendedora, permitam-me fazer uma sugestão de uma boa resolução para se adotar para 2011: Não perca uma oportunidade para ser fabuloso em 2011!

Quem me deu esta dica foi a Profª Tina Seelig, coordenadora do Centro de Empreendedorismo Tecnológico da Universidade de Stanford em 2008.

Refletindo sobre o tema, percebi que esta é uma característica comum entre a maioria dos empreendedores que conheço. A tão propalada necessidade de realização e de conquistas que qualifica empreendedores bem sucedidos é inspirada por esta simples dica que acabei por transformar em recomendação aos meus alunos, orientandos e mentorados.

Mas o que isto significa? Ser fabuloso é obter uma realização que seja marcante, significativa, memorável e da qual você se orgulhe e dê uma sensação de que valeu a pena ter se dedicado para ela. Não é algo que você já tem obrigação de fazer, como passar de ano ou atingir uma meta no trabalho.

Também não pode ser algo que dependa mais dos outros do que de você.

Para empreendedores, se tornar proprietário de um novo negócio é uma forma se ser fabuloso, talvez a mais óbvia. Existem várias outras formas de ser fabuloso. As pessoas costumam pensar em causas sociais, como ajudar a desenvolver uma determinada comunidade de recursos limitados, ou participar de um grupo assistencialista. Isto tudo é relevante, claro, mas o importante é que esta seja uma realização na qual você seja o principal protagonista. Seja qual for a atividade ou projeto, você precisa ser o principal responsável.

A melhor forma de pensar em ser fabuloso em algo é começar com suas competências. O que você sabe fazer bem? Como esta sua competência ou habilidade pode ser útil para construir algo relevante? Lembre-se que não podem ser várias coisas no ano, pode ser apenas uma ou duas, mas o importante é que seja algo grande e marcante. Outra forma é aproveitar as pessoas que você conhece e mobilizá-las para construir algo sob a sua batuta.

Deixe-me dar alguns exemplos:

Publicar um vídeo na internet que as pessoas achem legal e divulguem a ponto de se tornar viral, com milhares de acesso. Isso é fabuloso. Já ter centenas de seguidores no Twitter pode ser um grande desafio, mas não é fabuloso. Vencer um concurso de dança é fabuloso, mas se você é dançarino profissional, deixa de ser algo fabuloso, pois não é desafiador. Participar de um programa de intercâmbio internacional por seis meses é algo fabuloso, mas se você estiver fazendo isso depois que a maioria dos seus amigos já fez, aí já não é mais fabuloso, pois a iniciativa não foi sua e sim um comportamento imitativo.

Eles podem parecer banais, mas estas realizações precisam ser desafiadoras para quem as realizou. Ah sim, não se esqueça que precisa ser algo que possa se tornar público, algo que as pessoas vejam, reconheçam o valor e te parabenizem por isso. Precisa haver algum reconhecimento externo. Se você mobilizou centenas de pessoas para fazerem doações para uma instituição e ninguém souber disso, pode ter sido importante para você e sua auto-estima, mas não será algo fabuloso se as pessoas não a reconhecerem como tal.

Você não precisa definir agora o que pretende fazer e estabelecer esta meta antecipadamente. Basta colocar como meta que você fará algo fabuloso em 2011, sem necessariamente precisar o que. Ao longo do ano, esteja atento às oportunidades. Se você estiver ligado, verá que elas virão, uma atrás da outra.

Pode ser um convite para escrever para um site de grande exposição, pode ser um convite para viajar com um amigo para uma cultura desconhecida, pode ser através de uma pessoa que você acaba de conhecer e que trabalha para uma grande multinacional, pode ser um amigo que tem uma ótima idéia de negócio e que precisa de um sócio. As oportunidades estão em todos os lugares, basta aprendermos a identificá-las. Se você quer fazer algo fabuloso, não só você a identificará como fará de tudo para aproveitá-la.

Como você reparou, não estou falando de negócios, mas a biografia de grandes empreendedores está repleta de realizações fabulosas que não tem nada a ver com os negócios que eles criaram, mas fizeram parte do seu processo de formação empreendedora. Isso significa, antes de tudo, que empreendedores não se perdem com atividades rotineiras, procuram fugir de ações do tipo ‘apagar incêndios’. Esta tendência nos faz chegar no final do ano com uma sensação de que o ano passou em branco, como se você não tivesse aproveitado nada e simplesmente deixou o tempo passar. Empreendedores são aqueles que chegarão ao final de 2011, farão um balanço em retrospectiva do ano e citarão algumas realizações das quais dirão: Uau! Este ano valeu a pena!

E você está disposto a ter um “Uau!” para colocar no seu currículo pessoal em 2011?

Continue lendo a matéria original completa aqui: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/faca-um-2011-uau/51538/


Como aproveitar as oportunidades que surgem com a expansão dos shoppings no país

Posted by Ze on jan.27, 2011, under Oportunidades, Shopping Center Comente

Marcelo Almeida

 Como aproveitar as oportunidades que surgem com a expansão dos shoppings no país

Alexandre Magno e Maurício Medeiros, da WeShape

Nos próximos quatro anos, mais de 60 novos shopping centers devem ser inaugurados no Brasil — sem contar outras dezenas de projetos que estão para sair do papel. Incorporadoras, administradoras e redes de varejo que depois vão ocupar os pontos de venda quando tudo estiver pronto estão atrás de fornecedores para construir, decorar e manter cada um desses centros comerciais. Por trás da explosão está o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros e o dinheiro de investidores no setor. Esse mercado começou a se aquecer há pelo menos quatro anos — desde 2006, mais de 70 shoppings foram inaugurados no país. Até 2014, as quatro principais incorporadoras planejam investir pelo menos 2 bilhões de reais. “Há um enorme potencial de negócios para empreendedores interessados em fornecer para shoppings”, diz Luiz Fernando Veiga, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers, que reúne as principais empresas do setor. Nas próximas páginas estão histórias de cinco pequenas e médias empresas que já estão aproveitando essas oportunidades. São casos como o da curitibana WeShape, que faz projetos que ajudam os lojistas a atrair consumidores. Há também o exemplo do Grupo Linx, de São Paulo, de sofwares especiais para o varejo. A reportagem mostra ainda dois pequenos e médios negócios que têm conquistado clientes ao oferecer produtos e serviços para cortar custos — a baiana Omni Light, que faz projetos para diminuir o consumo de energia, e a carioca Astech, que vende equipamentos para reduzir gastos com segurança.

Atração no ambiente
O trabalho da WeShape convida o consumidor para entrar na loja

O arquiteto Maurício Medeiros, de 42 anos, passa boa parte de seu tempo livre olhando vitrines em shopping centers. “É uma fascinação que eu tenho”, diz. “Fico atento ao modo como a luz incide sobre os produtos, como os itens foram organizados e de que outra forma aquela cena me estimularia a entrar na loja e a comprar algo.” O interesse de Medeiros por vitrines não deixa de ser uma obrigação profissional. Ele e o publicitário Alexandre Magno, de 45 anos, são sócios da paranaense WeShape, agência de Curitiba que vem crescendo nos últimos anos ao ajudar redes de varejo a superar um desafio frequente para quem mantém um ponto num shopping — fazer com que a loja seja notada em meio às distrações do ambiente, como a decoração dos corredores, o burburinho dos demais consumidores e as vitrines das lojas vizinhas. “Existe muita coisa disputando a atenção dos clientes”, afirma Medeiros. “É preciso saber como fisgá-los.”

Neste ano, as receitas da WeShape devem chegar a 5 milhões de reais, 42% mais do que em 2009. Boa parte do faturamento vem de clientes que estão aumentando sua presença nos shoppings, como a rede Quiosque Brahma (espécie de microcervejaria da fabricante de bebidas AmBev) e as lojas de material esportivo Nike Sportswear. Parte do trabalho da WeShape é descobrir maneiras de tornar uma loja mais confortável e atraente. “O resultado que nossos clientes esperam do nosso trabalho é o aumento nas receitas”, diz Medeiros.

