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Até onde o motor aguenta?

Posted by Pedro Paulo Morales on mai.12, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Gestão Comente

A pressão por resultados nas empresas tem feito às pessoas trabalharem cada vez mais.

O motor de um carro sempre é algo complexo e todos sabem que é preciso de cuidados. Uma das coisas que mais dão problemas no motor é o combustível colocado no tanque. Os bons mecânicos aconselham conhecer a origem do combustível colocado no tanque. Além disso, eles dizem que é necessário manter o tanque cheio para que o depósito de sujeira, que se forma no fundo de um tanque quase vazio, seja sugado pelo sistema de alimentação prejudicando o funcionamento. Essa “borra” entope mangueiras, bombas de combustível e bicos injetores, prejudicando o motor. Com o tempo, ele passa a consumir mais e a desenvolver menos ou até mesmo parar pela queima da bomba de combustível.

É mais ou menos assim que acontece quando trabalhamos muito e não paramos para colocar um “combustível de qualidade” no nosso “tanque”. A pressão por resultados nas empresas tem feito as pessoas trabalharem cada vez mais.

O problema não é a entrega de resultados, afinal, este é o motivo pelo qual as pessoas são contratadas e isso não vai mudar. O que se deve observar é como esse processo está acontecendo no departamento que você trabalha ou até mesmo em toda a empresa.

Quando se trabalha sob pressão para entregar resultados, as pessoas geralmente aumentam o ritmo de trabalho para conseguir cumprir os prazos de entregas, ficando mais expostas aos problemas. A tendência é começar, depois de algum tempo, a trabalhar como um “bombeiro” apenas apagando incêndios. Quando percebemos estamos com nosso “tanque” vazio, andando na reserva, correndo a “Cento e dez, cento e vinte, cento e sessenta. só para ver até quando o motor aguenta”, como diz a musica Infinita Highway (rodovia) dos Engenheiros do Hawaii. Entupimos nossas “mangueiras” mentais , produzindo sensações desagradáveis como as sentidas, por exemplo, pelo stress crônico, onde em um processo mais avançado podemos sentir dores, como a de um infarto ou ocorrer uma queda em nosso rendimento profissional.

Como podemos resolver esse problema?

Em primeiro lugar, você não precisa mudar da cidade para o campo, abandonar seu emprego, ou mudar de profissão. Basta mudar seus hábitos. Planeje seu trabalho! Hoje existem técnicas como GRD- Gestão da Rotina Diária ou Lean Office. Além disso, conversar com seu chefe, seus colegas e sua família pode ajudar você a reorganizar seus hábitos de vida e de trabalho, desse modo, você não precisará andar na “reserva” ou ver até onde o motor aguenta.

Vamos refletir sobre isso!

Pedro Paulo Galindo Morales é Tecnólogo em Gestão, Pós- Graduado em Controladoria, Técnico em Contabilidade e Blogueiro ,   www.falandodegestao.com.br.


Trabalho em equipe

Posted by Pedro Paulo Morales on abr.10, 2012, under Administração, Gestão Comente

 Trabalho em equipe

Um dos ingredientes fundamentais de quando se trabalha em equipe é o comprometimento com os resultados.

Trabalhar em equipe é um dos maiores desafios dos últimos tempos. Apesar de todo treinamento e conscientização, ainda há na maioria das empresas a falta de condições para o desenvolvimento desse modo de trabalho. Um dos exemplos mais comuns é aquele gestor que durante o dia prega o trabalho em equipe, mas à noite decide tudo sozinho. Ou então, aquele que mantém segredo sobre tudo simplesmente porque desconfia de tudo e de todos.

Trabalhar em equipe é reunir um grupo de pessoas com uma mesma finalidade. Esse grupo possui habilidades complementares que se unem em prol de um objetivo comum, consideram-se coletivamente responsáveis por esse trabalho e compreendem quais são suas metas e resultados a serem alcançados.

