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	<title>Micro e Pequenas Empresas - O Portal dos Grandes Negócios</title>
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	<description>O Portal dos Grandes Negócios</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:03:04 +0000</pubDate>
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		<title>MPEs geram 47,2% das vagas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-26.png" />Quase metade das 122.797 novas vagas de trabalho formal abertas no Paraná, durante os sete primeiros meses do ano...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase metade das 122.797 novas vagas de trabalho formal abertas no Paraná, durante os sete primeiros meses do ano, foram em micro e pequenas empresas. De acordo com um estudo da Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os estabelecimentos que possuíam entre 1 a 4 empregados contrataram 58.003 pessoas no período. O correspondente a 47,2% do total disponibilizado.</p>
<p>As empresas com 500 a 999 empregados criaram 12.133 postos com carteiras de trabalho assinadas, ou 9,9% das vagas disponíveis entre janeiro a julho de 2008. Aquelas com mais de 1000 funcionários contrataram 14.595 trabalhadores, equivalendo a 11,9%.</p>
<p>Setores — O número de empregados na Construção Civil dobrou na comparação entre os meses de janeiro a julho de 2008 e do ano passado. Foram criadas 14.236 novas vagas, crescimento de 101%.</p>
<p>O comércio contratou 19.433 trabalhadores formais, alta de 41% na comparação com os sete primeiros meses de 2007. No setor de serviços, onde foram abertas 32.887 novas vagas, a expansão foi de 35,4%.</p>
<p>Acordos — O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) informou que no primeiro semestre deste ano 85,8% dos 309 acordos salariais com data-base entre janeiro e junho conquistaram reajustes pelo menos iguais à inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do IBGE.</p>
<p>Fonte: Bem Paraná</p>
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		<title>Fisco exige regularização de débitos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 18:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-81.png" />Chega a 400 mil o número de empresas que podem ser excluídas do Simples Nacional por falta de pagamento de impostos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega a 400 mil o número de empresas que podem ser excluídas do Simples Nacional por falta de pagamento de impostos à Fazenda Pública Federal, segundo informou a Receita Federal. Os procedimentos para a exclusão já foram iniciados com a emissão de ADE (Atos Declaratórios Executivos).</p>
<p>O ADE que está sendo enviado aos contribuintes em dívida com o Fisco contém todas as informações necessárias para a regularização dos débitos. A consulta também poderá ser feita no site da Receita www.receita.fazenda.gov.br. O prazo para as empresas recorrerem é de um mês.</p>
<p>A partir de 1º de janeiro de 2009 as empresas que não resolverem as pendências serão automaticamente excluídas do Simples Nacional. A Receita lembra que os débitos inscritos em Dívida Ativa podem ser regularizados no endereço da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (www.pgfn.gov.br).</p>
<p>Os débitos não previdenciários com valor até R$ 100 mil podem ser parcelados diretamente na internet sem a necessidade de comparecimento aos Centros de Atendimento ao Contribuinte.</p>
<p>O Simples Nacional foi instituído em dezembro de 2006 e permitiu às empresas de pequeno porte e às microempresas recolher, de forma unificada, tributos e contribuições de competência da União, dos estados e dos municípios. Atualmente, 3.020.849 empresas estão na base de dados do Simples Nacional.</p>
<p>Fonte: Jornal Hoje</p>
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		<title>Sebrae e ABCP lançam coleção sobre gestão</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 18:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-23.png" />A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) desenvolveram uma coleção para auxiliar pequenos empresários do setor da construção a gerir seus negócios. A publicação, intitulada Mão na Massa, está disponível no site da ABCP.</p>
<p>A coleção, dividida em sete fascículos no formato de história em quadrinhos, reúne informações sobre cimento, dosagem e traço do concreto, racionalização de matérias-primas, dicas de como manter o bom relacionamento com clientes e fornecedores e estratégias para melhorar a qualidade dos produtos para quem tem um pequeno negócio no setor.</p>