Para atingir esse objetivo, às vezes a WeShape sugere modificações nas vitrines ou um redesenho dos móveis e expositores. É o que vem sendo feito para um dos clientes da WeShape, a rede de perfumes e cosméticos O Boticário. A WeShape está desenvolvendo o projeto de um espaço nas lojas da rede onde os clientes ficarão mais à vontade para experimentar amostras de perfumes e cosméticos.
Em casos muito extremos, a recomendação da WeShape pode ser até mudar uma loja de lugar dentro do shopping. “Às vezes, um ótimo ponto para uma sapataria não é bom para uma relojoaria”, diz Medeiros.

Continue lendo a matéria original completa aqui: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0032/noticias/sonho-de-consumo


Como lucrar vendendo “experiências inesquecíveis”

Posted by Ze on jan.27, 2011, under Idéias, Marketing, Oportunidades, Tendências, Vendas (1) Comentário

Empresas faturam milhões vendendo conceitos como “aventura” e “bem-estar” embrulhados em caixinhas para presente

 Como lucrar vendendo experiências inesquecíveis

DiveMasterKing2000/Creative Commons

Salto de pára-quedas é uma das experiências “encaixotadas” pelas empresas do ramo

São Paulo – Um vôo de caça na Rússia, um passeio de Ferrari na Itália ou uma viagem ao espaço – que tal embrulhar uma destas experiências inesquecíveis para presente e entregá-la a um ente querido ou um cliente especial? É com esta proposta que as empresas que vendem experiências estão conquistando o consumidor brasileiro.

Já maduro em países europeus e nos Estados Unidos, o mercado começa a decolar no Brasil. As primeiras empresas a desbravar o setor se concentraram na venda de pacotes de experiências para clientes corporativos, que os ofertam a funcionários como forma de incentivo ou a seus próprios clientes, como estratégia de fidelização.

Além das experiências altamente personalizadas e exclusivas, como as mencionadas acima, as empresas vendem pacotes mais comuns, que envolvem aventuras – como passeios de balão ou saltos de pára-quedas – ou experiências de bem-estar – como seções de massagem ou tratamentos de beleza –, além de jantares, passeios, cursos e viagens. Para se tornar mais “palpável”, o presente é entregue no formato de uma caixinha que vale uma experiência – em alguns casos, pré-determinada, em outros, à escolha do freguês.

“O que é mais marcante: ganhar de presente uma caneta Montblanc ou um vôo de helicóptero com direito a hospedagem e jantar em um hotel luxuoso? Embora ambos possam custar o mesmo preço, a percepção de ganho é muito maior na segunda opção. O produto uma hora acaba, a experiência é indelével”, explica Marcelo Bertoli, sócio da brasileira Dreampass, que atua neste mercado desde 2007.

Com 90% das vendas concentradas em clientes corporativos, a empresa faturou 2,5 milhões de reais no ano passado – 1 milhão de reais a mais que no ano anterior – e planeja crescer mais 40% neste ano.

Desbravando o varejo

Mas se os clientes corporativos garantiram os lucros dos pioneiros deste mercado até agora, o principal motor de crescimento daqui para frente devem ser os clientes do varejo, que começam a descobrir a novidade. “Em parte, o mercado é estimulado pelo fenômeno das compras coletivas. As pessoas se acostumaram à ideia de comprar uma ida a um spa ou um jantar romântico. O nível de estresse está cada vez mais alto e as pessoas querem sair da rotina”, opina Jorge Nahas, fundador da brasileira O Melhor da Vida.

Para chegar ao consumidor final, a empresa que firmou um acordo com a Mundo Verde, que permitirá levar seus pacotes às mais de 180 pontos de venda em todo o país. Embora hoje 80% do faturamento da empresa – que chegou a 5,6 milhões de reais em 2010 – esteja concentrado no mercado corporativo, a meta é que metade dos negócios venham de consumidores finais no longo prazo.

Além das parcerias com o varejo e das vendas pela internet, a empresa vai apostar na criação de uma força de vendas diretas próprias, em um modelo similar ao utilizado por grandes marcas de cosméticos como Natura e Avon. “Queremos ter mil vendedores porta a porta credenciados até o final do ano”, antecipa Jorge Nahas, que ajudou a fundar a empresa em 2005.

Com a estratégia, a empresa pretende ampliar sua receita em 85% neste ano e planeja faturar 350 milhões de reais em 2015, expandindo seus negócios para 15 países. A meta é ambiciosa, mas pode ser tangível. Uma das maiores empresas do setor, a Smartbox, – fundada em 2004 e presente 20 países, inclusive o Brasil – faturou mais de 500 milhões de dólares em 2009.

Potencial de crescimento

Para o executivo português Ricardo Ferreira, que acompanhou o nascimento deste mercado em sua terra natal, as vendas de experiências devem entrar em uma forte trajetória de crescimento neste ano no Brasil, com uma explosão do setor em 2012. À frente das operações da rede A vida é bela, Ferreira viu o mercado experiências em Portugal saltar de 3,5 milhões de reais em 2008 para 44 milhões de reais em 2009, chegando a 110 milhões de reais no ano seguinte.

“Se em Portugal, que o mercado é tão pequeno, tivemos esse crescimento expressivo, podemos esperar algo muito maior aqui”, diz. Apostando neste potencial, Ferreira trouxe a marca A vida é bela para o Brasil em 2008, mas decidiu se desfazer da sua participação no negócio e abrir uma nova empresa de experiências, a Pandora.

A empresa começou a operar em meados do ano passado e já deve faturar cerca de 8 milhões de reais neste ano, oferecendo mais de 100 mil experiências diferentes através do seu site. A exemplo dos concorrentes, a Pandora busca parceiros para levar seu produto ao varejo e já assinou com a rede Ricardo Eletro, que possui lojas na internet e no mundo físico.

Janela de oportunidade

Embora ainda seja dominado por poucos – não há dados oficiais, mas estima-se que há menos de 10 empresas disputando o setor no momento –, o mercado deve ganhar novos players nos próximos anos. Empresas especializadas em públicos específicos, como terceira idade ou GLS, ou em tipos diferentes de experiências podem encontrar um espaço para se estabelecer.

Antes de se aventurar no mercado, os mais experientes recomendam: o segredo para o sucesso é desenvolver uma rede confiável de fornecedores e ter uma estrutura eficiente de atendimento. “O mais importante é garantir a satisfação do cliente. Em 99% dos casos, a experiência é um presente e você não quer que a pessoa tenha uma experiência ruim”, aconselha Ferreira.

As empresas já estabelecidas no setor chegam a trabalhar com até 2,5 mil fornecedores e oferecem milhares de experiências em seus catálogos. O desafio é garantir que todas elas tenham qualidade, afinal de contas não é o nome de quem prestou o serviço que vai estar em jogo caso algo saia errado, mas sim o de quem vendeu a experiência – que deve ser inesquecível, mas não pelas razões erradas. 

Fonte: Exame.com


7 oportunidades de negócio para lucrar com a classe C

Posted by Ze on jan.27, 2011, under Consumidores, Marketing, Oportunidades (1) Comentário

De educação a beleza, confira as áreas que estão aquecidas pela explosão da nova classe média e oferecem oportunidades para novos negócios

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-oportunidades-de-negocio-para-lucrar-com-a-classe-c

Fonte: Exame MPE


Copa dará oportunidades para 7,7 mil micro e pequenas empresas

Posted by Ze on jan.26, 2011, under Copa 2014, Oportunidades Comente

 

O Sebrae divulgou hoje (26) os resultados de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que prevê a geração de oportunidades de negócios para 7,7 mil micro e pequenas empresas (MPE) com as obras e serviços vinculados à Copa de 2014.

Segundo a FGV, nove setores da economia serão beneficiados com a realização do campeonato de futebol. Construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção associada já tiveram, inclusive, um mapeamento de oportunidades finalizado pelo Sebrae.

O mesmo processo será iniciado até abril nos setores de agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços. A expectativa do Sebrae é investir R$ 48 milhões em projetos de consultoria, inovação e acesso a mercados até 2012.

“O crescimento da demanda virá acompanhado de um aumento do nível de exigência e as micro e pequenas empresas terão que melhorar o processo de gestão. Trata-se de um grande desafio, as empresas ficarão mais fortes, gerarão mais empregos e aumentarão seu faturamento”, disse Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae.