Jerry Wisinski relaciona os seguintes elementos para que uma equipe tenha sucesso na busca dos seus objetivos:

  1. Participação: todo integrante da equipe deve ter uma participação equilibrada sendo que ninguém deve dominar ou se ausentar do trabalho;
  2. Vender ideias: cada membro da equipe deve propor suas ideais e apresentá-la à equipe de forma a contribuir com o trabalho;
  3. Renúncia: renunciar uma posição pessoal em prol do grupo;
  4. Avaliação: avaliar os resultados alcançados pela equipe procurando eliminar os pontos falhos e buscar as alternativas que resolvam os problemas;
  5. Relacionamento: não deve haver espaço para conflitos pessoais, este devem ser resolvido mais rápido possível para não prejudicar a realização das tarefas.
  6. Realização das tarefas: todos devem estar conscientes, pois em um relacionamento em equipe a falha de um membro pode atrasar toda a equipe.

Um dos ingredientes fundamentais para se trabalhar em equipe é o comprometimento com os resultados. Não devemos agir como um grupo que trabalha em uma plantação de feijão, onde o trabalho em grupo é feito da seguinte maneira: o primeiro cava o buraco, o segundo enterra a semente e o terceiro tapa o buraco. Se por algum motivo o segundo não enterrar a semente corretamente, o trabalho estará comprometido; ou seja, eles trabalharam em grupo, mas não em equipe.

Os principais fatores que contribuem para o sucesso do trabalho em equipe são: preocupar-se com o bem estar dos componentes do grupo; auxiliar um membro da equipe quando este tem problemas pessoais ou profissionais; unir-se visando o resultado final; fazer de sua fraqueza a fortaleza do outro e vice versa. Como disse Michael Jordan: “Com talento ganhamos partidas; com trabalho em equipe e inteligência ganhamos campeonatos.”

Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, melhora o nosso desempenho e contribui para a melhora dos resultados da empresa. Vamos refletir sobre isso!

Contato: pedropaulomorales@yahoo.com.br

www.falandodegestao.com.br


O transatlântico e o barquinho

Posted by Pedro Paulo Morales on mar.23, 2012, under Administração, Gestão Comente

 O transatlântico e o barquinho

O tempo foi passando e o Capitão do transatlântico queria cada vez mais aumentar seus lucros. Para isso, já não fazia festas tão grandiosas e chegou até mesmo fechar alguns salões de festas do navio para economizar.

Leitores, conta-se que, em mares não muito distantes daqui, existiam duas embarcações: um transatlântico e um iate. O iate não era muito luxuoso, não apresentava muitos atrativos com relação à acomodação dos passageiros e as festas não eram muito luxuosas, porém eram organizadas e bem feitas. Tudo sempre funcionava bem.
Os passageiros se sentiam bem no iate, mas queriam embarcar no transatlântico que cruzava os mares em alta velocidade, sempre bem iluminado e vistoso. A mistura de sons proporcionados por várias festas a bordo era escutado a quilômetros de distância. Tudo era grandioso, os passageiros ficavam encantados. As pessoas economizavam dinheiro o ano todo, pagavam as prestações (a perder de vista),  mas queriam embarcar no tal transatlântico.
O tempo foi passando e o Capitão do transatlântico queria cada vez mais aumentar seus lucros. Para isso, já não fazia festas tão grandiosas e chegou até mesmo fechar alguns salões de festas do navio para economizar.
Como o capitão não estava satisfeito com os lucros, ele iniciou um novo modelo de gestão. O projeto incluía, entre outros fatores, a compra de itens do cardápio das festas em vários portos em que o transatlântico aportava. Porém, ele não se preocupava com a qualidade do produto, e isso ocorria também com os itens de manutenção e o combustível do navio.
Na parte de recursos humanos, ao mesmo tempo em que deixou de investir na capacitação de seu pessoal, começou um processo de terceirização da tripulação. Ao decorrer da viajem, contratavam-se mais ou menos profissionais.
O plano do Capitão deu certo. As viagens eram lucrativas e os passageiros sempre estavam felizes, pois participavam de um cruzeiro de alta classe e podiam viajar em um transatlântico pagando menos, não em um “barquinho luxuoso”, como diziam alguns.
Em uma das viagens os problemas começaram a aparecer. As festas já não tinham a mesma fartura de antes, pois em alguns portos os ítens do cardápio começavam a faltar; a alteração da qualidade das peças de reposição e a troca constante de combustível fizeram com que a velocidade e o tempo de viagem ficasse maior e as paradas para manutenção passaram a ser rotineiras. Haviam problemas também com a bagagem de alguns passageiros, que eram esquecidas nos portos ou com classes trocadas. Se algum membro da tripulação reclamasse era convidado a se retirar.
Como as paradas eram constantes, o Capitão passou a mudar as rotas de viagens navegando por rotas alternativas, com mares agitados e pouca visibilidade, o que tornava a viagem perigosa e estressante para a tripulação, embora os passageiros não sentissem.
O transatlântico já não tinha mais o mesmo número de passageiros, pois havia baixa qualidade nas viagens e mau atendimento prestado por uma tripulação cansada, estressada e inexperiente. A situação caótica permaneceu por várias viagens até que, em uma delas, o Transatlântico encalhou em um banco de areia e por muito pouco não naufragou.
Vocês devem estar se perguntando: onde está o “barquinho”? O iate continua oferecendo opções de viagens cada vez mais interessantes, onde a qualidade do serviço e o atendimento bem feito proporcionada por uma tripulação satisfeita e bem treinada é um diferencial proporcionado pelo “barquinho”. Ele enfrenta os mesmos problemas do transatlântico, mas com uma diferença: quando é necessária uma reversão de motores ou uma guinada de 180º com destino a águas mais claras, o “barquinho”, por estar mais preparado, responderá mais rápido quando um banco de areia se aproximar.
Vamos refletir sobre isso!

