Category: Empréstimo
Dicas para transformar seus entes queridos em investidores
Posted by Ze on jan.29, 2011, under Abrir Uma Empresa, Empréstimo, Investidores Comente
Achar dinheiro para começar um negócio ou investir nele não é uma das tarefas mais fáceis na vida do empreendedor – a gente da Pequenas Empresas & Grandes Negócios bem sabe o número de vezes que ouvimos isso dos nossos entrevistados. E, no fim, é preciso recorrer a alternativas como sócios, investidores profissionais, investidores anjos e outros tipos de financiamento.
Mas por que não simplificar tudo e pedir esse dinheiro para conhecidos, como familiares e amigos? Simplesmente porque é impossível misturar a esfera pessoal e a profissional ou jogar questões pecuniárias em relacionamentos emocionais sem tornar tudo muito complicado.
O que não significa que você não pode tentar, com algumas precauções. O site da revista Entrepreneur fez uma lista de dicas bastante úteis para que você tenha capital para tornar seus sonhos realidade, sem ser proscrito no convívio familiar ou acabar com amizades de décadas.
1. Não tenha medo de pedir (mas com cuidado)
Ficar calado não vai fazer com que alguém espontaneamente te ofereça dinheiro, mas você também não pode começar uma conversa já pedindo que a pessoa saque seu talão de cheques. Tome iniciativa, mas tome cuidado para criar o ensejo necessário.
2. Seja positivo
Não comece a conversa ou faça o pedido por dinheiro com um papo negativo ou arrogante. Se a pessoa decidir lhe emprestar algum dinheiro, ela vai precisar saber como esse empréstimo foi usado e quais foram os resultados. E ninguém gosta de pessimistas ou pedantes.
3. Mostre sua paixão pela ideia
Sua empolgação e animação com o projeto pode ser o diferencial para convencer suas pessoas amadas de que vale a pena investir em você. Sem falar que, conhecendo-o bem, essas pessoas facilmente notarão se você estiver incerto ou despreparado.
4. Sempre peça pelo mínimo e não pelo máximo
Não abuse. Por mais que a ideia de ter dinheiro mais que suficiente para seu negócio pareça encantadora, peça uma quantia e espere resultados positivos do investimento, para assim pedir mais, se necessário.
6. Seja honesto
Deixe claro para essas pessoas todos os riscos do empréstimo para que elas não se iludam. E obviamente não peça dinheiro para pessoas que não podem se dar ao luxo de ficar sem ou perder essa quantia.
7. Não escolha conhecidos como último recurso
Familiares e conhecidos nem sempre devem ser sua última opção na hora de pedir dinheiro para investir no seu negócio. Há várias vantagens de fazê-lo, como a possibilidade de no futuro poder dividir lucros com pessoas que você ama.
Fonte: Papo de Empreendedor
BNDES quer facilitar interação entre micro e pequenos arranjos produtivos locais
Posted by Ze on jan.28, 2011, under Empréstimo, Financiamento, Notícias Comente
Os arranjos produtivos locais são aglomerações de empresas localizadas em um mesmo território, que desenvolvem atividades econômicas semelhantes
Divulgação/BNDES

BNDES quer facilitar primeiramente o crédito para aos arranjos produtivos de baixa renda
Será dada prioridade aos arranjos produtivos de baixa renda ou de inclusão produtiva vinculados, por exemplo, ao programa Territórios da Cidadania, cujos objetivos são promover o desenvolvimento econômico e universalizar programas básicos de cidadania por meio de uma estratégia de desenvolvimento territorial sustentável.
A agenda do BNDES para apoio aos APLs de pequeno porte, voltados para a inclusão produtiva e o acesso a serviços públicos de qualidade, vai seguir as orientações do governo Dilma Rousseff, que definiu quatro eixos principais de atuação – econômico, de infraestrutura, desenvolvimento social e cidadania.
“Estamos antenados com todos eles mas, em particular, com os APLs para inclusão produtiva”, disse Helena Lastres. Como o banco dá prioridade não só à inserção produtiva, mas também aos serviços públicos essenciais, ela destacou que se trata de uma mobilização do desenvolvimento social.