De acordo com o coordenador do comitê técnico do Programa Nacional para Atuação do Sistema Sebrae na Copa de 2014, Dival Schmidt, o número de micro e pequenas empresas beneficiadas pelo evento pode ser multiplicado. “Temos um conjunto de metodologias usadas para capacitar pequenos negócios e vamos utilizá-las nesse processo”.

Um exemplo do benefício indireto da realização do Mundial no Brasil é a contratação de pequenos negócios para trabalhar na remoção de entulhos durante as obras nos estádios da competição. “Usaremos esse grande evento para mudar e preparar os pequenos negócios para aumentar sua competitividade”, disse Schmidt.

fonte: Portal 2014


O que as pessoas mais compram em tempos de crise

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Crise Econômica, Oportunidades, Vendas Comente

Durante uma crise, alguns produtos tendem a aumentar as vendas.

O blog Cheapskate decidiu listar alguns destes campeões de venda.

Conheça alguns deles:

1 – Sementes
Segundo o blog, a jardinagem é uma boa maneira de aliviar o stress e, se você plantar vegetais, ainda é uma maneira de economizar dinheiro com as compras. As vendas de sementes cresceram 75% em algumas lojas durante a recessão, diz o blog.

2 – Livros de ficção
Segundo o blog, os leitores estão se afundando em histórias que, geralmente, têm um final feliz. Um levantamento da Times mostrou que, enquanto a venda geral de livros caiu, as de literatura deste tipo cresceram 13,5% no primeiro semestre do ano.

3 – Bilhetes de loteria ou jogos de sorte dos mais baratinhos também estão sendo mais vendidos desde o final de 2008. Parece que as pessoas acreditam que a recessão é uma boa hora para tentar a sorte.

4 – Ingressos de cinema
Diversão barata por pelo menos duas horas. Os filmes têm alcançado recorde de vendas.

5 – Aulas de yoga
Segundo o blog, promoções para a prática do exercício são cada vez mais aproveitadas. É uma maneira mais barata de relaxar e aliviar o stress.

6 – Smartphones
As vendas de computadores e itens grandes de tecnologia caem, mas a de aparelhos como iPhone, Blackberry e netbooks, que são menores e mais baratos que os PCs, continuam fortes.

7- Rosquinhas
O alimento é bem popular entre os americanos e esta e outras guloseimas tem vendido mais, já que são uma alternativa de alimentação mais barata. Por causa do sucesso de vendas, uma das empresas que trabalha no setor, a Krispy Kreme, viu o preço de suas ações crescerem 56% em um único mês durante este ano.

8- Animais
Não há economia quando o assunto são os animaizinhos. Segundo o blog, a expectativa é que está industria fature US$ 51,6 bilhões este ano, aumento de 1,3% ante 2008. A foto ao lado é de um porquinho-da-índia de pelo longo, uma alternativa mais barata aos cães de raça. No Brasil, por exemplo, enquanto um Yorkshire pode custar até R$ 2 mil, o pequeno roedor custa em torno de R$ 70.

9 – Lanches no McDonald’s

A lógica é a mesma das rosquinhas: comida mais barata na hora do almoço.

10 – Camisinhas
Parece que ficar em casa para economizar virou uma tendência. Segundo o blog, prova disto é o aumento na venda de preservativos.

E você? Começou a comprar alguma coisa desde a recessão? E sua empresa? Aumentou a venda de algum produto nestes tempos mais difíceis? Quer comentar?

 


Boas ideias de negócios em diversos setores

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Idéias, Oportunidades (2) Comentários

R$ 20.000
45. ORGANIZAÇÃO DE FESTAS E EVENTOS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 15.000 (aluguel do espaço, mobiliário, computador, notebook, linha telefônica, internet banda larga, celular, nextel, equipamento fotográfico e de filmagem)
CAPITAL DE GIRO: R$ 5.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 15.000
FUNCIONÁRIOS: 2 (o dono e 1 ajudante)
PRAZO DE RETORNO: 12 meses

O mercado de eventos e festas costuma oscilar com o ritmo econômico. As boas perspectivas de crescimento do PIB brasileiro e os investimentos bilionários para a Copa do Mundo e as Olimpíadas devem funcionar como combustível para novos negócios a partir de 2010. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos, pequenos e médios empreendimentos representam 90% do setor. É o caso da agência Cíntia Quinália, criada no fim de 2008, em São Paulo. Com os eventos internacionais e o cenário econômico favorável, a organizadora espera manter um crescimento médio de 10% ao ano. É uma estimativa conservadora. “O negócio vem prosperando mais rápido do que pensei. Estamos em janeiro e já temos contratos que equivalem a 21% do total de festas realizadas em 2009”, afirma Cíntia Quinália, 39 anos, sócia da consultoria junto com sua sobrinha Gabriela Quinália, 28 anos.

Elas trabalham sozinhas na consultoria e no planejamento de eventos e festas. Todo o trabalho extra é terceirizado. São dezenas de fornecedores, entre bufês, gráficas, locadoras de móveis e de equipamentos para reuniões e serviços diversos. É um grupo de empresas em que confiam e que foram formando desde o início dos negócios. A Cíntia Quinália realiza uma média de 12 eventos por mês, o que garantiu um faturamento de R$ 190 mil no ano passado. “Em 2010, queremos expandir nossa atuação nos eventos corporativos. É um filão que paga mais. Nossa maior fatia de mercado ainda é dos casamentos”, diz Cíntia.

A estrutura da agência sempre foi enxuta. Os únicos grandes investimentos iniciais ficaram por conta de máquinas de filmagem e fotografia. “Aconselho a quem pensa em entrar no ramo a ter seu próprio conjunto de equipamentos”, afirma Cíntia. “Quem decide alugar corre o risco de, em casos emergenciais, ter de cancelar um trabalho ou só conseguir câmeras inadequadas para cobrir uma celebração.” Cíntia considera importante também conhecer previamente os fornecedores e formar uma lista de parceiros confiáveis. “Se puder, teste os serviços antes para evitar surpresas mais tarde.”

Nos planos de médio prazo, as empresárias querem abrir escritórios em outras capitais. Os próximos anos, contudo, serão dedicados a consolidar a atuação em São Paulo. “A capital paulista é uma prova de fogo. Quem consegue se estabelecer na metrópole ganha know-how para trabalhar em qualquer lugar no país”, afirma Cíntia.

Ela lembra aos aspirantes que é preciso preparar o espírito para trabalhar quase todos os fins de semana. “Sextas, sábados e domingos são os dias mais movimentados. Já aconteceu de fazermos cinco eventos em seguida em um único sábado”, diz. Todo o planejamento tem de ser feito com muito cuidado e antecedência. Os orçamentos em geral são enxutos e devem ser trabalhados com criatividade. “É um diferencial conhecer produtos e serviços diferentes ou inusitados. Nem sempre o mais luxuoso funciona melhor.” Cíntia lembra a quem deseja investir nesse mercado para não economizar na hora de montar um site: “Um portal informativo, bonito e inovador faz toda a diferença.”

R$ 43.000
46. ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIOS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 18.000 (2 computadores com internet, sistema de gestão específico para administração de condomínios e linha telefônica)
CAPITAL DE GIRO: R$ 25.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 10.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 gerente e 1 jurídico)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

No início de 2009, o mercado imobiliário parou. Ninguém sabia quais seriam os efeitos da crise financeira internacional no Brasil. Mas o setor reagiu e fechou o ano com 34 mil novas unidades habitacionais, cerca de 3% a mais que em 2008, segundo estimativas do Sindicato das Empresas de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). As perspectivas continuam favoráveis e, com isso, as administradoras de condomínios prosperam.

No caso da Condomínio Light, o número de condomínios administrados passou de 86 a 122 no ano passado. Em 2010, a meta é somar 140 prédios.

“O mercado está muito bom”, afirma Silvia Regina Santelena Carreira, 47 anos, sócia da empresa criada em 1997. Para atrair clientes, principalmente no primeiro semestre, quando a demanda é menor, o caminho é manter contatos com membros de órgãos do setor, como o Sindico Net, e investir em publicidade na internet.

Quem quer começar um negócio não deve oferecer apenas a administração de condomínios. É preciso incluir outros serviços, como a organização das contas para reduzir gastos, por exemplo. “Esse tipo de trabalho envolve mais planejamento e controle do administrador, mas ajuda a fidelizar a clientela ”, diz Silvia Regina.