<p>Segundo o gestor do projeto no Escritório Regional do Sebrae-SP, André Luiz Costa, o diagnóstico realizado nas empresas identificou a necessidade de aproximar o segmento, trazer conhecimento e tecnologia, questões sobre  normas técnicas  e como reduzir as perdas dentro do processo produtivo.</p>
<p>Para Ricardo Moschetti, gerente da regional São Paulo da ABCP, a criação de um material para servir de apoio para as médias e pequenas empresas era fundamental. &#8220;A construção civil cresce a um ritmo frenético no País e a falta de profissionalização é uma das questões mais preocupantes. O apoio do Sebrae nos permitiu encontrar uma solução inteligente e viável para o setor&#8221;, diz.</p>
<p>Além do material, o projeto Mão na Massa também prevê cursos, consultorias e planejamentos às empresas. O programa está inicialmente direcionado para a região de Sorocaba. &#8220;Este é um importante trabalho de preparo para quem atua no setor. O Sebrae possui o conhecimento de gestão empresarial e a ABCP tem as especificações técnicas. Este é um excelente exemplo de que devemos avançar cada vez mais na certificação&#8221;, afirma o diretor administrativo e financeiro do Sebrae-SP, Milton Dallari.</p>
<p>A intenção do Sebrae-SP é expandir o projeto para todo o estado. Apesar disso, a ABCP estima que 3,5 mil fabricantes de artefatos de construção de São Paulo sejam beneficiados com o uso da cartilha.</p>
<p>Fonte: PINIWeb</p>
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		<title>Abertas inscrições para Prêmio MPE Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 18:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-241.png" />A partir deste ano, o antigo Prêmio de Competitividade, promovido pelo Sebrae e parceiros para reconhecer...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir deste ano, o antigo Prêmio de Competitividade, promovido pelo Sebrae e parceiros para reconhecer as boas práticas em gestão de micro e pequenas empresas, passa a adotar um mesmo nome em todo o País: o MPE Brasil Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. As inscrições para o prêmio, que este ano entra na quinta edição, já estão abertas no site www.premiompe.sebrae.com.br.</p>
<p>Na nova formatação do prêmio, algumas alterações são percebidas, como o aumento do número de categorias. Agora, podem inscrever-se na premiação até o dia 25 de setembro - empresas com atuação nas áreas da Indústria; Comércio; Serviços de Turismo (bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens, transportes turísticos); Serviços de Saúde; Serviços de Educação; Serviços em Tecnologia da Informação (desenvolvimento, implantação e gerenciamento de softwares); Serviços (outros não especificados) e Agronegócios.</p>
<p>A ampliação das categorias do prêmio foi pensada para aumentar a participação das empresas no MPE Brasil. Focando a premiação em setores específicos, nós aumentamos o número de empresas inscritas e as chances de premiação, sinaliza o gerente de Atendimento do Sebrae-MA, Marco Aurélio Adballa.</p>
<p>As empresas inscritas numa das categorias do MPE Brasil poderão optar, no ato da inscrição, por candidatar-se ao. Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade R20;Sócio-ambiental. Esta premiação, que se tornou paralela nesta edição, considera a atuação da empresa em ações e/ou programas que contribuam para o desenvolvimento sócio-ambiental do entorno onde estão inseridas.</p>
<p>Fonte: Assessoria</p>
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		<title>Governo lança estratégia para alavancar exportação</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[comércio exterior]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-15.png" />Com investimentos de R$ 34 bilhões até 2010, o governo lançou ontem a Estratégia Brasileira de Exportação. O objetivo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com investimentos de R$ 34 bilhões até 2010, o governo lançou ontem a Estratégia Brasileira de Exportação. O objetivo é ampliar a participação das vendas externas para 1,25% das exportações mundiais. O programa também prevê o aumento em 10% do número de micro e pequenas empresas exportadoras. Com a estratégia, a quantidade de micro e pequenas empresas que vendem para o exterior saltaria dos atuais 11 mil para 12,1 mil.</p>
<p>O plano é resultado da articulação de 40 órgãos federais, que elaboraram a nova política nos últimos quatro meses. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) está desenvolvendo indicadores para estabelecer prazo de execução das ações. A cada três meses, será divulgado um relatório com as ações já executadas.</p>
