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Executivos em Busca do Equilíbrio Entre Trabalho e Lazer
Posted by Julio Cesar S. Santos on mai.01, 2012, under Carreira Comente
“A Felicidade é Igual ao Equilíbrio Entre Trabalho e Lazer”
(Marco Aurélio Ferreira Vianna)
É muito comum imaginarmos o mundo do trabalho como um espaço que, senão é agressivo, competitivo e impessoal, pelo menos é cinzento e pouco interessante. Essa imagem nos acompanha desde criança quando vemos nosso pai chegar do trabalho completamente exausto, chegando da sua “batalha”.
Porém, existem muitas pessoas que acham o ambiente corporativo muito mais atraente do que o convívio com sua família e, muitos deles, acabam acreditando que somente o trabalho traz prazer e paixão.
Esses profissionais (os workaholics) se dedicam com tanto afinco ao seu trabalho que, para a maioria deles, a semana ficaria bem mais interessante se houvesse sete (7) dias úteis.
Para reconhecer os sintomas dessa doença verifique se você leva relatórios para casa e trabalha com prazer. Além disso, fique alerta se você se isolar em um canto da sua casa e se inquietar pelo fato de o tempo não passar.
Se você é um executivo que – durante o fim de semana – liga para casa de seus colaboradores com a desculpa de tirar algumas dúvidas, e se irrita quando constata que eles estão na praia……..cuidado, pois você foi atacado pelo vírus dos workaholics. (viciados em trabalho). A fim de certificar-se se você é um desses “doentes” verifique se, durante os finais de semana, você:
- Sofre de insônia ou se considera culpado por “dormir demais”.
- No elevador do seu edifício percebe o vizinho como “concorrente”.
- Se sente importunado com qualquer brincadeira e se irrita profundamente com o toque do telefone.
- Acredita ter a obrigação de sempre ser produtivo, pois o ócio é um “pecado”.
- Só se interessa sobre assuntos relacionados a trabalho e, por isso mesmo, ao sair com amigos sua conversa sempre gira sobre dinheiro, planos de carreira ou projetos profissionais.
Prezado amigo, a vida é um processo rico e dinâmico que não se resume apenas ao trabalho e, antes das organizações, também existe você. Sendo assim, amplie sua visão do mundo e não permita que nada ameace sua saúde física e mental. Portanto, tente observar o seguinte:
Sob o Ponto de Vista Social e Familiar:
- Fique atento às pequenas conquistas das pessoas que o rodeiam e preste atenção ao que seus familiares não dizem.
- Evite administrar sua casa como se dirigisse a empresa, pois o foco e as estratégias são completamente diferentes.
- Poupe seus companheiros de comentários sobre suas dificuldades profissionais, pois eles não vivenciam seu problema.
- Cultive amigos e prefira atividades em grupo, mas evite fazer dos jogos em equipe um exercício de poder.
- Transforme seus finais de semana em momentos enriquecedores, substituindo o tédio pela alegria de participar das atividades de lazer.
Sob o Ponto de Vista Pessoal:
- Invista em seus hobbies.
- Cuide da sua imagem pessoal e melhore sua linguagem verbal e gestual.
- Liberte-se das “amarras” internas e se concentre naquilo que pode lhe proporcionar maior prazer.
Não se deixe “anestesiar” pela síndrome do trabalho e, acredite, não é pecado fazer da vida um exercício de prazer. Na verdade, é um jeito mais inteligente de ser mais feliz. Pois, ser feliz na vida pessoal é a condição primordial para a eficácia profissional.
A Transição das Empresas Brasileiras e o Novo Papel dos Executivos
Posted by Julio Cesar S. Santos on mar.15, 2012, under Recursos Humanos Comente
Quais Foram as Transições Pelas Quais as Empresas Passaram? Qual o Papel dos Atuais Executivos Brasileiros? Quais as Expectativas Quanto à Sua Empregabilidade?
Até meados dos anos 80 a maioria das organizações brasileiras era hiper dimensionada e, muitas dessas empresas, ainda sobreviviam em função da euforia consumista da sociedade oriunda dos anos 60 que, teimosamente, persistia nos anos seguintes.
