Category: Freelancers
Como conseguir um freela na internet?
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Freelancers Comente
Trabalho freelancer ganha adeptos de todos os níveis, em especial por se tratar de tarefas que podem ser executadas da própria casa
A palavra “Bico” pode ser encontrada no dicionário da seguinte forma: “Renda estreita, que termina lateralmente em bicos. Bras. Biscate, pequenos ganhos eventuais”.
Atualizada para freela, a opção, comumente atrelada aos profissionais que não estão presos a uma específica empresa ou função, ganha adeptos de todos os níveis, em especial por se tratar de tarefas que podem ser executadas da própria casa.
Com a premissa de que tudo é mais fácil na internet, criar blogs e sites, adentrar no universo da redes sociais, enfim, explorar todo o conteúdo, passou a ser o caminho mais utilizado pelos freelancers.
“Se você tem alguma habilidade que pode ser alavancada, algo que você pode fazer em cinco minutos e que alguém não especializado ia demorar até três horas, ofereça essa habilidade como um bico para fazer dinheiro”, afirma o co-fundador do site Cidade dos Bicos, Eduardo L’Hotellier.
Oportunidades
No ar desde setembro de 2010, o site dos bicos reúne pessoas que oferecem tarefas que podem ser cumpridas rapidamente através da própria internet.
Os valores pelos trabalhos variam entre R$ 5 e R$ 10. De acordo com L’Hotellier, as tarefas vão desde a um trabalho escolar até serviços engraçados como fazer uma montagem com a foto do pessoal do seu trabalho.
“Para se dar bem com freela na web, o profissional deve detalhar ao máximo o serviço que oferece, além de colocar a própria foto na rede – algo que passa credibilidade. Fora isso, ele deve responder os e-mails sempre com rapidez”, diz o executivo.
Segundo o executivo, o site utiliza o tempo ocioso das pessoas, período em que podem usar suas habilidades para faturar um dinheiro extra ou descolar uma fonte de renda on-line.
Variedades
A oferta de oportunidades destinada aos freelas não para por aí. No site Freelance Now, o usuário pode buscar por oportunidades em sua área, além de postar propostas e orçamentos aos contratantes.
O mais interessante do canal são as empresas que buscam o perfil dos profissionais usuários. Ou seja, existe movimento de ambas as partes interessadas.
Dentro desses moldes, o freela tem a possibilidade sugerir valores às propostas que são inseridas no banco de dados. Após a conclusão de um serviço, ele pode avaliar o contratante e, na mesma linha, receber críticas do mesmo.
Outro canal para o serviço é o Freela, no ar desde 2005. Nele o usuário pode divulgar seus trabalhos para agências, empresas e a comunidade em geral.
O profissional pode cadastrar gratuitamente dados e imagens, além de destacar seus diferenciais, passagens importantes de sua formação e dados para contato.
Fonte: Administradores
Seis passos para se tornar um freelancer de sucesso
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Freelancers Comente
“Para conseguir um “freela”, é necessário ter equilíbrio emocional e financeiro”, diz gerente da consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos
Muitos profissionais, em razão da mobilidade e de outros aspectos, optam pelo trabalho freelancer. Pessoas disponíveis no mercado ou que já estão cansadas do trabalho entre quatro paredes de uma empresa buscam atingir o sucesso desta forma. Em alguns segmentos – webdesign, fotografia e programação, por exemplo – o trabalho à distância torna-se quase uma realidade.
“Para conseguir um “freela”, é necessário ter equilíbrio emocional e financeiro. Muita responsabilidade em torno do trabalho adquirido requer disponibilidade e disciplina”, afirma a gerente de Planejamento de Carreiras da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vanessa Novais.
Regras
Na avaliação de Vanessa, o profissional freelancer deve-se atear a algumas regras, para alavancar no mercado. Abaixo, a gerente direciona seis dicas sobre como conseguir um trabalho como este. De acordo com ela, conseguir um “freela” e mantê-lo não é tão fácil quanto parece.
