Category: Livros

Por que escrever um livro? Para promover seu negócio

Posted by Melk Sampaio on nov.13, 2011, under Livros, Marketing Online Comente

melk1 300x259 Por que escrever um livro? Para promover seu negócioEntão, por que escrever um livro?

eBooks precisam ser parte do seu plano estratégico, se você tem um negócio on-line ou offline. Os únicos custos reais são o seu tempo e compartilhar seus conhecimentos valiosos. As recompensas estão compartilhando seus conhecimentos, recebendo em si mesmo e ficar na frente do seu público-alvo!

- Então, o que é um eBook? Um eBook é um livro eletrônico que você ler em seu computador. Formato PDF é o formato popular para eBooks. E, você pode salvar, enviá-lo ou imprimi-lo para enviar através de mala direta. (Leia mais…)


Recorte e cole

Posted by Ze on jan.27, 2011, under Inovação, Livros Comente

Dois livros que abordam a criatividade empreendedora de pontos de vista diferentes defendem uma mesma tese — imitar é necessário para fazer algo novo

 Recorte e cole

Livros Copycats e Borrowing Brilliance defendem que a inovação pode acontecer a partir de idéias já existentes

“Nada se cria, tudo se copia” é um dos muitos bordões que Abelardo Barbosa — o Chacrinha, maior apresentador de programas de auditório de todos os tempos — costumava dizer. A frase é ela própria versão de outra que expressa um conceito semelhante: “Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, atribuída a Antoine Lavoisier, o francês pai da química moderna, que, ao que tudo indica, reciclou um conceito criado pelo grego Aristóteles. Dois livros de negócios lançados recentemente nos Estados Unidos — Copycats (“Imitadores”) e Borrowing Brilliance (“Brilho emprestado”) — defendem uma tese que poderia se encaixar perfeitamente nesse tipo de filosofia: a de que a essência da inovação está em saber imitar os concorrentes.

Para muitos empreendedores à frente de pequenas e médias empresas que crescem graças à capacidade de se adiantar à concorrência, essa ideia pode parecer um tanto absurda. Da imitação não resulta uma cópia? Como pode uma cópia ser uma inovação? A leitura dos dois livros traz reflexões e pontos de vista que ajudam a entender melhor os precedentes de algumas das inovações mais importantes no mundo dos negócios. Copycats — How Smart Companies Use Imitation to Gain a Strategic Edge (“Imitadores — como empresas inteligentes usam a imitação para obter vantagens estratégicas”) conclui que o que tornou muitas empresas revolucionárias em seu setor foi ter feito algo novo — mas não totalmente novo. Elas reciclaram uma ideia ou produto já existente de forma que o resultado superou o original — e isso, diz o livro, é uma inovação. Borrowing Brilliance — Te Six Steps to Business Innovation by Building on the Ideas of Others (“Brilho emprestado — seis passos para inovar com base na ideia dos outros) traz o resultado de uma investigação sobre como surgem ideias para novos produtos ou serviços e propõe um método para inovar com base nas descobertas de terceiros.

Os dois autores partem do princípio de que imitar é, sim, uma forma de inovar — desde que o resultado seja mais que uma simples cópia. Oded Shenkar, professor da Universidade de Ohio e autor de Copycats, tentou entender os casos em que os imitadores acrescentaram ao original algo novo, capaz de melhorá-lo ou reduzir seu custo. Segundo Shenkar, essa habilidade de tomar emprestado e aprimorar a coisa emprestada foi o que permitiu a muitas empresas consideradas inovadoras deixar as outras para trás. Copycats traz uma série de exemplos de produtos que não deram muito certo nas mãos de quem os criou — mas que se tornaram um tremendo sucesso quando lançados por aqueles que o autor classificou como imitadores. Shenkar escreve que a primeira empresa a lançar um refrigerante sem açúcar foi a americana RC Cola, dois anos antes de a Pepsi e quase dez anos antes de a Coca-Cola aparecerem com suas versões. Mas quem se lembra da RC Cola? Com seus sistemas de distribuição praticamente impecáveis, foram a Pepsi e a Coca que fizeram dos refrigerantes dietéticos um item de grande consumo. Outro exemplo no livro é a Nintendo, que se tornou uma referência em games depois de tentar fazer um produto que imitasse o primeiro videogame da Atari, o Pong, lançado em 1975.

Shenkar aponta algumas vantagens em não ser pioneiro. Uma delas é estar numa posição mais favorável para enxergar o que não está funcionando no original. Quem chega depois também pode encontrar o mercado mais receptivo a determinada novidade. Foi, segundo Shenkar, o que aconteceu com os cartões de crédito. Quando as atualmente líderes Visa e Mastercard passaram a oferecê-los, bem depois da precursora Diners, não foi preciso explicar do zero a gerentes de bancos e ao público o que era um cartão de crédito — a Diners já havia feito a maior parte do trabalho.

Shenkar juntou os verbos inovar e imitar e criou o termo “imovação” para definir a habilidade das companhias que imitam e inovam ao mesmo tempo. “Copiar com criatividade é o que diferencia essas empresas das que fazem falsificação barata”, diz Shenkar. Segundo ele, as empresas “imovadoras” copiam apenas a estrutura de uma deia — imitam o que deu certo, muitas vezes melhorando alguma coisa no produto ou no processo de fabricação, e modificam todo o resto. A IBM é um dos exemplos de “imovadoras” apontadas pelo livro. Chamada por Peter Drucker, o grande guru da administração, de “o mais bem-sucedido caso de imitador criativo”, a IBM mantém laboratórios de pesquisa e um batalhão de cientistas e Ph.Ds. — hoje são aproximadamente 3.000 em todo o mundo. Shenkar diz que foi essa a força que permitiu à IBM ser por muitos anos líder em computadores de escritórios, mesmo sem tê-los inventado. “O que a IBM fez foi basicamente produzir conhecimento para aprimorar os produtos anteriores”, diz Shenkar, para quem isso não é pouco.

Continue lendo a matéria original completa aqui: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0032/noticias/recorte-e-cole


Página 1 de 11