Mesmo com a crise do petróleo dos anos 70 grandes empresas brasileiras vacilavam em flexibilizar suas estruturas organizacionais, embora algumas delas até cortassem custos em períodos de recessão econômica.
Mas, tão logo a situação se estabilizava elas novamente “inchavam” suas fábricas e escritórios porque acreditavam bastar forçar o cliente comprar seus produtos (ou serviços). Ou seja, os consumidores tinham que se adequar ao gigantismo das organizações.
Os anos 90 foram marcados como o 1° período da transição empresarial, pois a globalização da economia fez as empresas perceberam que seus mercados não eram mais cativos e, nesse momento, elas se conscientizaram de que só tinham uma saída – cortar “gorduras”.
Então as organizações refizeram radicalmente seus negócios utilizando-se de enxugamentos não planejados e, em conseqüência disso, muitas empresas acabaram enxergando na Reengenharia uma oportunidade de cortarem custos indiscriminadamente – sem culpas.
Porém, essa metralhadora giratória causou enormes danos às organizações por se esquecerem que só as idéias podem surpreender a concorrência, conquistar mercados ou fornecer criatividade a um negócio. E as idéias só estão presentes em mentes talentosas. Ou seja, no capital humano
Daí, no início do século 21 começou-se a avaliar a importância do fator humano nas organizações e, em função disso, deu-se início à 2ª transição empresarial – a valorização do ser humano.
Liderando equipes, criando soluções alternativas ou executando ações estratégicas são os executivos que proporcionam vida às organizações e, se o cargo exercido se tornar um suplício para eles, realizarão apenas atos mecânicos. E nada mais fora de propósito nos dias atuais.
Dessa forma, as organizações brasileiras necessitam de executivos com cabeças límpidas, tranqüilas e capazes de oferecer idéias criativas. E tudo isso só será alcançado através de ambientes que proporcionem prazer, pois conforme pesquisa da Manager Assessoria em RH mais de 65% dos executivos entrevistados afirmaram que, para se obter maior produtividade, somente através da satisfação e do prazer no trabalho.
O tradicional jargão utilizado pelos executivos de outrora para demonstrar produtividade (“vestir a camisa da empresa”) tornou-se ultrapassado, uma vez que 80% dos executivos entrevistados desconhecem a sensação de estresse e apenas 16% não tiraram férias nos últimos três anos.
Isso significa que eles querem aproveitar seu tempo livre com a família, mesmo que tenham que ficar 10 ou 12 horas na empresa. Afinal, qual é o problema dedicar-se 12 horas por dia numa atividade prazerosa? – disseram muitos deles.
Sendo assim, a pesquisa constatou que após a 2ª transição empresarial o papel dos executivos mudou em relação às várias transformações empresariais ocorridas no Brasil e no mundo.
Hoje em dia os executivos sabem que as empresas não podem mais lhes garantir estabilidade no emprego e, conforme a pesquisa, mais de 62% deles está consciente de que somente resultados positivos lhes garantirão alguma segurança.
A natureza do emprego mudou e o profissional de hoje sabe que só se manterá na organização se conseguir agregar valor aos produtos e serviços oferecidos pela sua empresa. Por outro lado, as empresas só conseguirão contar com talentos se lhes acrescentar conhecimentos e, dessa forma, a moeda de troca atual passou a ser o conhecimento.
Tais conhecimentos serão conseguidos pelos executivos em etapas anteriores de sua vida profissional, levando-os para outra organização em melhores condições de negociação graças a esse conhecimento adicional, o qual foi proporcionado pelo seu emprego anterior.
Você é Um Profissional, ou é Um “Reclamante”?
Posted by Julio Cesar S. Santos on fev.23, 2012, under Carreira Comente
Sua equipe está recheada de Profissionais, ou de gente que só reclama? E você, em qual das duas categorias acha que se encaixa?
Veja abaixo algumas características das pessoas que só reclamam e NÃO agem para as coisas melhorarem:
1) Reclamantes apontam continuamente para coisas que estão erradas na empresa, e defeitos nos seus colegas. Profissionais também apontam erros – entretanto, com uma grande diferença: eles também oferecem idéias e soluções para melhorar.