“É inclusão produtiva, mas é também o aprimoramento da nossa capacidade de fornecer serviços básicos com maior qualidade”. Dessa forma, toda a agenda do banco no primeiro semestre envolve conversas com os parceiros.
Para continuar lendo a matéria original completa acesse: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/bndes-quer-facilitar-interacao-entre-micro-e-pequenos-arranjos-produtivos-locais
BNDES empresta R$ 45,7 bi para micro e pequenas empresas
Posted by Ze on jan.26, 2011, under Empréstimo, Governo, Notícias (1) Comentário
Em 2010, repasses a micro, pequenas e médias empresas aumentam 50% em relação a 2009
O Cartão BNDES também foi um dos destaques de 2010, com 320 mil operações efetuadas (mais 84% em relação a 2009) e R$ 4,3 bilhões desembolsados (expansão de 74%).Voltado especificamente para as MPMEs, o Cartão BNDES é importante instrumento de democratização do crédito. Ele atingiu, no passado, índice de cobertura de 75% dos municípios brasileiros.
Da mesma forma, o Procaminhoneiro (destinado ao caminhoneiro autônomo e microempresa), com taxas de juros fixas em 4,5% ao ano, registrou desempenho recorde no valor de financiamento aprovado (R$ 6,6 bilhões, com alta de 470%) e em volume de operações (37,5 mil operações). Com isso, o programa contribuiu para a renovação da frota de caminhões do país.
Os números foram divulgados nesta segunda-feira em nota. Os desembolsos do BNDES atingiram R$ 168,4 bilhões em 2010, o que representou aumento de 24% em relação ao ano anterior. O resultado considera a operação de capitalização da Petrobras, no valor de R$ 24,7 bilhões. Descontada essa operação – pontual e não recorrente –, os desembolsos do Banco encerraram o ano passado em R$ 143,7 bilhões, com alta de 5% na comparação com 2009, um crescimento compatível com as projeções feitas anteriormente.
O setor da Indústria respondeu por 47% das liberações totais do banco, seguido por infraestrutura, com presença de 31%, e por comércio e serviços, com 16%. Em todos os ramos de atividade (agropecuária, indústria, infraestrutura e comércio e serviços) houve crescimento nos desembolsos em 2010, resultado, em grande parte, do bem sucedido Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Lançado em julho de 2009 e com vigência prevista até 31 de março próximo, o PSI garantiu a retomada do investimento no país em meio à conjuntura de crise econômica e financeira mundial.
O setor de comércio e serviços também vem ganhando importância relativa nos desembolsos do BNDES. Com R$ 27,1 bilhões em 2010, as liberações a este segmento aumentaram 56%.
Como conseguir dinheiro em tempos de crise
Posted by Ze on jan.25, 2011, under Empréstimo, Finanças, Gestão Comente
Economistas e consultores dão dicas para conseguir empréstimos mais vantajosos
Nestes tempos de escassez de crédito e incerteza na economia, o acesso ao dinheiro tende a ficar mais difícil. Veja o que economistas e consultores sugerem para você conseguir empréstimos mais vantajosos e buscar alternativas ao financiamento bancário.
Capriche nas informações enviadas ao banco
É com base na documentação entregue pelo solicitante que o banco avalia a saúde financeira da empresa. Só a partir dessa análise são determinados o limite de crédito, os prazos, as garantias e também as taxas de juro. Por isso, é recomendável apresentar a relação dos clientes de sua empresa. Também mostre um plano de negócios com valores previstos para as diversas etapas do investimento, projeções das despesas e receitas, e o que mais julgar relevante para provar que a empreitada dará lucro.
Negocie prazos com fornecedores e clientes
Na busca de capital de giro, a negociação de prazos mais longos com fornecedores pode ser uma alternativa aos empréstimos. Você pode tentar também realizar o pagamento com o repasse das duplicatas recebidas dos clientes. Com a operação, a empresa reforça o caixa sem arcar com os juros cobrados nos financiamentos para antecipação da receita das vendas. Outra opção é encurtar os prazos concedidos aos clientes. Mas decisões como essa exigem cautela. Para muitos consumidores, o impacto do prazo no tamanho das prestações é maior que o da alta das taxas.