<p>O secretário de Comércio Exterior do Ministério, Welber Barral, acredita que o número de empresas que operam dentro do regime de drawback deve saltar de 1.300 para 5.000 quando entrar em funcionamento a estratégia. O atual regime concede a suspensão ou eliminação de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto a ser exportado. O &#8220;drawback verde-amarelo&#8221;, como também é chamado o programa, permitirá que as empresas recebam isenção tributária na compra de insumos nacionais usados na fabricação de produtos a serem vendidos no mercado externo.</p>
<p>Barral explicou que, para atender este aumento de demanda, foi realizada uma adaptação do sistema de registro. A reformulação sofreu atrasos por causa da greve, no mês passado, dos funcionários do Serpro, que cuida do sistema de informática do governo.</p>
<p>Fonte: Monitor Mercantil</p>
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		<title>Brasil já tem 586 Centrais de Negócios</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-31.png" />Cresce o número de micro e pequenas empresas que se unem para formar Centrais de Negócios e realizar compras...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cresce o número de micro e pequenas empresas que se unem para formar Centrais de Negócios e realizar compras e vendas em conjunto. Em 2005, existiam 257 unidades no País. Hoje são 586, crescimento de 128% em três anos. Desse total, 24 operam em Minas Gerais.</p>
<p>Os números foram divulgados no 1º Encontro Mineiro de Centrais de Negócios, na terça-feira (2), na Feira do Empreendedor de Minas Gerais, que segue até o sábado (6) em Belo Horizonte. No encontro, foram apresentados casos de pequenas empresas que apostaram na união como diferencial de competitividade e avaliadas tendências de mercado.</p>
<p>Para o consultor Edmir Dumke, esse tipo de aliança entre pequenas empresas tende a crescer. &#8220;Sozinho você é pequeno, mas em grupo acaba sendo representativo. Torna-se mais competitivo e profissional. E o cliente é quem acaba percebendo tudo isso&#8221;, avaliou.</p>
<p>Entre as vantagens das Centrais de Negócios estão o baixo custo da compra e da venda em conjunto, a ampliação de negócios com a criação de centrais de compras, a construção de depósitos de distribuição, a capacitação dos colaboradores, a criação de produtos e a expansão da carteira de clientes.</p>
<p>&#8220;Em grupo há chances de comprar uma maior quantidade de produtos com o fornecedor, com melhores preços e benefícios como maior prazo de pagamento, descontos, embalagens e fretes melhores&#8221;, disse Dumke.</p>
<p>Apesar de ser nova no Brasil, a iniciativa de formar centrais de negócios vem ganhando adeptos em tempos de concorrência acirrada. Em Minas Gerais existem mais de 24 centrais de negócios de vários segmentos da indústria, comércio, agronegócio e artesanato.</p>
<p>&#8220;Mesmo sendo concorrentes as micro e pequenas empresas podem ser parceiras e trabalhar juntas para reduzir custos, ampliar mercado e competir com as grandes empresas&#8221;, afirmou o diretor-superintendente do Sebrae em Minas Gerais, Afonso Maria Rocha.</p>
<p>Fonte: Agência Estado</p>
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		<title>Empresas podem ser excluídas do Supersimples</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-8.png" />A Receita Federal informou nesta quinta-feira (4) que 400 mil micro e pequenas empresas que fazem parte do Supersimples...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal informou nesta quinta-feira (4) que 400 mil micro e pequenas empresas que fazem parte do Supersimples, regime tributário que permite a unificação de vários tributos em um único pagamento mensal, podem ser excluídas do regime até o final deste ano caso não regularizem suas dívidas junto ao Fisco.</p>
<p>Essa será a 1a. exclusão do programa, que teve início em julho de 2007. Segundo o secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples, Silas Santiago, o programa conta, atualmente, com cerca de 3 milhões de micro e pequenas empresas. Deste modo, caso todasa as 400 mil empresas sejam excluídas, ele perderá 13,3% de seu número de pessoas jurídicas.</p>
<p>A Receita Federal não informou o valor das dívidas destas empresas. Segundo Santiago, seus débitos foram contraídos antes da adesão ao Supersimples, mas acabaram não sendo quitados - apesar de essa ser uma exigência da Receita Federal para permanência no programa. &#8220;Essas são as empresas que não fizeram nada para pagar suas dívidas antigas&#8221;, disse ele ao G1.</p>
<p>Nova inclusão</p>
<p>O secretário-executivo do Comitê Gestor do Supersimples explicou que as micro e pequenas empresas terão até o fim do ano para pagarem seus débitos. Caso ainda permaneçam endividadas, elas serão excluídas do programa. Mas, segundo Santiago, em 2009 poderão pedir nova inclusão. Para isso, porém, terão de quitar seus débitos e acertar as contas com o Leão.</p>