(Pedro Paulo Galindo Morales é Tecnólogo em Gestão, Pós- Graduado em Controladoria, Técnico em Contabilidade e Blogueiro ,   www.falandodegestao.com.br).


Esvaziando a mochila

Posted by Pedro Paulo Morales on fev.22, 2012, under Administração, Gestão Comente

 Esvaziando a mochila

Sempre estamos guardando nossas “pedrinhas” quer seja ela boa ou má e não nos damos conta que todas as emoções que guardamos em nossa mente atrapalham o nosso desenvolvimento quer seja pessoal como profissional.

Leitores. Rubens gostava de viver a vida com muita aventura e certa vez decidiu fazer uma trilha de montanha da, a mais famosa daquela região, preparou-se fisicamente para aquela subida estudando o terreno e planejando o roteiro.
Chegou o dia da partida e lá estava Rubens no começo do caminho com todo animo e garra, tudo era novo e sabia que precisava estar com seus músculos e pernas fortes para iniciar a caminhada, comprou uma mochila especial, daquelas com bolsos e armação de metal e capaz de levar tudo o que ele precisava para uma semana nas montanhas.
Conforme Rubens subia a montanha, se admirava com algumas paisagens e outras não atraiam sua atenção porem em todas elas Rubens decidiu guardar uma pedrinha de recordação. Quando chegou o terceiro dia a mochila estava tão pesada, que Rubens tinha dificuldade para caminhar pensou muitas vezes em se desfazer de alguma pedrinha, porem estava tão agarrado a elas que não conseguia chegando a tal ponto que começou a se sentir mal e desmotivado para prosseguir o caminho.
Assim como Rubens sempre estamos guardando nossas “pedrinhas” quer seja ela boa ou má e não nos damos conta que todas as emoções que guardamos em nossa mente atrapalham o nosso desenvolvimento quer seja pessoal como profissional temos que tentar esquecer aquilo que passou, o que foi bom deve permanecer em nossa vida como um sentimento e não como algo que a cada vez que lembramos nos traz um sentimento de perda, algo que não podemos ter mais, e esse sentimento nos causa frustração.
As coisas que não foram boas, insistimos em guardar, e geralmente essas são as maiores pedras em nossa mochila, são magoas, ressentimentos, desejo de vingança ou até inveja ou indiferença.
Nós temos a mania de passar a vida nos apegando a objetos, conhecimentos, títulos ou simplesmente a coisas que não agregam nada a nossa vida e geralmente tornam a caminhada mais difícil e por isso temos que aprender a esvaziar a nossa mochila eliminando tudo aquilo que não vale a pena, o que não contribui com a nossa caminhada na montanha chamada vida, são sentimentos como mágoa, ressentimento, tristeza ou tantos outros que causam peso em nossa mochila. Guarde apenas o que você vai precisar para a caminhada como conhecimento, sentimentos felizes.
Não vale a pena subir a montanha com uma mochila pesada demais, você não vai conseguir chegar a seu objetivo, se livre de todas as pedrinhas acumuladas durante o caminho que apenas atrapalham a caminhada na trilha da vida, sei que é difícil se livrar de certas “pedrinhas”, mas não custa nada tentar!
Vamos refletir sobre isso!