2) Reclamantes têm uma mentalidade de escassez. Cada vez que alguém faz uma grande venda, recebe uma bonificação, um aumento ou um computador novo, Reclamantes acham que acabou a riqueza do mundo e eles nunca mais poderão receber algo de bom. Por outro lado, Profissionais têm a mentalidade da abundância. Eles sabem que existe muita riqueza no mundo, totalmente disponível para todos que trabalham duro e fazem um bom trabalho.
3) Reclamantes culpam coisas fora do seu controle e nunca assumem a responsabilidade sobre coisas que realmente podem controlar. Profissionais mantêm o foco estritamente nas coisas que podem controlar, e fazem o melhor para garantir seus resultados nessas áreas. Se não conseguem os resultados planejados, assumem toda a culpa, sem ficar inventando desculpas – ou jogando a culpa nos outros.
4) Reclamantes trazem seus problemas pessoais para o trabalho e fazem com que todos na empresa saibam o que está acontecendo, afetando negativamente a sua performance. Profissionais também têm problemas, mas eles sabem que seu lugar é fora do trabalho. Eles não dizem ou contam coisas que podem distrair ou deprimir outros funcionários, e afastam-se rapidamente daqueles que fazem isso.
5) Reclamantes esperam que as coisas aconteçam. Profissionais fazem as coisas acontecerem. Eles estão continuamente colocando coisas em movimento, para que as metas que querem realizar, sejam alcançadas o mais breve possível
6) Reclamantes usam a rejeição como desculpa para desistir. Profissionais usam a rejeição como a validação de que estão fazendo algo diferente, sabendo que leva um certo tempo para quebrar a inércia e a preguiça das pessoas e, no processo, aproximam-se cada vez mais de suas metas.
7) Reclamantes são sempre pessoas que dão o mínimo e esperam o máximo. Fazem o mínimo possível de esforço, e por mágica esperam de volta o máximo de resultados. Já os Profissionais são o contrário : esforço máximo e expectativas mínimas.
Profissionais fazem muito mais do que a obrigação e esperam nada em troca – embora sempre acabem sendo reconhecidos.
Reclamantes somente dão duro quando estão com vontade. Profissionais trabalham duro todos os dias, de forma dedicada e persistente. Eles fazem tudo ao seu alcance e não se enganam (nem a empresa) fazendo corpo mole.
9) Reclamantes têm a ‘Síndrome do Eu’. Eles são viciados nas suas próprias expectativas e pensam somente neles mesmos.
Profissionais sabem que, para alcançar o sucesso, precisam trabalhar em equipe e que, as necessidades do grupo, sempre vêm antes do que as necessidades pessoais.
10) Reclamantes precisam de motivação contínua. São pessoas que precisam de manutenção alta e atenção contínua. Profissionais são aqueles que se motivam (também aos outros) – com palavras, gestos ou exemplos. Não apenas cruzam a linha de chegada, mas fazem questão de trazer o máximo possível de pessoas junto, compartilhando as alegrias da vitória.
E aí? Que avaliação você fez de si mesmo? E das pessoas que trabalham com você? Descobriu algumas áreas onde você pode melhorar? Trabalhe nessas áreas e melhore rapidamente, pois você vai descobrir que ……..
…Profissionais, além de se divertir mais, também ganham muito mais dinheiro do que os Reclamantes!
A Arte de Administrar o Empowerment
Posted by Julio Cesar S. Santos on fev.16, 2012, under Recursos Humanos Comente
Qual o Principal Objetivo de Um Gerente? Por Que Muitos Gestores São Manipuladores? Um Gerente Deve Ter Cautela ou Coragem? Dependência ou Autonomia?
O propósito fundamental de um Gerente bem sucedido é construir um departamento de que ele tenha orgulho. Nesse caminho, ele precisará criar uma unidade de alto desempenho que, ao mesmo tempo, trate bem seus membros e seus clientes. Dessa forma, todas as vezes que os gestores agem como um exemplo a ser seguido estão realizando um ato político. (Leia mais…)
A Evolução do Varejo Brasileiro
Posted by Julio Cesar S. Santos on jan.24, 2012, under Gerenciamento de Projetos, Varejo Comente
Uma Rápida Análise Sobre o Formato das Lojas Brasileiras
Analisando as empresas varejistas brasileiras podemos observar importantes mudanças nesse segmento, paralelamente às alterações dos desejos e necessidades dos consumidores atuais. Nesse sentido, a Revolução Industrial e o processo social da urbanização provocaram o desejo por uma maior quantidade e variedade de produtos. (Leia mais…)
O Secretário Atuando Como Recepcionista
Posted by Julio Cesar S. Santos on jan.23, 2012, under Desenvolvimento Pessoal Comente
Que Importância Tem a Voz Para Um Secretário? Que Atributos São Necessários Para Atuar Como Recepcionista? Como se Portar em Ocasiões Especiais?