Atualmente, dos prédios administrados pela Condomínio Light, 25% são comerciais e 75% residenciais. Em relação ao padrão, 12% são para as classes C e D, 78% para a classe média e 10% para a classe alta. De acordo com Silva Regina, existe muita diferença na hora de lidar com esses três públicos. “As classes de menor poder aquisitivo exigem um trabalho mais instrutivo do que as demais”, afirma. “Os condomínios comerciais são mais fáceis de administrar. Por isso, a meta é ampliar o número de prédios com esse perfil na carteira da empresa em 2010”. Para prestar um serviço de qualidade, Silvia Regina indica um gerente para um grupo de no máximo 15 prédios.

Os contratos entre os condomínios e as administradoras podem ser calculados sobre um percentual da receita líquida dos prédios ou por um valor fixo por apartamento. “Caso a intenção seja oferecer uma redução de custos, o percentual é mais apropriado”, afirma a sócia da Condomínio Light. “Ter um valor fixo é jogar contra a economia.”

R$ 100.000
47. VENDAS DIRETAS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 60.000 (aluguel do ponto, mobiliário, computador, estoque, desenvolvimento de embalagem, criação de material didático e de divulgação)
CAPITAL DE GIRO: R$ 40.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 60.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono e 2 atendentes)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

a Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas comemorou o encerramento de 2009 com um movimento de R$ 20 bilhões, 14% maior que o do ano anterior. Com 2,2 milhões de revendedoras no país e o domínio de produtos para cuidados pessoais — como cosméticos, as vendas diretas começam a atrair agora empreendimentos de perfis diversificados.

A importadora de vinhos Santa Ceia, em Vinhedo, no interior paulista, é um exemplo da tendência. Com investimento de R$ 1,2 milhão, distribui seus 116 rótulos trazidos da Argentina, do Chile, de Portugal, Itália e França por meio da By Wine, divisão de venda direta responsável pelo cadastramento, treinamento e logística dos produtos. “Em 2010, esperamos chegar a 300 representantes e atingir um faturamento de R$ 3 milhões”, diz o sócio Rogério Bertazzoli, 41 anos. Para aqueles que pensam em seguir os passos da importadora, ele dá algumas dicas: é importante criar material didático e cursos de capacitação para os futuros revendedores, além de calcular o capital de giro segundo o tipo de produto comercializado.

R$ 340.000
48. BUTIQUE ERÓTICA

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 300.000 (projeto arquitetônico, balcão e móveis sob medida, computador, sistema de gestão, impressora e estoque)
CAPITAL DE GIRO: R$ 40.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 15.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono e 2 vendedoras)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

LUCIANA KELLER, DA BUTIQUE ERÓTICA CONSTANTINE: “Clientes buscam produtos sexy e sofisticados e fazem questão de tratamento personalizado”

A decoração nem de longe lembra uma sex shop tradicional. Pelo contrário, é sofisticada da vitrine aos ambientes internos. Esse é apenas um dos diferenciais das butiques eróticas, que ganham cada vez mais espaço nas grandes cidades, segundo Luciana Keller, 39 anos, dona da Constantine, localizada no bairro de Moema, em São Paulo. A sofisticação se reflete também no atendimento com hora marcada e no perfil dos produtos. “Nós praticamente não vendemos lingerie vermelha ou artigos sadomasoquistas”, diz. “Nossos clientes buscam produtos sexy e requintados, como lingeries Calvin Klein e Fruit de La Passion”. Quando esbarra em artigos comercializados também em sex shops tradicionais, como as fantasias eróticas, Luciana negocia exclusividade. “Peço para confeccionar os modelos com tecidos de melhor qualidade e atentar para o acabamento”, afirma. “Um dos segredos para atender a um perfil de cliente mais exigente é compor um mix de artigos seletos.”

Os diferenciais têm dado resultados. O faturamento da Constantine aumentou 30% em 2009, alcançando R$ 450 mil. Em 2010 a expectativa é crescer mais 40%. Para dar certo nesse mercado, é preciso criar um vínculo com os consumidores, sem, é claro, deixar de lado a discrição. “Eu converso muito com as clientes e recomendo que as vendedoras façam o mesmo”, afirma Luciana. “Tem muita gente tímida que não sabe direito o que comprar.”

Foi por ouvir a clientela e tentar criar uma conexão única, que, no ano passado, Luciana decidiu oferecer chá de lingerie para noivas e listas de casamento. “Em 2009, fizemos em média seis eventos por mês, número que esperamos aumentar em 2010”, diz.

R$ 100.000
49. INSPEÇÃO DE INSTALAÇÕES DO PRÉ-SAL

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 70.000 (locação do espaço, computador com internet banda larga, mobiliário, linha telefônica, aparelho de ultrassom)
CAPITAL DE GIRO: R$ 30.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 100.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 engenheiro e 1 operador)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

Os números chamam a atenção: R$ 12 trilhões representam o valor estimado das reservas do pré-sal e R$ 600 bilhões, o que pode ser gasto para explorá-las. Essa dinheirama traduz o potencial de negócios do petróleo do pré-sal brasileiro.

A WDT Engenharia, do Rio de Janeiro, especializada em inspeção, controle de qualidade e montagem de componentes para instalações petrolíferas, trabalha há quase dois anos para entrar nesse mercado. “Investimos em torno de R$ 7 milhões para reformular a empresa”, diz o sócio Gabriel Pinton, 34 anos. A WDT fatura R$ 25 milhões ao ano e espera crescer 100% até 2011, quando o pré-sal deslanchar. “Esse é um setor que vai exigir novas tecnologias e quem estiver preparado vai ter as melhores oportunidades”, avalia.

Nem só médias e grandes empresas moverão o mercado. O sócio da WDT acredita que há espaço para empreendimentos de todos os tamanhos. “Em nosso segmento, por exemplo, é possível abrir um serviço de inspeção de menor porte para controle de qualidade em tubulações.” Em termos de equipamentos, o especialista aconselha o iniciante a investir em ultrassom, muito mais barato que a radiografia.

R$ 400.000
50. LOCAÇÃO DE MÓVEIS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 300.000 (galpão de 1.200 metros quadrados, estoque de 1.000 cadeiras de modelos diferentes, 1.000 mesas com e sem gavetas, computador com internet, software de gestão e linha telefônica)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 6.000
FUNCIONÁRIOS: 8 (o dono, 1 recepção, 1 administrativo, 1 financeiro, 4 na equipe de montagem e manutenção)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses

Agilidade e economia. É isso o que buscam as empresas interessadas em aluguel de móveis. Para conseguir atender à demanda, um bom estoque e uma equipe de entrega são fundamentais. Quem quiser investir nessa área de atividade tem que estar consciente de que não vai trabalhar em horário comercial. A maioria dos prédios não permite que os móveis sejam recebidos durante o dia. “Quem monta ambientes para empresas e eventos tem de aprender a operar à noite”, diz Sandra Gregório Mérida, 40 anos, dona da S&S.

Sandra atua no setor desde 2003 e afirma que o mercado se manteve bastante aquecido no último ano. A S&S, que tinha 185 clientes em 2008, alcançou 200 em 2009. Para atuar no ramo é preciso participar das concorrências, o que, segundo ela, exige paciência. “Muitas empresas derrubam os preços para ganhar o contrato e se esquecem da qualidade”, afirma Sandra. Os contratos de locação podem variar de um dia a meses. Em média, o aluguel de uma cadeira, por 15 dias, sai por R$ 7, enquanto o de uma mesa simples não custa menos de R$ 18. Esse preço diminui progressivamente, de acordo com a quantidade pedida pelo cliente.

