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Como Fazer o PCP Funcionar? Parte I
Posted by Maurício de Oliveira on ago.11, 2011, under Administração Comente
Planejar é uma das atividades mais importantes dentro de uma organização e portanto deve ocupar um lugar de destaque dentro dela. Na verdade, mesmo planejando tudo muito direitinho, anda assim acontecem um monte de problemas, imagine, pois, sem faze-lo? Seria o masoquismo levado às últimas conseqüências. Para que sejam obtidos melhores resultados e aumento da competitividade no mercado, as empresas em geral tem como metas maximizar a produtividade, minimizar os custos e aumentar constantemente a qualidade final dos seus produtos, atendendo as demandas e cumprindo com os prazos de entrega estabelecidos. Nas empresas industriais o depto de planejamento e controle de produção, o nosso PCP, tem importância relativamente grande. Relativamente porque varia conforme o tipo de produção; numa indústria de produção seriada e automática, onde a matéria-prima entra de um lado e o produto acabado sai prontinho do outro, a rotina é tranquila e o peso do PCP é pequeno e praticamente se transforma em PCM (planejamento e controle de materiais). Inclusive os sistemas e softwares existentes (mrp/erp/mrp II), imaginam que todas as empresas são de produção seriada e focam toda a sua plataforma em controle de estoques, controles de custos e outras perfumarias, passando batido pelas necessidades das empresas de produção manufaturada e sob encomenda, que precisam automatizar o planejamento da fabricação, lá no caldeirão do diabo, no chão de fábrica. Aliás, nenhum destes sistemas mrp/erp/mrp II existentes no mercado atendem totalmente as necessidade de planejamento de manufatura de uma indústria de produção não seriada ou sob encomenda. Nenhum! (Leia mais…)
O Estagiário de Hoje, Com Certeza, Será Seu Chefe Amanhã!
Posted by Maurício de Oliveira on ago.03, 2011, under Gestão Comente
Muitas dos trabalhos que os consultores são contratados para resolver são originados por conflitos internos existentes nas empresas. Entretanto, noves fora todos os incovenientes da situação, os conflitos são os elementos geradores das mudanças e do desenvolvimento de uma organização. Conflito significa a existência de idéias, sentimentos, atitudes ou interesses antagônicos e que podem se chocar. Todas as vezes em que falamos em acordo, aprovação, coordenação, resolução, unidade, consentimento, consistência, harmonia, deve-se lembrar que essas palavras pressupõem a existência ou a iminência dos seus opostos, como desacordo, desaprovação, desentendimento, incongruência, discordância, inconsistência e oposição, o que significa conflito. (Leia mais…)
Quando Ganhar Pode Ser Perder
Posted by Maurício de Oliveira on jul.20, 2011, under Gestão Comente
A Lei Complementar 123, de 14 dez 2006, deu uma força muito grande para as micro e pequenas empresas quando decidiu que nas licitações será assegurada como critério de desempate, preferência de contratação para as micro e pequenas empresas. Ficou ainda estabelecido na referida Lei que por empate entende-se aquelas situações em que as propostas apresentadas pelas micros e pequenas empresas sejam iguais ou até 10% maior que a de melhor preço. (Leia mais…)
Aplicando Organização e Métodos Nas Empresas
Posted by Maurício de Oliveira on jul.13, 2011, under Administração Comente
A expressão organização é usada em vários sentidos e ocasiões para identificar empresas, eficiência, sistema administrativo, estrutura de autoridade, ciência e etc; neste artigo, o termo será empregado no sentido de capacidade de criar organismos, estruturas e sistemas devidamente integrados e constituídos; de compatibilizar elementos componentes necessários, constituindo a base para as atividades administrativas e operacionais. A organização é entendida como ciência do rendimento, buscando a eficiência (processo) para alcançar a eficácia (resultados) através do aumento da produtividade, isto é, melhorando os resultados em relação aos investimentos realizados nos diferentes fatores de produção. (Leia mais…)
Implantando Sistemas ERP com a Técnica do P.O.V.D.M. – parte II
Posted by Maurício de Oliveira on jul.06, 2011, under Administração Comente
Vimos que existe um roteiro a ser seguido que objetiva guiar a reflexão entre as decisões dos gestores sobre a adoção de sistemas. O roteiro ideal compreende cinco partes principais, como veremos aqui.
