Category: Beleza

A inserção de um produto no mercado tem um preço, você está disposto a pagar?

Posted by Ivan Postigo on jan.07, 2012, under Abrir Uma Empresa, Administração, Alimentos e Bebidas, Arquitetura e Decoração, Beleza, Brasil, Clientes, Comércio Eletrônico, Distribuição, E-commerce, Empreendedorismo Comente

ivan postigo A inserção de um produto no mercado tem um preço, você está disposto a pagar?Todos os dias, em algum lugar no mundo, alguém ingressa em um segmento de mercado com seus produtos.

Há ações planejadas, com atenção a um público específico, com nomes cuidadosamente avaliados, logotipos exaustivamente estudados, distribuição pesquisada, mas também não faltam projetos lançados de paraquedas.

Em determinado momento alguém pensa: “Todo mundo, no mundo todo, usa jeans, vou lançar meu produto e minha marca”. (Leia mais…)


Boas ideias de negócios na área de beleza

Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Beleza, Idéias, Oportunidades Comente

R$ 30.000
6. COSMÉTICOS ORGÂNICOS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 20.000 (máquina de envasamento, misturadora, equipamentos de análise microbiológica, embalagens. Não inclui aluguel e manutenção de estoque)
CAPITAL DE GIRO: R$ 10.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 10.000
BBBB4 (o dono e 3 empregados)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

MARCOS CARAM, DONO DA MAGIA DOS AROMAS
A certificação orgânica ajudou na distribuição dos cosméticos em 37 pontos do país

Quem quer começar um negócio no setor de beleza conta com uma vantagem: o capital inicial exigido é relativamente baixo. No caso de cosméticos orgânicos, o maior investimento a ser feito é na certificação. Um selo de orgânico com reconhecimento internacional ajuda a abrir portas de mercados estrangeiros, redes de varejo e a atrair consumidores com o apelo de qualidade controlada.

Pequena fabricante de Botucatu, no interior paulista, a Magia dos Aromas, mesmo sem gastar em publicidade, consegue distribuir seus cosméticos certificados pelo Instituto Biodinâmico (IBD) em 37 pontos no país. As vendas são feitas direto com os representantes e por meio do site. “O selo do IBD cria um diferencial e é um grande apelo para os produtos. Lançamos nossa primeira linha em 2006 e mantemos um crescimento de 15% a cada 12 meses”, afirma Marcos Caram, 49 anos, dono da Magia dos Aromas. A empresa fabrica hidratantes, cremes, loções e sabonetes à base de óleos de plantas amazônicas. São 2 mil unidades por mês e um faturamento de R$ 110 mil ao ano. A receita é enxuta, porém segura: “Quem procura cosméticos certificados é fiel ao conceito e compra com regularidade”, diz Caram.

Em outra ponta do segmento, uma das marcas mais conhecidas do mercado brasileiro de cosméticos orgânicos, a Surya, fabrica 350 mil itens por mês com certificação da francesa Ecocert. A empresa exporta metade de sua produção. Os outros 50% são distribuídos em lojas especializadas e redes de varejo, como o Pão de Açúcar. Os 3 mil clientes da companhia geraram um faturamento de R$ 15 milhões em 2009. O início da marca foi ainda mais modesto que o da fábrica de Botucatu. “A Surya começou em 1995, com a venda de henna em pó importada da Índia. Eu batia de porta em porta para oferecer o produto”, afirma Clélia Cecília Angelon, 52 anos, fundadora da empresa. Para iniciar um negócio na área, as regras básicas são adequar-se às normas das certificadoras e montar uma rede de fornecedores com selo orgânico. “Um empreendimento de pequeno porte precisa de dez a 12 produtores para obter a matéria-prima necessária”, diz Caram, da Magia dos Aromas.

Mesmo se a produção for teceirizada, a rede de fornecedores tem de ser criada pela marca. Os agricultores podem ser encontrados com ajuda das próprias certificadoras. “Nós auxiliamos pequenos produtores locais a adotar os procedimentos do IBD para nos vender a matéria-prima”, afirma Caram.