<p>Parcelamento</p>
<p>Para as micro e pequenas empresas que desejarem quitar suas pendências fiscais, a Receita Federal lembra que foi disponibilizado um novo tipo de parcelamento, que poderá ser feito pela internet sem a necessidade de certificação digital. As dívidas até R$ 100 mil com o governo, excluindo as previdenciárias, poderão ser parceladas em até 60 meses, mas serão corrigidas pela variação da taxa Selic - atualmente em 13% ao ano.</p>
<p>Limites do Supersimples</p>
<p>Atualmente, o Supersimples conta com cerca de 3 milhões de micro e pequenas empresas. Para poderem participar do Supersimples, as micro empresas não podem ter renda bruta total de mais de R$ 240 mil por ano, e as empresas de pequeno porte não podem ter renda superior a R$ 2,4 milhões por ano.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Ajuste previsto no Simples Nacional movimenta MPEs</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 19:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-5.png" />No próximo dia 9, o Projeto de Lei nº 128/08, aprovado em 13 de agosto na Câmara dos Deputados, poderá...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 9, o Projeto de Lei nº 128/08, aprovado em 13 de agosto na Câmara dos Deputados, poderá ser votado no Senado, conforme garantiu o senador e presidente do Senado, Garibaldi Alves. O Projeto prevê alterações na Lei do Simples Nacional e reconhece o Microempreendedor Individual (MEI).</p>
<p>Entre as principais mudanças está o direito assegurado às empresas não enquadradas no Simples Nacional de receberem o crédito correspondente ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ao adquirirem produtos de empresas de pequeno porte que fazem parte do Programa. Contudo, as mercadorias precisam ser destinadas à comercialização ou à industrialização para que o crédito tenha validade.</p>
<p>Segundo a Associação Comercial Empresarial do Brasil, essa mudança não causará nenhum impacto nas empresas que já fazem parte do Simples Nacional, mas resultará em benefícios para outras que ainda não optaram pelo Programa. “O Simples Nacional garante inúmeros benefícios para as micro e pequenas empresas. Porém, muitas ainda resistem a ele. Essa mudança pode ser o primeiro passo para que elas entrem em contato com o Programa e, quem sabe em um futuro próximo, resolvam fazer parte dele”, aposta Irineu de Ascenção, diretor de relações institucionais da ACEB.</p>
<p>O Projeto de Lei também prevê a criação do Microempreendedor Individual, o MEI. Para se enquadrar nessa denominação e ter o direito de optar pelo Simples Nacional, o empreendedor precisará comprovar receita bruta anual no ano-calendário anterior de R$ 36 mil.</p>
<p>Haverá, também, mudança nos segmentos que poderão optar pelo Programa. Empresas de decoração, serviços de diagnósticos por imagem, laboratórios de análises clínicas e empresas de confecção de próteses, que antes não tinham o direito de aderir ao Simples Nacional, entrarão na tabela V. Com isso, as empresas de contabilidade passarão da tabela V para a III.</p>
<p>O diretor da ACEB alerta os empreendedores a ficarem atentos à votação no Senado. “É preciso ficar atento e verificar, exatamente, as mudanças que ocorrerão no setor e às quais modificações cada segmento será submetido, caso o Projeto de Lei seja aprovado”, finaliza Ascenção.</p>
<p>Fonte: Segs</p>
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		<title>Lei de Falências não foi feita para MPEs</title>
		<link>http://www.microepequenasempresas.com.br/lei-de-falencias-nao-foi-feita-para-mpes/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 19:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-21.png" />Na Lei de Falências, há um capítulo específico para tratar da recuperação judicial de micro e pequenas empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Lei de Falências, há um capítulo específico para tratar da recuperação judicial de micro e pequenas empresas. &#8220;Mas o capítulo é muito genérico e não especifica as condições para entrar em um processo de recuperação judicial&#8221;, explica o mestre em administração e diretor da consultoria Siegen, Fábio Bartolozzi Astrauskas, informa o site InfoMoney.</p>
<p>Está certo que a lei elimina uma série de documentos e procedimentos que antes eram exigidos, em prol da redução da burocracia. Hoje, as empresas de pequeno porte, por exemplo, não precisam mais elaborar um plano de recuperação.</p>