1 – Avaliação Sobre a Necessidade de se Implantar um Sistema ERP. Ou seja, análise da situação atual, reflexão e discussão sobre os pontos fortes e fracos da empresa e analisar os POVDM´s, que vem a ser o Ponto Onde Vai Dar M*e#r%d*a. Esta é a análise crucial e não se iluda: sempre dá m*e#r*d%a. Não há como fugir disso! Cada empresa é uma cultura; o que funciona numa grande multinacional, de repente nunca funcionará na empresa xis. Um possível POVDM nesta situação seria o sistema “caixapretismo” ou seja, tratar o assunto como caixa preta, excluindo outros gerentes e chefes, e se achando o demiurgo do assunto. Sem essa, abra o processo, discuta com todo mundo, não se esquecendo nem da copeira, pois eis que a moça do cafezinho, por ser quase invisível dentro da empresa, é detentora de grandes segredos. Uma vez determinado os POVDM´s, passe ao segundo ponto; (Leia mais…)
Implantando Sistemas ERP com a Técnica do P.O.V.D.M. – parte I
Posted by Maurício de Oliveira on jul.06, 2011, under Administração (1) Comentário
Sabemos que no país as empresas pequenas e médias são a maioria da maioria, por assim dizer; grandes corporações com faturamento na casa das centenas de milhões de reais anuais se contam na palma da mão. Por conta disso os sistemas gerenciais destas empresas são, em sua grande maioria, antiquados e obsoletos, muito embora mantenham o funcionamento da organização sob o controle da diretoria, dos donos. Muitos deles usam a técnica prática daquilo que poderíamos chamar de bibo (bolso in / bolso out). Ou seja, dinheiro que entra no bolso versus dinheiro que sai do bolso. Mas a empresa cresceu, o faturamento aumentou bastante e se faz necessário novos mecanismos automáticos de controle. E, de repente, um empresário amigo recomendou a implantação de um sistema ERP. (Leia mais…)
Bagunçocracia – A Bagunça Como Forma de Poder – parte II
Posted by Maurício de Oliveira on jun.30, 2011, under Gestão (1) Comentário
Vimos na primeira parte deste artigo o nosso engenheiro-fera, Alberto Einstein, usando um desenho velho e obsoleto (sem saber deste detalhe), vai tocando os trabalhos. Mas os encarregados sabem que está tudo errado e que vai dar problemas lá na frente. Vejamos, pois, o que vai acontecer. (Leia mais…)
Bagunçocracia – A Bagunça Como Forma de Poder – parte I
Posted by Maurício de Oliveira on jun.30, 2011, under Gestão Comente
Provavelmente esta palavra é nova para muita gente. Na verdade acho que é um neologismo que acabo de criar. O que ela significa? Significa a bagunça, a desordem, o desleixo como forma de exercício de poder. Significa um sistema tão bagunçado que só reis da bagunça sabem como opera-lo, ad nauseam. Para se saber como ela opera é simples: sabemos que a grande maioria das empresas neste país, mais de noventa por cento, notadamente as indústrias, são pequenas e médias, além de terem a sua administração comandadas por famílias e não por gestores profissionais. Na maioria das vezes, este formato de administração torna-se lento, pesado acomodado, principalmente quando mais de uma geração já ascendeu à classe média alta vivendo dos resultados financeiros do empreendimento. Este modelo tem como principal problema a falta de cobrança de modernização nos seus processos, sejam eles administrativos ou operacionais, pois o dirigente da hora, ainda por conta dos resultados financeiros, entende que em time que está ganhando não se mexe. Carpe Diem! (Leia mais…)
É Possível Usar o PERT Para Planejamento de Produção?
Posted by Maurício de Oliveira on jun.22, 2011, under Gestão Comente
O sistema PERT (program evaluation review technique) é uma técnica que permite gerir a calendarização de um projecto e consiste em representar, sob a forma de representação gráfica, uma rede de tarefas cujo encadeamento permite alcançar os objetivos de um projeto. Foi concebido pela marinha americana para coordenar os trabalhos de milhares de pessoas na realização das ogivas nucleares POLARIS. É um método surgido nos anos de 50 e está tradicionalmente ligado ao planejamento de grandes projetos de natureza não estritamente fabril. A situação clássica considerada é aquela em que um grande projeto monopoliza a utilização dos recursos de produção que estão disponíveis ao longo de um intervalo de tempo significativo e determinado. (Leia mais…)
Vale a Pena Aplicar o Lean Thinking (Mentalidade Enxuta)
Posted by Maurício de Oliveira on jun.16, 2011, under Gestão Comente
Lean, pode ser traduzido como algo enxuto, isento de gorduras, e é uma forma de organizar os negócios para que toda a perda nos processos seja eliminada ou pelo menos fortemente reduzida. Não se deve confundir com outras ferramentas da qualidade como 5S, 6 Sigma e etc. No Lean, perda é tudo aquilo em um processo que não agrega valor. Por exemplo, o tempo que um documento está na mesa de alguém aguardando alguma ação ou o estoque acumulado que não será usado no curto prazo, ou ainda um produto terminado aguardando liberação de saída. (Leia mais…)
Quando é a Hora de Mudar, de Verdade!
Posted by Maurício de Oliveira on jun.08, 2011, under Empreendedorismo Comente
Por algum motivo o presidente daquela empresa entendeu que aquele era o momento de procurar um consultor para ajudar a resolver os problemas da organização, que na opinião dele eram apenas uns probleminhas, “coisas de falta de comunicação com o pessoal lá de São Paulo, sabe?” Claro que sabia, até porque é sempre assim na visão de quem está lá em cima. No entanto, diálogo com o coordenador foi mais produtivo. Cansado de ver os problemas se repetirem e animado com a possibilidade de resolve-los de vez, ele não se fez de rogado e contou um problema acontecido com um determinado pedido, que serviria de base para eu ter uma idéia geral da organização, no qual o cliente solicitava 150 toneladas de chapa naval AH36.
Ratos e Urubus Larguem Meu Funcionário
Posted by Maurício de Oliveira on jun.01, 2011, under Gestão Comente
Nas empresas encontramos todos os tipos de funcionários, desde aqueles mais operativos até aqueles que são mais lentos. Alguns são lentos em tudo: lento para se locomover, lentos para pensar, lentos para agir e lentos até mesmo para falar. Não se os descarta, a priori, numa organização, apenas devem ser colocados em funções mais de acordo com o seu jeito de ser. Mas tem ainda aqueles funcionários que até são bons no que fazem, mas que adoram enrolar, embromar, são os “espertos”, que estão presentes tanto nos setores administrativos quanto nas obras industriais. Se um trabalho é passado para eles executarem é uma eternidade para começar; é nessa hora que aparece aquela vontade louca de ir ao banheiro, de procurar alguma coisa nas gavetas, achar “problemas” na ferramenta ou na máquina, “coisas” que o impede de começar o trabalho de imediato. Nas obras industriais este tipo de funcionário é conhecido como morcego ou chupa-sangue. (Leia mais…)