Se a canoa não virar eu chego lá

Posted by Pedro Paulo Morales on fev.16, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Gestão Comente

 Se a canoa não virar eu chego láComo é carnaval nada mais oportuno que relembrar uma marchinha de carnaval que é um eterno sucesso nos salões e carnavais de todas as cidades.

Leitores. Como é carnaval nada mais oportuno que relembrar uma marchinha de carnaval que é um eterno sucesso nos salões e carnavais de todas as cidades, cantada na primeira versão por Emilinha Borba foi um sucesso, lançada em 1964 tendo com autores Antônio Almeida e Oldemar Magalhães, reproduzo aqui sua letra. Se a canoa não virar, Olê olê olê ola .Eu chego lá Rema, rema, rema, remador. Quero ver depressa o meu amor. Se eu chegar depois do sol raiar. Ela bota outro em meu lugar. (Leia mais…)


Porque tenho que fazer de novo… (sobre o retrabalho nas empresas)

Posted by Pedro Paulo Morales on dez.30, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Gestão Comente

 Porque tenho que fazer de novo... (sobre o retrabalho nas empresas)

O artigo aborda sobre o retrabalho, que muitas vezes gera custos e mal estar e o que é pior, podem levar a decisões erradas que podem provocar grandes prejuízos.

Leitores. Cada vez mais nas grandes empresas as pessoas estão fazendo muitas tarefas ao mesmo tempo porem estudos comprovam que as pessoas que fazem mais de uma tarefa simultaneamente alternam a atenção entre uma tarefa e outra e, por essa razão, a produtividade é menor do que das pessoas que se concentram em uma única tarefa de cada vez. (Leia mais…)


Natal e ano novo: Tempo de Agradecer

Posted by Pedro Paulo Morales on dez.15, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal Comente

 Natal e ano novo: Tempo de Agradecer Esta coluna é publicada as Quintas Feiras.

O artigo é baseado no programa Motivação e Sucesso do Professor Marins exibido pela Rede Vida de Televisão e fala sobre o tempo de natal e o ano novo.

Leitores. Estamos no final de mais um ano e nesse tempo chegam às festas de natal e ano novo. È um tempo também de reflexão, pensar no que fizemos este ano e lembrar-se de pessoas e empresas que tiveram uma participação nas nossas conquistas. (Leia mais…)


Inovação e execução: dois lados da mesma moeda.

Posted by Pedro Paulo Morales on dez.01, 2011, under Administração, Empreendedorismo, Idéias, Inovação Comente

 Inovação e execução: dois lados da mesma moeda. Esta coluna é publicada as Quintas Feiras

A inovação sempre tem os dois lados, um precisa de ideias e outro precisa de execução.

Leitores. Uma vez os ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele eterno transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim um rato jovem levantou-se e deu a ideia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem ia pendurar a sineta no pescoço do gato? (Leia mais…)


Ambiente Empresarial

Posted by Pedro Paulo Morales on nov.17, 2011, under Administração, Gestão, Liderança, Recursos Humanos Comente

Pedro2 150x150 Ambiente EmpresarialEsta coluna é publicada as Quintas Feiras

Como manter a empresa dando lucro sem abrir mão de um ambiente empresarial de qualidade?

Leitores. A experiência de uma empresa nos seus negócios do dia a dia com o desenvolvimento de tecnologias e a junção da teoria com a pratica faz com que os empresários administrem seus negócios de forma a conduzir a empresa ao sucesso. Esses empresários devem também estar abertos a mudanças, ou seja, inovar constantemente para manterem suas empresas competitivas no mercado. (Leia mais…)


Porque ou para que acontecem as coisas

Posted by Pedro Paulo Morales on nov.10, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal Comente

 Porque ou para que acontecem as coisasEsta coluna é publicada as Quintas Feiras

O artigo é baseado no programa Motivação e Sucesso do Professor Marins exibido pela Rede Vida de Televisão e fala sobre a tendência que temos em nos fazer de vitimas.