<p>Ainda assim, a lei tem seus problemas. &#8220;O capítulo que trata de MPEs foi incluído de última hora e acabou sendo mal redigido. Alguns documentos foram eliminados, mas a regra cria uma série de outros documentos para que a empresa seja enquadrada como MPE&#8221;, diz.</p>
<p>Outra limitação: no caso das MPEs, a recuperação somente pode abranger os créditos quirografários. Existem três tipos de dívidas: créditos trabalhistas, garantia real (se dá quando, por exemplo, o banco tem uma hipoteca, logo o pagamento está &#8220;garantido&#8221;) e créditos de privilégio geral, também chamados de quirografários. Estes últimos são os que não têm garantia. Por exemplo, foi emitida uma nota ou uma duplicata e a empresa não pagou.</p>
<p>Logo, a empresa pode se recuperar no que se refere aos créditos quirografários, mas precisa &#8220;se virar&#8221; para conseguir pagar as demais dívidas, cujo prazo de pagamento é de, no máximo, 36 meses, uma vez aprovado o plano de recuperação.</p>
<p>Mais uma diferença reside no fato de que, no caso genérico - de empresas de médio e grande portes - os credores, que têm a receber das empresas, como é o caso de trabalhadores, bancos e fornecedores, aprovam o plano de recuperação das empresas. No caso de MPEs, quem aprova é o juiz.</p>
<p>Para Fábio, esta situação não é melhor nem pior. O que deve mudar é o custo para uma empresa se recuperar judicialmente. &#8220;Hoje, recuperar-se custa muito caro, por conta da contratação de advogados, do administrador judicial e dos custos cartoriais. O que poderia ser feito é deixar, na lei, as regras um pouco mais claras e acessíveis a MPEs. De 201 artigos da lei, apenas três são específicos para micro e pequenas empresas&#8221;.</p>
<p>Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios</p>
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		<title>Pezão recebe propostas de empresários para PAC</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 19:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.microepequenasempresas.com.br/wp-content/uploads/2008/09/micro-24.png" />O governador em exercício Luiz Fernando Pezão recebeu das mãos do presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador em exercício Luiz Fernando Pezão recebeu das mãos do presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Olavo Monteiro de Carvalho, nesta quarta-feira, quatro volumes com propostas de ações para a dinamização econômica de comunidades carentes atendidas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os documentos foram elaborados pela ACRJ em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ) e Instituto de Estudos do Trabalho e da Sociedade (Iets).</p>
<p>Dos documentos, dois são de estudos que fundamentaram o Plano de Dinamização Econômica para as Comunidades Atendidas pelo PAC: um contendo pesquisa coordenada pela Macroplan e outro, um diagnóstico sócio-econômico das áreas beneficiadas pelo PAC, coordenado pelo Iets. O terceiro documento é o próprio plano de dinamização econômica e o quarto um conjunto de apresentações com a síntese do plano e com as duas propostas de redução da informalidade e formalização de empresas e a implantação de uma rede de empreendedorismo nessas comunidades.</p>
<p>O Plano de Dinamização Econômica apresentado pela ACRJ contempla diferentes ações destinadas a incentivar a entrada de micro e pequenas empreendedores no mercado formal, a oferecer condições para a promoção e crescimento dos negócios já formalizados e a atração de empresas de médio e grande portes para o entorno das áreas atendidas pelo PAC. O plano faz parte das ações do Fórum Rio, iniciativa da ACRJ lançada em 2007 para promover melhorias ao ambiente de negócios no Rio de Janeiro, com ênfase nas micro e pequenas empresas.</p>
<p>Segundo Pezão, por entender que não basta realizar essas obras sem criar condições para o desenvolvimento sócio-econômico das comunidades carentes, o governador Sérgio Cabral instituiu um grupo de trabalho, coordenado pela Casa Civil, com a finalidade de preparar um projeto de lei propondo facilidades fiscais e tributárias para a legalização das micro e pequenas empresas existentes nessas comunidades e para atrair grandes e médios empreendimentos comerciais e industriais para essas áreas, gerando emprego e renda – informou Pezão.</p>
<p>O governador em exercício contestou a tese de que empresas saíram do Rio ou não se instalam no estado por causa da violência. Para ele, a culpa maior é da resistência dos governos em aplicar uma política tributária atrativa aos empreendedores e empresários que preferiram outros estados e cidades que lhes ofereceram melhores condições fiscais.</p>
<p>Fonte: JB Online</p>
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