Num escritório pequeno, freqüentemente, o (a) secretário (a) também pode desempenhar as funções de recepcionista, selecionando visitantes e protegendo seu chefe de pessoas que lhe tomariam o tempo inutilmente. Mesmo em uma empresa maior, é ele (a) quem recebe e conduz as visitas ao seu superior, uma vez que elas tenham passado pela recepção. (Leia mais…)
Desenvolvendo Um Posicionamento Para Seus Produtos e Serviços
Posted by Julio Cesar S. Santos on dez.28, 2011, under Marketing Comente
O Que é Uma Proposta de Valor? Quais as Alternativas de Posicionamento Existentes? O Que Sugere Michael Porter?
“Nenhuma empresa pode ser boa em tudo” porque – na opinião de Michael Porter – a maioria das organizações não tem recursos financeiros para esse fim. Em seu livro “Estratégia Competitiva”, ele propôs três (3) alternativas: _ (a) a empresa deveria se concentrar em obter “produtos diferenciados”; (b) liderança em “preço baixo” e (c) atender um “nicho específico” de mercado.
Para Porter as organizações normalmente não têm dinheiro suficiente para serem boas nas três coisas e, além disso, cada estratégia de posicionamento requer uma cultura organizacional específica e uma gestão completamente diferente.
Entretanto, alguns de seus críticos argumentavam que várias empresas já haviam conseguido ser melhores tanto em produtos diferenciados quanto em preços baixos. Dessa forma, dois estudiosos em estratégia (Treacy e Wiersema) propuseram um contexto com três alternativas – denominadas “disciplinas de valor”.
Para eles, uma organização poderia ser (a) “líder em produtos”; (b) “operacionalmente excelente” ou (c) “intima dos clientes”. Treacy e Wiersema observaram que é muito difícil uma empresa ser a melhor nas três coisas – ou até mesmo em duas –, pois as três disciplinas de valor exigem diferentes sistemas gerenciais que conflitam entre si.
Empresas operacionalmente excelentes – McDonalds, por exemplo – funcionam como máquinas precisas e, se elas tentassem ser íntimas dos clientes, talvez não fossem capazes de funcionar no nível da eficiência prometida. Sendo assim, esses dois estudiosos propuseram quatro regras:
- Tornar-se o melhor em uma das três disciplinas de valor.
- Alcançar um adequado nível de desempenho nas outras duas áreas.
- Investir na melhoria de sua posição na disciplina escolhida, de forma a não perder sua liderança para um concorrente.
- Esforçar-se para se tornar mais adequado nas outras duas disciplinas, pois a concorrência sempre está elevando as expectativas dos clientes, quanto ao que se considera adequado.
Portanto, na busca por um posicionamento específico, as empresas devem considerar as seguintes fontes possíveis;
- Posicionamento Por Atributo: As empresas podem se posicionar com certos atributos (ou aspectos) como uma cervejaria – por exemplo – pode afirmar que seu produto é “o mais antigo do mercado” ou um hotel descrever-se como o mais alto da região. Mas, esse tipo de posicionamento é o mais fraco porque não divulga nenhum benefício real para os consumidores de seus produtos (ou serviços).
- Posicionamento Por Benefício: Nesse posicionamento, o produto (ou serviço) promete certo benefício aos consumidores e os profissionais de marketing trabalham basicamente com esse tipo. Exemplo: “OMO lava mais branco”
- Posicionamento Por Uso e/ou Aplicação: Nesse caso, o produto é posicionado como o melhor para determinada finalidade. Exemplo: a NIKE descreve um de seus tênis como sendo o melhor para corrida e, outro tipo, como o melhor para jogar basquete.