Leitores. Sempre temos sempre a tendência de nos fazermos de vitimas perante as situações, quando acontecem às coisas o primeiro pensamento que temos é porque isso aconteceu comigo? Essa pergunta sempre é feita quando não entendemos o motivo daquele acontecimento, sempre ficamos amargurados quando os acontecimentos inesperados acontecem na nossa vida, mas nunca paramos para pensar o porquê desse acontecimento. (Leia mais…)


A Impessoalidade dentro das empresas

Posted by Pedro Paulo Morales on nov.03, 2011, under Administração, Gestão Comente

Pedro2 150x150 A Impessoalidade dentro das empresasEsta coluna é publicada as Quintas Feiras

O artigo trata mostra que quando tudo vai bem o mérito é de todos, mas quando vai mal a culpa é da equipe de “Alguém”.

Leitores. Quando as coisas vão mal dentro de uma organização, dificilmente as pessoas usam o verbo na primeira pessoa do plural é como se por traz de cada atendimento existisse apenas uma maquina sem nenhuma emoção. Geralmente usa-se à 3ª pessoa do discurso, quando se quer falar de algo de uma forma vaga, imprecisa ou genérica, representando pessoas, coisas e lugares. (Leia mais…)


Para que tanta informação?!

Posted by Pedro Paulo Morales on out.27, 2011, under Administração Comente

Pedro2 150x150 Para que tanta informação?! Esta coluna é publicada as Quintas Feiras

Para que tanta informação?  Ela faz com que eu demore a entregar o “bolo” e ele pode chegar derretido!

Leitores. Certa manhã Alexandre parou em uma mercearia para pedir informação sobre como chegar a um endereço já que ele não conhecia a região e a encomenda era urgente, ainda mais estava sendo avaliado por seu chefe em relação ao tempo que ele levaria para entregar o bolo, ele estava sendo comparado com outro colega entregador. (Leia mais…)


MotivAÇÃO

Posted by Pedro Paulo Morales on out.20, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal Comente

Pedro2 150x150 MotivAÇÃOEsta coluna é publicada as Quintas Feiras

MotivAÇÃO nada mais é de que ter um motivo para agir, uma força que vem de dentro do individuo.

Leitores. Imaginem um porquinho daquele modelo de cofrinho que toda a criança tem para colocar as moedinhas. No começo a criança fica desanimada com as poucas moedinhas depositadas no cofrinho, mas à medida que o numero de moedas vai aumentando as crianças ficam eufóricas e querem economizar (ação) mais, para logo encher o cofrinho e atingir o seu objetivo, comprar um brinquedo. (Leia mais…)


Não seja um pão bolorento

Posted by Pedro Paulo Morales on out.13, 2011, under Administração, Desenvolvimento Pessoal Comente

Pedro2 150x150 Não seja um pão bolorentoSeja o pão da vida e não um pão bolorento.

Esta coluna é publicada as Quintas Feiras

Era uma vez um pão francês que saiu quentinho da padaria e foi comprado para o lanche da tarde. No saco de papel junto com ele existiam mais nove pães e entre eles, conversavam sobre o futuro. (Leia mais…)


As Gerações conectadas

Posted by Pedro Paulo Morales on out.06, 2011, under Administração, Gestão Comente

Pedro2 As Gerações conectadas

O artigo é baseado no programa Motivação e Sucesso do Professor Marins exibido pela Rede Vida de Televisão e fala sobre os desafios para se motivar a Geração “C”

Leitores. Um dos maiores desafios da atualidade é saber motivar e trabalhar com a Geração “C”. A Geração “C” (de Connected ou Conectada) o novo nome dado para a Geração Y é formada pelos “nativos digitais” que nasceram depois de 1984, aqueles que já nasceram clicando. Os mais velhos, são “imigrantes digitais” que aprenderam quase que por sobrevivência. Eles sabem trabalhar com computadores, mas não são totalmente uns “imigrantes digitais”, eles assistiram o aparecimento de caixas automáticos, televisão em cores e dos micros computadores. (Leia mais…)


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