- Ter um fundo de caixa: Ser freelancer é não saber o dia de amanhã. Monte um “colchão financeiro” que suporte suas contas. Você pode ter certeza de que irá fechar um trabalho, mas não sabe se haverá continuação em torno dele.
- Aproveite o mercado on-line: Não deixe sua rede de contatos pela internet esfriar. Avise amigos, parentes e contatos profissionais sobre a sua área de atuação. Crie blogs e sempre que possível abasteça as redes sociais com conteúdo específico sobre os seus serviços. É pela rede que as melhores oportunidades aparecem.
- Autoavaliação: Em muitos casos, o profissional freelancer não terá chefe nem subordinado. Tenha sempre em mente que esse trabalho não pode declinar e virar apenas uma atividade qualquer. Direcione alguns valores, como o horário a ser sempre seguido, um lugar [escritório] que suporte as eventuais demandas de trabalho. Julgue se o seu trabalho corresponde às exigências do mercado.
- Foco: Planeje-se, avalie cada passo do seu trabalho. Para ser um “freela”, é necessário ter regras, saber equilibrar o emocional com o financeiro. Quais e quantos clientes quero obter? Quanto tempo terei para realizar o trabalho? Nesse caso, monte uma lista de prioridades e metas a serem seguidas.
- Cliente, ter bons e poucos: Não adianta querer ter muitos clientes e não conseguir entregar nenhum trabalho no prazo. No começo, a tendência é querer ter volume de serviço em cima da mesa. O foco deve ser em conquistar um cliente e em fazer o trabalho perfeito. A partir daí, escolha com cautela o que “pegar”, uma vez que quantidade não é sinônimo de qualidade.
- Valor do trabalho: Muitas pessoas creem que a vida de um freelancer é fácil e sossegada. Não é bem assim. Pondere, avise que determinado trabalho irá lhe custar uma específica quantia de telefone, gasolina ou internet. Não pague para trabalhar, negocie com o cliente.
Fonte: Administradores
Como ser um freelancer reconhecido no mercado?
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Freelancers Comente
Segundo consultora, ser palestrante em faculdades pode ser uma alternativa para divulgar o trabalho e, consequentemente, ganhar credibilidade.
Segundo consultora, ser palestrante em faculdades pode ser uma alternativa para divulgar o trabalho e, consequentemente, ganhar credibilidade
Não ter contato diário com profissionais da área, por não ter uma rotina de trabalho em uma empresa, pode ser um dos principais empecilhos para um freelancer conseguir e divulgar o seu trabalho. Na opinião da consultora de RH (recursos humanos) e diretora-executiva da Clarz Management, Luciana Botelho, uma forma de driblar esta situação é tentar aumentar o networking. Uma das maneiras de se fazer isso é firmando parcerias com faculdades.
“Geralmente, as faculdades organizam as semanas das profissões, nas quais vários profissionais promovem palestra mostrando as tendências de determinada área. Um freelancer pode tentar entrar em contato com a universidade e se oferecer como palestrante, mesmo que não ganhe renumeração para isto. Ao participar destes eventos, ele consegue ganhar visibilidade, credibilidade no mercado e também pode aumentar os seus contatos sociais”.
Outra forma do freelancer divulgar o seu trabalho segundo a consultora é escrevendo artigos. “O profissional precisa ter uma visão global do seu mercado de atuação, mas também deve procurar uma especialização em determinado segmento para ter um diferencial competitivo. Ao ter o domínio de um tema, ele pode escrever um artigo e divulgá-lo na internet, por exemplo”.
Internet
Já o gerente consultivo do Grupo Soma, Paulo Ishimaru, aponta que uma boa alternativa para o profissional divulgar o seu trabalho é utilizando a internet. “O profissional pode criar um blog, participar de sites de relacionamento e de grupos de discussão sobre a sua área de atuação”.
Entretanto, Luciana ressalta que, ao participar de sites de relacionamento ou outros tipos de redes sociais, a pessoa precisa tomar cuidado para não se comprometer profissionalmente. “Participar de comunidades como odeio acordar cedo e não gosto de trabalhar no fim de semana pode comprometer a imagem profissional, por isso é bom evitar colocá-las nos perfis”.