Quem quer estrear no ramo precisa se preparar para enfrentar um primeiro ano de faturamento baixo. É só a partir do segundo ano que os negócios costumam deslanchar. E também deve-se optar pela locação para um segmento. De acordo com Sandra, uma locadora que trabalha com móveis específicos para um determinado público consegue se destacar mais facilmente. É essencial, ainda, contratar um bom profissional de vendas e investir em divulgação. “Uma boa equipe de manutenção também é fundamental para manter a qualidade dos móveis”, reforça a dona da S&S.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


Boas ideias de negócios nas áreas de alimentação e bebidas

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R$ 50.000
2. PRODUTOS COM FRUTAS AMAZÔNICAS OU DO CERRADO

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 30.000 (3 freezers expositores, geladeira, balcão refrigerado, forno e logística de transporte)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 15.000
FUNCIONÁRIOS: 5 (o dono e 2 empregados por turno)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

DO CERRADO PARA A METRÓPOLE
O empresário Jean Haddad trouxe para São Paulo e Rio de Janeiro os sorvetes da Frutos do Cerrado e já abriu sete lojas em apenas dois anos

Mamacadela, umbu, cajá manga, taperebá, gabiroba e mais 50 sabores inusitados enfrentam, há dois verões, a monotonia do cartel morango, limão e chocolate que impera entre os picolés de São Paulo e Rio de Janeiro. Mais comuns nos sorvetes de massa, as frutas exóticas brasileiras, muitas naturais da Amazônia e do cerrado, começam a conquistar consumidores dos grandes centros urbanos também na versão palito. Uma das empresas que estão trazendo ingredientes naturais do Centro-Oeste para as capitais paulista e fluminense é a rede Frutos do Cerrado, criada em Goiânia, em 1996. Representante da marca em São Paulo e Rio de Janeiro, o sul mato-grossense Jean Haddad, 35 anos, abriu a primeira sorveteria da Frutos do Cerrado na Vila Mariana, bairro da zona Sul da capital paulista, ao lado de outro empreendimento seu, o restaurante Sobaria, especializado em pratos típicos de Campo Grande. “Moro em São Paulo há 17 anos e sempre achei que havia espaço na cidade para a culinária regional do cerrado”, afirma.

A novidade conquistou o paladar dos paulistanos. Tanto que Haddad teve o retorno do investimento na primeira loja da marca em seis meses. Passaram-se dois anos e ele já tem sete unidades: três em São Paulo, três no Rio de Janeiro e uma em Santos. Na capital paulista, o faturamento líquido conjunto das três sorveterias está na faixa de R$ 150 mil ao ano.

Haddad conta que o maior obstáculo para viabilizar a expansão do negócio foi o transporte dos sorvetes, produzidos nas três fábricas da Frutos do Cerrado (na capital goiana, em Campo Grande e em Uberlândia, no Triângulo Mineiro). “Quando tinha apenas uma loja eu terceirizava a logística. Mas depois de abrir mais seis, tive de criar meu próprio serviço de carga refrigerada para abastecer a rede”, afirma. Para ele, o investimento se justifica devido aos planos de crescimento da marca. “Minha meta é chegar a 12 sorveterias em São Paulo e dez no Rio de Janeiro, além de pontos em cidades do interior. Em 2010 vamos inaugurar pelo menos quatro novos endereços.”

Os sabores exóticos têm tido aceitação acima da esperada entre paulistanos e cariocas devido principalmente à qualidade do produto, que leva de 70% a 90% de polpa de frutas. Mas Haddad lembra aos interessados em investir no segmento que o negócio sofre os efeitos da sazonalidade. “No melhor momento do verão, chegamos a vender 50 mil picolés em um mês em nossa rede paulistana. O inverno, porém, derruba o movimento”, afirma. Por isso, é importante separar parte da receita da alta temporada para reforçar o capital de giro na baixa.

Haddad orienta o empreendedor iniciante a estudar o modelo de loja que deseja abrir: se quer apenas uma sorveteria ou deseja anexar um café ou área para lanches. A opção mais completa pode multiplicar por quatro a exigência de capital para abrir a unidade — ou seja, o valor chega a R$ 200 mil, devido aos custos com instalações mais amplas, equipamentos de cozinha e funcionários extras. O maior investimento, no entanto, é compensado pelo reforço no faturamento trazido pelas opções gastronômicas, como lanches, cafés, bebidas, sobremesas e pratos rápidos. “Essa receita ajuda a amenizar a queda de movimento nos meses mais frios”, afirma Haddad.

SABORES EXÓTICOS
O Brasil produz 43 milhões de toneladas anuais de frutas, muitas exclusivas de regiões como o cerrado e a Floresta Amazônica. Segundo o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), nos últimos oito anos as exportações cresceram em média 19% ao ano

PRODUTOS ORGÂNICOS
Dados do Ministério da Agricultura mostram que o número de agricultores com certificação orgânica dobrou em oito anos

 

R$ 60.000
3. LOJA DE PRODUTOS ORGÂNICOS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 40.000 (estoque, prateleiras, aluguel de espaço físico, 2 freezers, caixa com cupom eletrônico, e computador com software de controle de estoque e vendas)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 20.000
FUNCIONÁRIOS: 4 (o dono e 3 atendentes)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

De vinhos a roupas, o consumidor brasileiro já tem à disposição centenas de itens com certificação orgânica — produtos fabricados com matéria-prima sem uso de agrotóxicos, hormônios ou fertilizantes químicos. É um mercado que amadurece na mesma velocidade com a qual aumenta o interesse por alimentos mais saudáveis e produtos sustentáveis. De acordo com dados do Ministério da Agricultura, o número de agricultores que exibe algum selo orgânico dobrou em oito anos: saltou de 7 mil, em 2000, para 15 mil, em 2008.

A Alternativa Casa do Natural, em São Paulo, reúne mais de 5 mil produtos naturais, dos quais 10% exibem certificação. São pratos congelados, bebidas e até roupas feitas com algodão sem uso de aditivos ou defensivos químicos. Com 32 anos de história, a marca se dedica a produtos naturais desde antes da onda dos orgânicos. “Temos fornecedores que hoje são certificados, mas já praticavam a agricultura sustentável muito antes de o mercado se popularizar”, diz Elena Martins, 55 anos, sócia da empresa.

Com faturamento de R$ 1,3 milhão ao ano, a loja espera crescer 15% em 2010 e em grande parte devido aos orgânicos. “É um dos gêneros de produtos que mais crescem em interesse e variedade. Até mesmo médicos já receitam esses itens como parte dos tratamentos”, afirma Elena. Um dos trunfos comerciais da Alternativa é a feirinha realizada duas vezes por semana com alimentos certificados pelo IBD, uma das entidades responsáveis por checar e atestar os processos de produção.

Organizar uma feira orgânica é uma das dicas que Elena passa a quem deseja iniciar um empreendimento na área. O mix de produtos à venda também tem de ser bem estudado, de acordo com o perfil dos clientes. “Investir em itens certificados é sempre uma aposta certa, mas evite elitizar suas prateleiras se estiver em uma região de classe média”, afirma.

R$ 310.000
4. LANCHONETE SAUDÁVEL

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 250.000 (estoque, caixa eletrônico e impressora de cupom fiscal, software de controle de vendas e estoque, cortador de frios e de legumes, esterilizador de louça, micro-ondas, freezer, geladeira e forno)
CAPITAL DE GIRO: R$ 60.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 85.000
FUNCIONÁRIOS: 15 (o dono e 14 empregados para três turnos)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

Estudo feito pela consultoria Toledo & Associados junto com a Escola de Propaganda e Marketing (ESPM) em 2009 nos principais centros de compras de São Paulo indica que 64% das pessoas com mais de 30 anos buscam uma dieta mais natural, mesmo em fast-food. Por isso, hoje, até mesmo as grandes redes de comida rápida passaram a incluir saladas, grelhados e alimentos pouco calóricos entre suas opções. Surgiram ainda lanchonetes e fast-foods especializados em pratos saudáveis. A Seletti aposta nessa fórmula desde 2007, quando abriu a primeira loja em São Paulo.

De lá para cá, praticamente dobra de tamanho a cada ano. Em 2009, as quatro unidades da marca faturaram R$ 4,5 milhões. Neste ano, a perspectiva é de uma receita bruta de R$ 10 milhões. As lojas apostam em ingredientes de qualidade e baixas calorias. O cardápio tem informações sobre os principais nutrientes de cada prato, mostrados por meio de ícones que indicam quais são as vitaminas e minerais, como cálcio, potássio e ferro.

Luis Felipe Campos, 41 anos, criador da Seletti, quer aproveitar o bom momento e expandir a franquia da marca iniciada no fim de 2009. O objetivo é abrir dez lojas ao longo de 2010.“Alimentação saudável é o futuro do fast-food”, diz. Como dica para quem está começando, ele ressalta que ingredientes de qualidade, limpeza e uso de produtos orgânicos fazem diferença na hora de vender o conceito.