US$ 1 BILHÃO POR ANO
A cifra corresponde ao crescimento médio do mercado mundial de cosméticos orgânicos e naturais estimada pela organização internacional Organic Monitor

MAIS DE 10%
É quanto o setor cresceu, em média, nos últimos 14 anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

 

R$ 250.000
7. PRODUÇÃO DE COSMÉTICOS TERCEIRIZADA

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 200.000 (equipamentos para análises físico-químicas, microbiológicas e de estabilidade do produto, reator, envasadora, computador com internet, espaço adaptado segundo as normas da Anvisa)
CAPITAL DE GIRO: R$ 50.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 40.000
FUNCIONÁRIOS: 8 (o dono, 1 químico responsável, 3 auxiliares, 2 administrativos e 1 recepcionista)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

A farmacêutica Ana Silvia Lopes, 44 anos, fundadora da Magistris, terceirizadora de cosméticos, de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, comemora o crescimento da empresa em 2009. Foram 20 novos clientes, aumento de 20% na produção e de 12% no faturamento (que atingiu R$ 1 milhão). Com uma linha de 90 produtos para corpo e cabelo, a Magistris também desenvolve fórmulas exclusivas para os clientes.

Segundo Ana Silvia, quem pretende começar na área deve optar por uma linha de cosméticos e crescer aos poucos, além de ficar muito atento à legislação. “É um segmento promissor e com espaço para novas empresas, mas é necessário seguir à risca as exigências”, diz. Para vender os produtos, por exemplo, é preciso notificá-los ou registrá-los na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — e isso serve tanto para os mais simples, como sabonetes para as mãos, como para os mais complexos, como sabonete íntimo e protetor solar. Além disso, uma fábrica de cosméticos, mesmo que de pequeno porte, precisa estar de acordo com as normas da portaria 348/97, também da Anvisa, que estabelece padrões como a característica das tubulações e da água utilizada e a manipulação dos materiais.

R$ 800.000
8. PRODUTOS DE BELEZA PELA INTERNET

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 300.000 (estoque, centro de distribuição, plataforma de comércio eletrônico, 4 computadores com internet, linha telefônica)
CAPITAL DE GIRO: R$ 500.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 60.000
FUNCIONÁRIOS: 7 (o dono, 1 especialista em tecnologia, 1 em marketing, 1 em finanças, 1 no comercial, 2 em embalagem e envio dos produtos)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Nos primeiros seis meses de 2009 as vendas pela internet cresceram 29%, somando R$ 4,8 bilhões — e a expectativa era de R$ 5,5 bilhões no último semestre, de acordo com a consultoria especializada e-Bit. No segundo lugar em volume de vendas virtual está o setor de beleza, que não para de crescer. Fundada há nove anos pelo empresário Carlos André Montenegro, 31 anos, a Sacks, especializada na venda de cosméticos e perfumes on-line, é um exemplo de quem soube ganhar visibilidade no comércio eletrônico. Com 270 marcas e 15 mil itens, faturou R$ 100 milhões em 2009. “O segredo para se dar bem está na diversidade dos produtos, na facilidade de compra, na qualidade do atendimento e na boa navegação do site”, diz.

Para os que estão começando e buscam bons fornecedores, Montenegro recomenda persistência e paciência. “Negociamos durante quatro anos até conseguir ter marcas como a Chanel e a canadense MAC em nosso portfólio”, lembra o empresário. Existe certo receio por parte das grandes marcas em expor seus produtos em sites desconhecidos. Por isso, investir em uma plataforma de vendas de qualidade e bem apresentável é fundamental, além de uma boa divulgação na internet, com a ajuda de mecanismos como links patrocinados e sites de comparação de preços.

A Sacks não cobra taxa de entrega, parcela em 12 vezes sem juros e envia amostra grátis dos lançamentos com as compras. “Para vencer nesse mercado é preciso estar disposto a investir e controlar o giro do estoque”, afirma Montenegro.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online


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