Eventos
Além disso, Ishimaru destacou que a participação em feiras e eventos na área de atuação do freelancer pode trazer benefícios. “Ao participar destes eventos, o profissional tem contato com outros colegas da mesma área, logo ele pode ter uma referência dos preços que estão sendo cobrados no mercado, além de ampliar sua rede de contatos e fazer networking. Afinal, grande parte dos freelancers conseguem serviços porque foram indicados por alguém”.
Um outro benefício na participação destes eventos é que o profissional pode reciclar o seu conhecimento. “Buscar cursos de especialização e se reciclar por meio de eventos e palestras é fundamental para ser um freelancer reconhecido”, finaliza Ishimaru.
Fonte: Administradores
Além do posto na empresa: o que ponderar para aceitar um trabalho freelancer?
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Carreira, Freelancers Comente
“Muitas vezes, o ganho financeiro não compensa a perda de tempo”, diz consultora de Recursos Humanos.
Seu orçamento estava um pouco apertado e você, em busca de novos desafios. A rotina escritório-casa-escritório já estava começando a incomodar. Foi então que apareceu a oportunidade de fazer um trabalho freelancer. Ele será por pouco tempo, mas ajudará bastante a equilibrar suas finanças. Diante desta situação, fica a dúvida: devo avisar a empresa sobre a nova atividade ou não? O que preciso ponderar para aceitar a proposta?
De acordo com a consultora de RH (recursos humanos) da Catho Online, Gláucia Santos, é importante colocar para a empresa sobre a nova atividade, porque de alguma forma ela pode vir a interferir no trabalho que realiza dentro da companhia. “Se tiver certeza de que não tem interferência alguma, não precisa colocar”, completou ela.
O que acontece bastante hoje em dia são pessoas que fazem freelancer no comércio ou em algo relacionado a uma atividade de lazer, como artesanato, “porque entra como uma segunda fonte de renda e um prazer”, nas palavras da consultora.
Mesma atividade?
“Agora, quando o profissional vai trabalhar como freelancer, com algo que é parecido com o que faz na empresa, entra a questão da ética. Se usa ferramenta, informação da empresa, pode até ser demitido por justa causa”, explicou Gláucia.
Realizar a mesma atividade como freelancer e empregado em uma empresa é muito comum para profissionais que atuam na área de tecnologia da informação, desde manutenção até o desenvolvimento de projetos. Mas, neste caso, o profissional está dividindo aquilo que aprendeu com sua experiência, com sua formação técnica.
Quando aceitar?
Por isso, antes de aceitar o convite, é preciso ficar atento a algumas questões. Afinal, a sua principal fonte de renda ainda é o trabalho na empresa, o que significa que não vale a pena colocá-la em jogo por algo que não ajudará a resolver seus problemas financeiros. O principal deles é se o trabalho temporário não irá tomar tempo na empresa, fazendo você deixar de participar mais ativamente.
Outro ponto a observar é o ganho com a nova atividade, não só financeiro, mas de modo geral. “Porque muitas vezes o ganho financeiro não compensa a perda de tempo”. Confira também seus objetivos profissionais. Ao aceitar a atividade, você estará se desviando deles? O novo trabalho poderá ajudar a alcançá-los?
Detalhes
Caso você aceite o trabalho freelancer, é bom estar atento a alguns cuidados, para não comprometer nenhuma das atividades:
- Não dê contatos da empresa em que trabalha para o novo contratante. Desta forma, você evita que ele interrompa sua rotina na companhia e prejudique sua imagem. Forneça apenas os pessoais;
- Depois de aceitar a proposta, providencie uma agenda! É preciso ter bastante organização para poder lidar com as duas atividades dentro dos prazos exigidos. Isso também ajuda, de acordo com Gláucia, a separar um tempo para você.
Fonte: Administradores
Vida de freelancer
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Freelancers, Home Office, Tendências Comente
Por opção – e tendência -, cresce o número de profissionais autônomos.