 

FRANQUIAS EM ALTA
No primeiro semestre de 2009, as redes de franquias serviram uma média diária de 307 refeições, contra as 297 registradas no mesmo período de 2008, segundo dados da ECD, consultoria especializada em Food Service

RESTAURANTES, TAMBÉM
As redes independentes de alimentação serviram cerca de 353 refeições por dia no primeiro semestre de 2009, 13,9% a mais que no mesmo período de 2008. O tíquete médio passou de R$ 42 para R$ 45 de um ano para o outro

R$ 1,15 MILHÃO
5. RESTAURANTE E PADARIA 24 HORAS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 1 milhão (forno, fogão, utensílios de cozinha, câmara fria, refrigeradores, expositores, balança, exaustor, mesas e cadeiras para 30 pessoas, sistema integrado de gestão e impressora fiscal)
CAPITAL DE GIRO: R$ 150.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 150.000
FUNCIONÁRIOS: 24 (o dono, 3 padeiros, 3 confeiteiros, 2 cozinheiros, 10 atendentes, 3 caixas e 2 seguranças)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses

Encontrar mão de obra qualificada, ter pleno controle financeiro e evitar desperdícios. Essas são algumas das dificuldades enfrentadas por quem começa no setor de restaurantes 24 horas, segundo Flávio Del Nero Gomes, 54 anos, sócio da Dona Deôla, rede de quatro padarias-restaurante, de São Paulo.

A rede surgiu como panificadora em 1996 e um ano depois passou a funcionar 24 horas, com café da manhã self-service; mais tarde passou a oferecer também almoço. Em 1998, foi uma das primeiras padarias a contar com bufê no jantar. O negócio tem tíquete médio de R$ 17 e crescimento de 15% ao ano. Em 2009, a Dona Deôla atendeu 8 mil pessoas, 60% das quais em busca dos serviços de food-service.

Para quem deseja iniciar um negócio no setor, Gomes avisa: o trabalho é intenso. “Somos ao mesmo tempo indústria e comércio”, afirma. “O faturamento pode ser alto, mas os custos também são.” Além de uma estrutura afinada para operar três turnos, sem interrupção, é preciso diversificar o cardápio, oferecer promoções que atraiam os diferentes tipos de público, de donas de casa a notívagos, e investir na divulgação, sobretudo na região do empreendimento. “As pessoas buscam comodidade, ninguém sai de longe para ir a uma padaria”, afirma Gomes.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


Boas ideias de negócios na área de pets

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Idéias, Oportunidades, Pets Comente

R$ 1.100.000
27. PET SHOP E HOTEL

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 1.000.000 (espaço de 1.000 metros quadrados adaptado para hotel, área de recreação com piscina e bolas, consultório com mesa, balança e medicamentos, banheira, mesa de secagem, secador, tesoura e acessórios para o centro de estética)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 30.000
FUNCIONÁRIOS: 7 (o dono, 2 para hotelaria, 1 veterinário, 1 especializado em banho e tosa, 1 serviços gerais e 1 atendente)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

CRISTINA TEIXEIRA GONÇALVES, DA VILA DOS CÃES: 27 canis lotados desde agosto para a temporada de festas de final de ano de 2009

Dos consultórios de dentistas para o universo dos animais de estimação. Foi esse o trajeto da empreendedora Cristina Teixeira Gonçalves, 41 anos, que fundou a Vila dos Cães, hotel e spa para cães, em julho de 2005. Dona de um terreno de 1.300 metros quadrados em Alphaville, na Grande São Paulo, a empresária inicialmente pensou em montar uma escola de mergulho no local. Mas uma análise da região fez com que mudasse de ideia. “Percebi que não havia nas redondezas um hotel para animais compatível com o poder aquisitivo dos moradores”, diz Cristina.

Escolher bem o ponto (com pesquisas de mercado e uma análise da região) antes de montar uma empresa de serviços diferenciados para cães é fundamental. Cristina percorreu esse caminho e obteve sucesso. A expectativa era lotar os dez apartamentos-canis em seis meses. “A procura foi tanta que em menos de um ano tive que ampliar a estrutura com mais oito canis”, afirma. Ela acredita que, apesar do alto número de pet shops no Brasil, existe uma demanda reprimida por serviços de qualidade, com tratamento diferenciado para pets. Na Vila dos Cães, por exemplo, os animais não ficam em gaiolas em nenhum momento. “Depois de tomar banho, o bicho volta para casa”, diz. Hoje a empresa conta com área de recreação, hotel com 27 canis, banho e tosa, centro de estética, clínica veterinária e uma butique pet shop, com roupas e artigos mais sofisticados para os animais, além de entrega em domicílio. Oferecer todos esses serviços ajuda a movimentar o negócio e a fidelizar a clientela. “Quando um animal chega ao hotel com algum problema, o encaminhamos para o veterinário. O dono não precisa procurar outro endereço”, afirma. “A variedade de produtos na loja também chama a atenção. Difícil alguém sair sem levar alguma coisa.”

Para atrair um público disposto a pagar até R$ 74 por uma diária, Cristina se apoia em ações de marketing na internet e na propaganda boca a boca. Colocar serviços como ofurô e banho de sais, por exemplo, é uma boa estratégia para gerar divulgação. A Vila dos Cães fechou 2009 com um crescimento de 20%, ultrapassando o faturamento de R$ 1 milhão. Quem deseja seguir os passos da empresária paulista deve estar consciente de que é preciso formar a própria mão de obra, investir no treinamente contínuo dos funcionários e inovar na oferta de serviços. E ainda: se a pet shop agregar uma clínica veterinária, é preciso ter um alvará da vigilância sanitária e um veterinário responsável, registrado no Conselho de Medicina Veterinária.

R$ 120.000
28. PRODUTOS PARA PETS NA INTERNET

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 100.000 (montagem da loja virtual, 2 computadores com internet, estoque com produtos para todos os animais, área de estocagem e linha telefônica)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 5.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 atendimento e 1 expedição)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses

Dez cachorros, um canarinho e cinco peixes. A farmacêutica Renata Pellegrini Gonçalves, de 27 anos, é tão apaixonada por animais que há três anos resolveu largar a profissão e criar uma pet shop on-line. Planejou o projeto durante cinco meses e começou o negócio dentro do seu quarto, com um estoque improvisado na garagem.

Instalada hoje em um escritório em São Paulo, Renata comemora o crescimento do portal petcompre.com.br. Em três anos, o catálogo de produtos passou de 2 mil para 9 mil itens. As vendas cresceram 20% no ano passado. Para 2010, a estratégia é dobrar o portfólio e o faturamento. “Atuar no setor requer entender a cabeça do cliente. Para quem mantém um guarda-roupa para o cachorro, uma roupinha a mais é muito importante”, diz.

O cadastramento dos produtos no site é um processo trabalhoso, mas deve ser feito com seriedade. “Tem de disponibilizar o máximo de informações e colocar boas fotos”, afirma Renata. Outro cuidado é investir na divulgação, principalmente nos sites de busca. Por fim, é preciso oferecer condições especiais de pagamento e disponibilizar um canal de comunicação para o cliente, de preferência um número de telefone.

R$ 2.200.000
29. PRODUÇÃO DE ALIMENTOS NATURAIS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 2.000.000 (misturador, dosadeira, autoclave, seladora, equipamentos de controle de qualidade, estoque, sistema de gestão e escritório para 10 pessoas)
CAPITAL DE GIRO: R$ 200.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 220.000
FUNCIONÁRIOS: 47 (o dono, 20 na produção e técnica, 3 marketing, 4 financeiro, 1 compras, 1 secretária, 10 administrativos e 7 comerciais)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses

O mercado de alimentos para animais de estimação movimenta anualmente cerca de R$ 5,8 bilhões no Brasil, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes. Desse total, 13% são de alimentos super premium, segundo José Montagnana, 54 anos, proprietário da Fama, fabricante paulista de alimentos naturais para cães. A empresa, que tem um ano de vida, fechou 2009 com vendas na casa dos R$ 900 mil. Os próximos passos vão ser o lançamento da versão orgânica de seus produtos, a entrada no mercado de alimentos para gatos e o início das exportações. A expectativa é conseguir alcançar um faturamento de R$ 2,8 milhões em 2010, com lucro líquido de R$ 2 milhões. E, dentro de cinco anos, chegar a uma receita de R$ 10 milhões.