- Posicionamento Por Tipo de Usuário: Nesse caso o produto é posicionado em função de certo grupo de consumidores. A Apple Computer – por exemplo – descreve seus computadores como sendo os melhores para os designers gráficos.
- Posicionamento Contra o Concorrente: O produto (ou serviço) sugere ser diferente ou melhor que o seu principal concorrente. Exemplo: A locadora de veículos (AVIS) se descreve como uma organização que “se empenha mais” (numa alusão ao seu principal concorrente – a HERTZ).
- Posicionamento Por Categoria: Nesse caso, a empresa pode se descrever como a líder na sua categoria. O melhor exemplo á a Gillette, a qual virou sinônimo de lâmina de barbear.
- Posicionamento Por Preço / Qualidade: o produto é posicionado em determinado nível de qualidade e preço. O melhor exemplo é o Chanel n° 5, o qual durante muito tempo foi posicionado como um perfume de alta qualidade e preço elevado.
Oportunidades de Marketing
Posted by Julio Cesar S. Santos on dez.24, 2011, under Marketing Comente
O Que é Uma Oportunidade de Marketing? Quem São os Responsáveis Por Imaginar Novos Produtos Numa Organização? Quais as Principais Fontes de Oportunidades de Mercado?
Alguns autores definiram as atividades de Marketing como sendo a arte de descobrir oportunidades, desenvolvê-las e lucrar com elas. Nas modernas organizações os Gerentes de Marketing são as pessoas responsáveis por imaginar novos produtos, serviços, programas, sistemas e – principalmente – oportunidades de novos negócios.
Dessa forma, pode-se dizer que oportunidade de marketing é a área de necessidade dos consumidores cuja satisfação proporciona às organizações alta possibilidade de obter lucro. Mas, atrair uma oportunidade de mercado depende de fatores como o número de potenciais compradores do produto, seu poder aquisitivo, suas disposições para a compra e outros. Sendo assim, veremos abaixo as três (3) principais fontes de oportunidades de marketing no mercado:
1) Fornecer Produtos (ou Serviços) Escassos
Quando um produto (ou serviço) é raro – a ponto de formar fila para adquiri-lo – existirá uma enorme oportunidade de marketing. Mas, essa circunstância requer pouco talento mercadológico, pois isso é percebido por muitos profissionais de marketing ao mesmo tempo. Os melhores exemplos disso são os alimentos e os equipamentos em tempos de conflitos.
As repúblicas comunistas da antiga URSS eram economias fechadas e, em conseqüência disso, os consumidores desses países sofriam com a pouca variedade e com a escassez de bens de consumo. Por outro lado, numa economia aberta essa escassez seria automaticamente corrigida com a entrada do capital estrangeiro.
2) Fornecer Produtos (ou Serviços) Com Melhorias
As organizações utilizam variada metodologia para desenvolver projetos de melhorias em produtos ou serviços, tais como:
- Detecção de Problemas: Embora existam muitos produtos que os consumidores aceitem como se apresentam, os profissionais de marketing podem detectar queixas e/ou sugestões ao perguntarem aos consumidores. Porém, deve-se considerar que esse método tende a gerar melhorias em produtos (ou serviços), mas não inovações.
- Método Ideal: Nesse caso, os profissionais de marketing devem entrevistar um grupo considerável de prospects (consumidores potenciais) a fim de tentar ouvir deles uma versão ideal do produto (ou serviço); pois, em alguns casos, podem surgir necessidades bem simples de serem satisfeitas.
- Cadeia de Consumo: Nesse método, os profissionais de marketing também devem entrevistar grupo significativo de consumidores a fim de traçar seus passos na aquisição, no uso e até sobre o descarte de um produto. Deve-se mapear essa cadeia de consumo e verificar se a organização pode introduzir novos produtos, serviços ou benefícios.
3) Fornecer Produtos (ou Serviços) Novos
A maioria dos consumidores não imagina com muita clareza detalhes sobre novos produtos (ou serviços) que surjam das inovações tecnológicas ou criativas. Eles não sabiam – por exemplo – que queriam um telefone móvel que filmasse ou fotografasse. Na verdade, seria até difícil imaginar alguns produtos antes de chegarem ao mercado.
