Category: Esportes
Boas ideias de negócios na área de esportes
Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Esportes, Idéias, Oportunidades Comente
R$ 50.000
17. AGÊNCIA DE MARKETING ESPORTIVO
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÔES: R$ 30.000 (central telefônica com ramais, 2 notebooks, 4 computadores, sala de reuniões e servidor)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 50.000
FUNCIONÁRIOS: 4 (o dono e 3 empregados)
PRAZO DE RETORNO: 18 meses
Eduardo Morato, 36 anos, fundador da agência paulista especializada em futebol Off Field, vibra com as perspectivas para 2010: “Neste ano vamos ter um salto de 180% em nosso faturamento de R$ 4 milhões registrado em 2009”. Morato montou a Off Field há pouco mais de três anos, de olho nos grandes campeo¬natos de futebol. Seu modelo de negócio baseia-se em encontrar formas interessantes de exposição para as empresas em times e eventos esportivos. “Existem poucas agências especializadas no esporte. Vi a oportunidade e mergulhei de cabeça. Já levamos a Suvinil para o Palmeiras e a Batavo para o Corinthians”, diz.
Morato conta que começou sozinho. Hoje tem 20 funcionários. “Abri a Off Field no quarto de empregada de minha casa ”, diz. Na visão dele, quem pensa em iniciar um negócio na área pode dispensar os altos investimentos em infraestrutura. “Marketing é serviço. O segredo é o net¬working, ou seja, a rede de contatos. Não vendemos produto e sim soluções”, afirma. “Por isso, pode-se abrir um escritório apenas com um computador e uma linha telefônica.”
Trajetória parecida percorreram os ex-pilotos de Stock Car e companheiros de equipe, Vicente Siciliano, 41 anos, e André Duek, 36 anos, que decidiram manter a parceria quando deixaram as pistas. Em 2004 fundaram, em São Paulo, a Siciliano Duek, agência especializada em marketing para esportes a motor. A empresa trabalha com promoção de campeonatos, eventos, gerenciamento de carreiras e até produção de programas de TV. Embora não se beneficie diretamente da Copa do Mundo, a Siciliano Duek aproveita a carona no crescimento da visibilidade esportiva do Brasil. “O país hoje sedia etapas das três principais categorias automobilísticas mundiais, a Fórmula 1, a Fórmula Indy, que faz sua estreia em 2010, e a FIA GT1, de carros turismo, da qual somos os representantes”, diz Duek. Neste ano, a empresa espera dobrar de tamanho e faturar R$ 5 milhões. A quem pretende investir na área, ele deixa uma dica: o empreendedor tem de conhecer muito o esporte no qual deseja apostar.
| SHOW DOS BILHÕES Estudo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB) estima que os investimentos diretos para a Copa do Mundo de 2014 vão alcançar R$ 100 bilhões NATUREZA MILIONÁRIA |
R$ 150.000
18. ESPORTES RADICAIS
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÔES: R$ 100.000 (ponto, prateleiras, estoque, computador, software de controle de vendas e estoque e equipamento de automação comercial com impressora de cupom fiscal)
CAPITAL DE GIRO: R$ 50.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 30.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono e 2 atendentes)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
“Vendemos de alfinete a equipamentos para escalar o Everest.” A observação bem-humorada de Rodrigo Chiavenato, 30 anos, sócio da rede Mundo Terra, explica o modelo de negócio da marca, fundada em 1999 em São Paulo. Com crescimento médio de 30% ao ano, o grupo faturou R$ 3,5 milhões em 2009. O sucesso das lojas se baseia em um tripé: diversidade de itens — são mais de 8 mil, entre importados e nacionais; preços negociados com os fornecedores; e qualidade dos produtos, testados pela própria equipe antes de chegarem à vitrine.
Para quem deseja iniciar um negócio de esportes radicais, o sócio da Mundo Terra aconselha a manter um estoque básico de produtos. Isso evita aumentar os custos da loja. “Ter quatro tipos de botas de caminhada e de tênis, mais barracas, jaquetas, equipamentos de camping e mochilas é um bom começo”, afirma Chiavenato. Já os equipamentos especiais para mergulho, paragliding e rapel, por exemplo, podem ser encomendados e vendidos por meio de catálogos.