Montagnana observa que, para atrair um público disposto a pagar R$ 8,50 por uma embalagem de 300 gramas de ração animal, é preciso direcionar distribuição e divulgação em clínicas veterinárias e empórios de luxo. Participar de feiras de alimentos naturais e orgânicos também é uma estratégia adequada. “Nosso público trata o animal como filho”, diz Montagnana. “Exige qualidade, acima de tudo.”

Um dos segredos do negócio está no desenvolvimento do produto. Montagnana buscou ajuda no meio acadêmico e fez uma parceria com a Universidade Federal de Lavras (MG), onde ficam alguns dos maiores especialistas brasileiros em alimentação animal. Os custos de desenvolvimento são altos, mas o empresário garante que vale a pena. Para quem deseja investir na linha de alimentos orgânicos, a recomendação é negociar com fornecedores exclusivos. Deve-se levar em consideração que a plantação precisa ter pelo menos seis meses sem agrotóxicos.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


Boas ideias de negócios na área de econegócios

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Econegócios, Idéias, Oportunidades Comente

R$ 130.000
11. LIMPEZA VERDE

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 60.000 (2 aspiradores, polidora de piso, lavadoras automáticas de piso, enceradeira, furgão, máquina de limpeza a seco de carpete, sanitizantes certificados, móveis de escritório)
CAPITAL DE GIRO: R$ 70.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 70.000
FUNCIONÁRIOS: 21 (o dono e 20 empregados para limpeza)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

JADIR PECIN, DONO DA PRESTO CLEAN
A empresa se especializou no atendimento a prédios sustentáveis certificados pela Leed e espera dobrar o faturamento neste ano

Uma cadeia de serviços e materiais verdes vem se desenvolvendo com a tendência de construção de edifícios sustentáveis. A principal certificação internacional do setor, a Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida no país pela Green Building Council Brasil, apresentou um crescimento de 325% no número de solicitações em apenas três anos. Cerca de 200 projetos almejam ganhar a aprovação da entidade, contra 47 em 2007 e, em 2010, a estimativa é de 300 requerimentos.

A limpeza ecológica é um dos nichos que vem ganhando mais destaque. Além dos novos prédios certificados, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, marcadas para ocorrer em território nacional em 2014 e em 2016, também impulsionarão o mercado. Os comitês técnicos da FIFA e do COI recomendam que tanto os estádios de futebol quanto as edificações usadas nos jogos tenham atestado Leed, que exige sanitização sustentável.

Para obter o selo, a limpeza dos locais deve seguir critérios de baixo impacto ambiental e economia de recursos. De olho nesse mercado, a Presto Clean, de São Paulo, especializou-se em processos adequados às normas da certificação. “Em 2010, esperamos dobrar nosso faturamento atual de R$ 900 mil com o aumento do número de prédios verdes”, afirma Jadir Pecin, 30 anos, dono da empresa.

A Presto Clean investiu em treinamento para atender a Leed. Em 2009, tornou-se membro do Green Building Council Brasil. “Começamos a operar em 1999 e nos especializamos em limpeza de móveis e carpetes com uso de produtos biodegradáveis e sem água. Mas em 2010 vamos focar apenas em prédios sustentáveis”, diz Pecin. Com 70 funcionários, a Presto Clean deve ampliar em pelo menos 50% o quadro de empregados para atender à demanda crescente.

Quem pretende entrar nesse segmento provavelmente vai precisar da ajuda de um consultor para se adequar às normas Leed. “O trabalho é feito praticamente sem uso de água e, por isso, os funcionários precisam de treinamento especial”, afirma Pecin.

R$ 40.000
12. CONSULTORIA PARA SUSTENTABILIDADE

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 30.000 (sala para capacitação de até 30 pessoas, data show, tela, computador, cadeiras, sistema de som, móveis de escritório)
CAPITAL DE GIRO: R$ 10.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 10.000
FUNCIONÁRIOS: 2 (o dono e 1 empregado)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Ninguém mais questiona a necessidade de ser sustentável. O problema hoje em dia é saber como aplicar os conceitos de responsabilidades social, ambiental, econômica e cultural nos negócios. Entidades internacionais, como a Accountability e a Global Report Initiative, fornecem ferramentas e metodologias abrangentes para análise, estabelecimento de metas e divulgação de resultados, que vêm sendo adotadas em todo o mundo. No entanto, entender profundamente essas normas e saber como usá-las de modo adequado pode ser um desafio para a maior parte dos empresários. É nesse momento que entram em cena as consultorias especializadas.

O serviço, em geral, funciona como uma espécie de manual de instruções ao vivo sobre como implementar um plano de sustentabilidade e usar as normatizações internacionais Accountability e GRI. A Setor3, de Santos, no litoral paulista, presta assessoria e treinamento ao setor público e privado desde 2002. “Há dois anos, sustentabilidade virou palavra de ordem, mas muitas empresas ainda entendem mal o conceito e confundem filantropia com responsabilidade socioambiental”, afirma a advogada Janaína Nogueira Miller, 35 anos, sócia da agência.

Com 28 projetos em carteira, a Setor3 faturou R$ 210 mil no ano passado. Em 2010, a consultoria planeja crescer 30% e, para isso, investiu R$ 80 mil na duplicação de sua capacidade de treinamento. Na sede da empresa foram construídos dois auditórios com 80 lugares cada, equipados com data show, sistema de som e telão. “Para implantar a cultura da sustentabilidade é necessário treinar os gestores. Por isso, quem deseja investir na área precisa ter uma sala própria para as aulas”, diz Janaína.

EMPREGO SUSTENTÁVEL
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que, até 2050, 2 bilhões de empregos vão ser criados em áreas ligadas à sustentabilidade

DINHEIRO QUE VEM DO LIXO
De acordo com a organização Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), o mercado de reciclagem no Brasil movimenta R$ 10 bilhões ao ano

R$ 170.000
13. RECICLAGEM

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 110.000 (galpão, depósito, equipamentos de segurança industrial, uniformes, trituradores e processadores de resíduos)
CAPITAL DE GIRO: R$ 60.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 60.000
FUNCIONÁRIOS: 6 (o dono e 5 empregados)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

Papel, alumínio e plástico dominavam a atenção da mídia nos anos 80, quando a prática de reaproveitar materiais começou a ganhar evidência. Três décadas mais tarde, o próprio conceito se reciclou: hoje, quase tudo pode ser reutilizado, de resíduos de coco a componentes eletrônicos.

A reciclagem se divide em nichos cada vez mais especializados. Uma empresa de Cariacica, no Espírito Santo, praticamente criou seu próprio mercado ao desenvolver um novo material com o uso de fibras orgânicas. A Biococo transforma restos de cascas do fruto em um produto batizado pela companhia de biomanta.

“Já tínhamos uma indústria de processamento de água de coco. Então tive a ideia de reaproveitar os resíduos como placas para uso na construção civil em isolamento acústico e decoração”, afirma o empresário Sebastião Gomes, 58 anos. Desde 2008, a Biococo faz a reciclagem. Hoje utiliza seis toneladas diárias de restos, o equivalente a mil quilos de biomanta. A produção gera um faturamento de R$ 700 mil por ano. “O desenvolvimento de compostos exige pesquisa e testes específicos das propriedades físicas. Quem pretende investir nesse tipo de negócio pode começar buscando parceiros nas incubadoras”, diz Gomes.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


Boas ideias de negócios para a terceira idade

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Idéias, Oportunidades, Terceira Idade Comente

R$ 100.000
41. CASA DE REPOUSO

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 70.000 (imóvel com, pelo menos, cinco quartos, reformas, equipamentos médicos, cadeira de rodas, andarilho, maca, itens de farmácia, móveis sob medida e 10 leitos)
CAPITAL DE GIRO: R$ 30.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 45.000
FUNCIONÁRIOS: 8 (o dono, 2 enfermeiras, 2 técnicos de enfermagem, 2 cozinheiras e 1 faxineira)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

CÁSSIO SALAMA, PROPRIETÁRIO DA CASA DA VILA MARIANA
Espaços em estilo residencial, com tratamento mais próximo das hospedagens, são uma tendência para o setor

Brasileiros acima de 60 anos representam hoje 10,5% da população, ou seja, 19 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE. Essa proporção vai aumentar — e muito. Pelas projeções do IBGE, se em 2008 havia 26 pessoas com mais de 65 anos para cada 100 com até 14 anos, em cinco décadas a relação será de 172 idosos para cada 100 crianças.