Reduza custos
Atenção aos custos é fundamental. E lembre-se de que estoque também é custo. Quanto mais adequado for, maior o reforço no fluxo de caixa e menor a necessidade de financiamento bancário.
Busque linhas com recursos públicos
As linhas de crédito com recursos do governo, como as do BNDES, do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, podem ser boas aliadas na procura de dinheiro mais barato. No caso, os juros oscilam conforme a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), menos afetada pelas turbulências do mercado. A taxa, por não servir de instrumento para combate à inflação, também não acompanha passo a passo a evolução da taxa básica Selic, balizadora dos empréstimos convencionais.
Considere adiar investimentos
É hora de adiar o financiamento de grandes projetos. Não só o crédito caro justifica a cautela. Em tempos de incerteza, é mais complicado avaliar o retorno dos investimentos devido à dificuldade em prever a demanda futura.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online
É possível livrar-se das dívidas
Posted by Ze on jan.25, 2011, under Empréstimo, Finanças, Gestão Comente
Organizar o fluxo de caixa é fundamental para tirar o pé da lama
Conseguir tirar o pé da lama e livrar-se de uma dívida é muito difícil sem a concentração de esforços em duas frentes. Em primeiro lugar, é preciso reestruturar a dívida da melhor forma possível, procurando linhas de créditode juros mais baixos e negociando com os credores, sejam eles bancos ou fornecedores. Mas nada disso surtirá efeito sem a reorganização das finanças da empresa, pois é aí que está a origem do endividamento.
Para ajudar na busca de soluções, ouvimos os consultores Raul Corrêa da Silva, sócio da RCS Consultoria, e Carlos Ercolin, diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) e dono da Hexis Consulting.
Bancos
Na busca de crédito, é fundamental levar em conta a finalidade do empréstimo. Assim, você evita cair no erro – bastante comum e muitas vezes fatal – de financiar investimentos de longo prazo com recursos para capital de giro, de prazos mais curtos e juros mais altos. Se você precisa de dinheiro para investimentos, o melhor é buscar linhas como as do BNDES ou do Proger, oferecida pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. Se você tem um empréstimo de capital de giro, considere a possibilidade de migrar para os serviços que têm garantia de recebíveis (cheques pré-datados, duplicatas e faturas de cartão de crédito).
Controle de contas e corte de custos
No fluxo de caixa, você tem a radiografia necessária para detectar os problemas de sua empresa e, com isso, tirá-la da lona. Vale a pena projetar o fluxo para um período mínimo de três meses. Para cada dia, você registra o saldo inicial (valor em caixa na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional). As informações permitem conhecer com detalhes suas receitas, despesas, prazo de pagamento e de recebimento e necessidade de capital de giro para o seu negócio. Com todas as informações à mão, o primeiro passo é avaliar a viabilidade do negócio. Aí, pode vir a má notícia. “Se a empresa for inviável, com déficits crônicos e insolúveis de fluxo de caixa, o melhor é se desfazer do negócio enquanto dá para amenizar o prejuízo”, diz o consultor Ercolin. Muitas vezes, porém, a notícia é boa: dá para recuperar a empresa quando se sabe onde está o problema. Os cortes de custos também são essenciais nos tempos de vacas magras – e até nos das vacas gordas.
Redução de estoque
Se tem uma coisa que não combina com dívida é estoque. Quanto mais mercadoria estocada, maior a necessidade de capital de giro – logo, maior a necessidade de financiamento.
Atenção aos prazos
A falta de sincronia entre prazos de pagamento e de recebimento é outra grande causa do endividamento descontrolado. Por isso, todo cuidado é pouco ao alongar o prazo de pagamento dos clientes sem conseguir a contrapartida dos fornecedores. O problema pode até passar despercebido nas vendas menores, mas tende a jogar sua empresa no ralo nas grandes transações. “Muita gente quebra justamente na melhor venda da vida”, diz o consultor Ercolin. É que, para dar conta do pedido maior, é preciso aumentar também o valor desembolsado na compra de matérias-primas ou mercadorias. Se faltar dinheiro em caixa, o descompasso entre os prazos de pagamento e de recebimento pode ser fatal.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online