Diante do exposto acima, devemos refletir sobre o que as organizações vêm fazendo para identificar melhorias em produtos (ou serviços) e idéias que gerem produtos totalmente novos. Como uma empresa pode se organizar para encontrar oportunidades de mercado?
Administração de Marketing – Principais Etapas
Posted by Julio Cesar S. Santos on dez.12, 2011, under Marketing Comente
O Que Uma Pesquisa de Mercado Pode Revelar? Como Posicionar um Produto? Quais as Falhas Mais Comuns na Implantação do Processo?
O processo mercadológico consiste em analisar oportunidades, pesquisando e selecionando os mercados-alvos, delineando estratégias, planejando programas, organizando, implementando e controlando todo o esforço de marketing. (Leia mais…)
Analisando Algumas Tendências de Marketing
Posted by Julio Cesar S. Santos on dez.02, 2011, under Marketing Comente

Quais as Principais Tendências Apontadas Por Kotler Para o Século XXI? Que Previsões se Concretizaram? O Que Falta Para Algumas Tendências se Realizarem?
Palavras Chaves: Organizações, Tendências, Estratégias, Canal, SEBRAE, Consumidores, Franqueados. (Leia mais…)
O Nascimento de Produtos Inovadores
Posted by Julio Cesar S. Santos on nov.29, 2011, under Marketing Comente

Quais os Cuidados Necessários No Lançamento de Produtos Inovadores? Quais as Principais Causas de Sucesso ou Fracasso de Um Novo Produto?
Muitos concordam que a inovação de produtos é vital para o crescimento, lucratividade e para a longevidade das organizações, embora o lançamento de produtos inovadores represente um grande risco para as empresas porque a maior parte dos recursos de P&D (Pesquisas e Desenvolvimento) é gasta em idéias de produtos mal-sucedidos. (Leia mais…)
Níveis de Desempenho em Marketing
Posted by Julio Cesar S. Santos on nov.28, 2011, under Marketing Comente

Como Aumentar o Desempenho de Marketing de Uma Organização? Quais as Principais Atitudes de Marketing Adotadas Pelos Departamentos de Uma Empresa Vencedora?
Equivocadamente, muitas pessoas vêm afirmando que o Marketing é, acima de tudo, um “importante departamento” dentro das organizações. É verdade que muitas empresas possuem até um bom departamento de marketing, no qual se concentram grande parte das idéias geniais que antecederam a bons produtos. (Leia mais…)
Práticas de Mercado em Marketing
Posted by Julio Cesar S. Santos on nov.19, 2011, under Marketing Comente
Quais as Melhores Práticas de Marketing Praticadas Pelas Empresas? Como Superar as expectativas dos Consumidores?
Estudiosos de Marketing vêm afirmando que não existe um caminho único em marketing que garanta sucesso aos produtos ou serviços oferecidos pelas organizações. Sob o ponto de vista deles em vez de se apoiarem apenas numa única diferenciação, as organizações necessitam diversificar suas atividades de marketing. (Leia mais…)
Os Impactos das Mudanças no Ambiente de Negócios
Posted by Julio Cesar S. Santos on nov.12, 2011, under Mercado Comente
Quais os Principais Impactos das Mudanças nos Negócios? Que Fatores Econômicos Vêm Moldando as Organizações? Qual a Importância da Tecnologia e da Globalização no Campo Econômico?
Há alguns anos muitas empresas vêm dedicando parte do seu tempo para refletirem sobre as mudanças que o mundo dos negócios vem presenciando. Mas, embora a maioria das organizações ainda não perceba que seus mercados estejam em constante mudança, as exigências dos clientes e as forças competitivas vêm mudando significativamente a cada período de poucos anos. (Leia mais…)
Montando Uma Boa Equipe de Venda de Serviços
Posted by Julio Cesar S. Santos on nov.05, 2011, under Vendas Comente
Como Obter e Manter Uma Boa Equipe de Vendedores? Qual o Perfil Ideal dos Vendedores? O Que é Melhor –Equipe Própria ou Vendedores Autônomos?
No mundo moderno – marcado pela feroz concorrência entre as empresas prestadoras de serviços – a época de vender com facilidade já se foi e, atualmente, é necessário que as empresas se esforcem bastante e tenham muita imaginação. (Leia mais…)