O crescimento da população idosa abre oportunidades em várias frentes, entre elas, a oferta de serviços de casa de repouso. A rede Casa da Vila Mariana, de São Paulo, existe há mais de 30 anos. O grupo reúne cinco unidades, todas localizadas no bairro paulistano. “Uma das tendências atuais é a de um espaço estilo residencial. Inauguramos em 2009 uma afiliada apenas para atender as pessoas lúcidas. O local parece uma pousada, com suítes individuais”, afirma Cássio Salama, 49 anos, dono da empresa. As demais unidades da rede são voltadas para pacientes que necessitam de cuidados médicos.

Os hóspedes da casa-pousada têm demandas diferentes daqueles com problemas de saúde. São pessoas que procuram companhia e atenção. “As mulheres pedem ajuda das funcionárias para ficar mais bonitas e os homens gostam de serviços cuidadosos”, diz Salama. As hospedagens modernas ajudam a quebrar a imagem difundida pelos antigos asilos, onde pacientes e internos sem necessidade de cuidados médicos conviviam no mesmo local. Para Salama, o próprio idoso começa a mudar seu conceito em relação aos novos espaços. “Nas casas de hoje, há convivência e assistência integral, algo que a pessoa pode não ter muitas vezes em sua própria residência.”

As cinco unidades da Vila Mariana faturam cerca de R$ 4 milhões por ano. São 112 pacientes e hóspedes. A casa-pousada trabalha também com o sistema day use, no qual o idoso pode passar o dia no local e voltar para seu lar no fim do período. “É uma maneira de a pessoa se acostumar com o residencial e desmistificar as ideias erradas sobre o espaço. Temos também a estadia por temporada”, diz Salama.

O custo inicial de até R$ 100 mil para se investir em um residencial para dez hóspedes decorre das adaptações necessárias. Há normas da Anvisa, do Corpo de Bombeiros e de órgãos das prefeituras que determinam até mesmo o grau de inclinação das rampas de acesso e a largura dos corredores. Para o dono da Casa da Vila Mariana, as boas perspectivas desse mercado compensam os custos.

R$ 200.000
42. HOME CARE

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 100.000 (material cirúrgico, medicamentos, equipamentos como suporte para soro, ventilação, oxigênio, cadeira de rodas, telefone celular, linha telefônica, computador com internet, software de gestão e carro para transporte)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 40.000
FUNCIONÁRIOS: 9 (o dono, 1 médico, 1 enfermeiro, 1 farmacêutico e 5 técnicos)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

A população com mais de 60 anos movimenta R$ 255,6 bilhões por ano, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) — e o seu poder aquisitivo tem crescido muito. Segundo o IBGE, o rendimento mensal dos idosos que vivem nas cidades passou de R$ 447 em 1991 para R$ 739 em 2000.

Investir em produtos e serviços para essa faixa etária de brasileiros tende a ser cada vez mais atraente. A prestação de serviços em domicílio aparece como uma das principais promessas de bom negócio, principalmente para consumidores da classe A. “O segmento de home care não enfrentou crise no ano que passou”, afirma Diego Dótoli, diretor geral da Dal Ben Home Care, que oferece assistência de enfermagem em casa. A empresa dobrou o número de pacientes em 2009 (de 24 para 48) e espera terminar o ano de 2010 com 100. Em média, cada paciente mobiliza pelo menos cinco profissionais técnicos em turnos de 12 horas.

De acordo com Luiza Watanabe, fundadora da Dal Ben, uma das exigências para quem quer abrir um negócio de home care é atuar de forma coordenada com médicos e planos de saúde. A equipe precisa ter um profissional técnico ou de nível superior na área da saúde habilitado junto ao respectivo conselho profissional e é necessário seguir as regras da Anvisa. Entre as normas da agência, destaca-se a necessidade de alvará expedido pelo órgão sanitário competente, a elaboração de um manual de funcionamento interno e o envio de relatórios periódicos da situação do paciente ao médico. Formar uma boa rede de relacionamento com os médicos e divulgar os serviços em hospitais também é fundamental para quem deseja atuar no mercado.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


Boas ideias de negócios na área de segurança

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Idéias, Oportunidades, Segurança Comente

R$ 180.000
30. ALUGUEL DE CARROS BLINDADOS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 150.000 (1 carro blindado, escritório com computador, acesso à internet, fax, mesa, cadeira e linha telefônica)
CAPITAL DE GIRO: R$ 30.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 15.000
FUNCIONÁRIOS: 2 (o dono, 1 motorista)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

ROBERTO NEVES LOUREIRO, DA AGÊNCIA DE LOCAÇÃO CLASSE A: “Na esteira do aumento da demanda por carros blindados, espero crescer 40% em 2010

Há nove anos no mercado, a Classe A Turismo, do Rio de Janeiro, agência especializada em locação de carros blindados, atravessou 2009 longe da crise. Fechou o ano passado com um crescimento de 70% no faturamento, que somou R$ 400 mil. O cenário futuro é promissor. Com a escolha do Brasil como sede de grandes eventos esportivos internacionais, a procura por esse tipo de serviço só tende a aumentar. “Pretendo ampliar a frota e crescer pelo menos mais 40% em 2010”, diz Roberto Neves Loureiro, 41 anos, dono da empresa, que opera com um Ômega e um Ford Fusion blindados.

Segundo Loureiro, é possível começar no ramo com um único veículo. De preferência um Ômega blindado, na faixa dos R$ 140 mil, um carro espaçoso e muito procurado pelos clientes. A diária do aluguel de um Ômega sai por R$ 1.200 e a de um Ford Fusion, em torno de R$ 800. “Se o cliente pedir mais de uma locação ao mesmo tempo, o caminho é fazer parcerias com outras empresas. Um ajuda o outro”, afirma Loureiro. “Por isso, um bom relacionamento com os concorrentes é muito importante.” Ele observa, entretanto, que antes de investir na compra do veículo novo, é necessário fazer uma análise da cidade onde se pretende atuar e projetar a demanda para o primeiro ano de atividade. Isso porque a desvalorização de carros blindados é muito maior que a de veículos normais.

O mercado de blindados é bastante fechado. Um novato precisa ter paciência e tempo para conquistar a confiança das empresas e firmar parcerias, segundo Loureiro. Sem contar que abrir uma empresa no setor requer autorização do exército e certificado de blindagem.

R$ 1.000.000
31. CONTROLE DIGITAL DE ACESSO

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 900.000 (reforma do ponto, móveis de escritório, sala para apresentações, 3 notebooks, 3 computadores, osciloscópio para teste de protótipos e linha de telefone com ramal)
CAPITAL DE GIRO: R$ 100.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 100.000
FUNCIONÁRIOS: 4 (o dono e 3 especialistas em software e hardware)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses

Leitores biométricos, fechaduras acionadas por chips e catracas eletrônicas são a parte mais vistosa de uma área cada vez mais presente no mundo empresarial: a de controle de acesso digital. Interligados a uma central de monitoramento, os equipamentos registram cada movimento de visitantes e funcionários das sedes das empresas.

No sistema W-Access, desenvolvido pela Wellcare, de São Paulo, um software controla tudo. Pessoas, veículos e materiais são monitorados com precisão. O módulo permite programar acessos em horários predeterminados.

O aumento do número de prédios inteligentes e da demanda por segurança leva a Wellcare a projetar um crescimento de 50% neste ano. “Em 2010, nosso faturamento deve alcançar R$ 6 milhões”, diz Victor Neves, 38 anos, sócio da empresa. Aos iniciantes, ele aconselha terceirizar a montagem de equipamentos e componentes. E dá uma dica valiosa: “Um nicho ainda pouco atendido é o das pequenas e médias empresas”.


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