Segunda-feira, seis da manhã. Enquanto grande parte dos profissionais com registro em carteira se prepara para cumprir uma jornada de oito horas de trabalho, o designer Eduardo Vicente Gonçalves, 24 anos, curte um pouco mais a cama. Às 9h00, quando muitos já estão envolvidos com a rotina do dia-a-dia, ele acorda e aprecia o café da manhã. Por volta das 10h00 (momento em que boa parte dos assalariados já sonha com o descanso do almoço) é hora de ir trabalhar, mas sem o estresse do trânsito e o melhor: sem a obrigação do traje social. Se quiser, vai de pijama mesmo.
É do escritório de casa que o freelancer toca sua vida profissional e, quando precisa, encontra tempo para resolver seus problemas pessoais (um cano furado, uma conta para pagar), além de se dar uma folga para tirar um cochilo ou assistir a uma partida de futebol quando estiver sem inspiração para o trabalho. Resumindo: dentro de casa, Gonçalves é free.
“Não gostava de ter que pedir permissão até para ir ao médico e ser escravo do relógio. Troquei os benefícios do emprego de carteira assinada pela minha liberdade”, conta o designer. Hoje, ele não tem dúvida de que está mais feliz. “Trabalho o suficiente para sobreviver e prezo muito pela minha qualidade de vida. Sempre que possível ponho o meu notebook nas costas e caio no mundo. Esse ano mesmo, paralelamente aos meus projetos, consegui dar uma escapada para a Argentina e para o Uruguai.”
Ao pé da letra, a palavra free significa liberdade, ou seja, sem patrão nas costas e muito menos cartão de ponto. O que, na maior parte dos casos, se traduz em horários de trabalho mais flexíveis. Não é à toa que muitos profissionais têm optado por este caminho e, assim como Gonçalves, são conhecidos como freelancers.
Tendências
Por trás do atraente slogan de liberdade atrelado à rotina do freelancer, também há mudanças no mercado de trabalho responsáveis pelo crescimento desta modalidade de profissional. “Novas condições de contratação, além da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) surgiram como mais uma forma de atender as demandas das empresas e driblar o desemprego. Uma delas foi a PJ (Pessoa Jurídica)”, aponta a consultora de recursos humanos da Career Center – empresa de orientação profissional – Malú Giacomazzi. Não é à toa que o método de trabalho que começou como tendência nas áreas de Jornalismo, Design, Propaganda e Tecnologia da Informação, já se expandiu para outros segmentos como por exemplo, Arquitetura e Letras.
De acordo com a consultora, grande parte dos profissionais que se aventuram nessa direção, o fazem por conta das dificuldades em encontrar uma colocação no mercado de trabalho. A produtora Renata Padovani, 29 anos é um exemplo. Há cinco anos como “freela” ela culpa a falta de oportunidades em sua área. “Cada vez menos as empresas querem manter vínculos com os empregados. Isso diminui bastante a oferta de emprego”, desabafa. “Atuar como autônoma é uma solução para driblar essa crise e tem lá as suas vantagens, mas confesso que gostaria de ter um emprego fixo para ter mais garantias profissionais”, completa.
Ainda que tenha atrativos, também é preciso lembrar que existem desafios na vida dos freelancers. Um deles, é lidar com a falta de estabilidade financeira. Em um mês é possível conseguir diversos projetos e ganhar três ou até quatro vezes mais do que um funcionário CLT. No próximo, porém, nenhum trabalho pode aparecer. No fim de cada mês, o resultado depende única e exclusivamente do freelancer. Por isso os contatos são a base desse trabalho. “O boca a boca e o famoso QI (quem indica), são nossas principais fontes de trabalho”, diz a produtora Renata.
Se iniciativa para correr atrás do trabalho é fundamental, organização para não passar aperto no final do mês também não fica atrás. “Disciplina e a organização financeira devem ser as principais características de um freelancer”, alerta Malú. Fundo de garantia, férias remuneradas, 13º salário, assistência médica e INSS também não fazem parte dos benefícios de um profissional autônomo, a não ser que ele queira “pagar por fora” para obtê-los. Por isso, a consultora recomenda que o profissional considere esta questão na hora de aceitar um projeto. “Negocie um valor que possa cobrir as despesas com esses encargos, afinal, são garantias para o futuro e podem ser bastante úteis diante de um imprevisto”, aconselha.
Limitações
Mesmo sendo freelancer, o profissional da área de Sistemas de Informação Danilo Rodrigues, 22 anos, mantém uma rotina similar a dos funcionários com registro em carteira. Tem horário para sair e para entrar na empresa, faz uma hora de almoço, tem obrigações diárias e é subordinado a um chefe. No entanto, os benefícios não são os mesmos. Nada de assistência médica, férias remuneradas e nem mesmo vale alimentação ou refeição. Pode até parecer injusto, mas Rodrigues só está se adequando ao mais novo modelo de contratação adotado por algumas companhias: freelancer fixo.
“Durante os últimos seis anos já passei por três empresas com esse mesmo esquema de contratação. Os deveres são os mesmos de um profissional contratado, mas os direitos não. As ofertas de CLT em Tecnologia são cada vez menores. Por isso, ou você aceita a proposta ou fica desempregado”, desabafa Rodrigues. “Quero muito conseguir algo fixo para ter mais segurança e poder colocar a cabeça no travesseiro sem me preocupar com o futuro”, confessa.
A regra trabalhista é bem clara quanto a esse assunto. Primeiro, uma empresa só pode terceirizar os serviços secundários. Ou seja, se a companhia atua na área de Medicina, ela não pode terceirizar os médicos, mas a áreas de contabilidade e administração sim. Depois, deve-se levar em conta a habitualidade e a subordinação do trabalho. “Esses dois conceitos é que diferenciam um empregado de um freelancer”, ressalta o procurador do Ministério Público do Trabalho de São Paulo Fábio de Assis Fernandes.
Isso significa que se o autônomo exerce atividades regulares em uma empresa, além de ser subordinado a alguém, sua função pode ser considerada deturpada e a companhia contratante pode sofrer todas as sanções previstas no direito trabalhista. “Mas é preciso fazer uma análise concreta de caso a caso”, afirma Fernandes.
Rede social para serviços freelancers é lançado no Brasil
Posted by Ze on jan.30, 2011, under Freelancers, Internet, Redes Sociais Comente
A plataforma permite ao usuário comprar e vender serviços diversos, que vão de uma simples entrega à construção de um prédio, de forma rápida e segura
Você é bom em algum trabalho e quer ganhar dinheiro com isso? Então, uma nova posssiblidade que surge é a SuperTau – uma rede social brasileira para freelancers.
O site permite a exposição de portifólio de serviços de profissionais autônomos, freelancers e empresas de todo o Brasil, e possibilita que qualquer pessoa ganhe dinheiro com suas competências. Um estudante, por exemplo, pode trocar uma lâmpada para alguém de seu bairro ou um consultor pode ser contratado para tirar uma simples dúvida.
De acordo com o administrador Daniel Wege, um dos responsáveis pelo projeto, o site tem como missão o aumento da qualidade dos serviços e geração de economia de tempo e dinheiro para os usuários. ”Percebemos que todo mundo possui alguma competência que poderia ser facilmente usada por outras pessoas, e não seria necessário ter um curso superior ou uma especialização, mas sim, somente, saber fazer”.
Ele conta que o site já conta com pessoas para diversos tipos de atividade, desde bem complexas até as mais simples. “Eu mesmo já contratei uma pessoa para lavar louças (por R$ 10,00) e outra para cuidar da minha cadela (por R$15,00). De qualquer forma as possibilidades são infinitas, pois os serviços podem ter qualquer pré-requisito que pode ser simplesmente morar em um bairro”.
Como funciona
O sistema permite aos usuários cadastrarem tanto o que aprenderam na escola ou com a experiência e também se possuem veículo, CNPJ, pretensão salarial e até sua agenda para trabalho remoto e presencial. E para quem ainda não possui experiência, o site disponibiliza um teste de personalidade, cujo resultado é uma lista de tarefas e ocupações para cada perfil. O site possui um sistema de leilão onde somente os fornecedores com os pré-requisitos estabelecidos pelos contratantes podem dar lances.
Fonte: Administradores












