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O marketing sob o luar
Posted by Gustavo Rocha on mai.13, 2012, under Marketing Comente
Observava a lua num domingo destes e pensava comigo: Como um astro tão belo pode ser confundido com o reflexo do sol a noite?
Nas minhas divagações, imaginava que para um poeta a lua era um instrumento único, um planeta único (não adianta me convencer que lua e planeta são coisas diferentes, adoro física, mas neste momento interpreto com sentimentos), enfim uma verdade a ser dita…
Vejo compartilhamentos nas redes sociais de todos os cantos do país com uma lua cheia, linda e bela… Vejo então que todos comentam no mesmo sentido: Como é bela, como é perfeita, como é inspiradora!
Então, nos meus pensamentos, começo a compreender que o papel da lua é tão perfeito, mas tão perfeito, que a lua é um instrumento completo de marketing, ora pois não.
Como assim? Você pode questionar…
Vamos analisar três pontos em que a lua é um exemplo claro de marketing:
1. O fato de refletir a luz do sol;
2. O fato de girar em torno da terra acompanhando a luz do sol;
3. O fato de se transformar em 4 fases, dependendo do tempo para transmitir a luz do sol;
Então, vejamos:
1. O fato de refletir a luz do sol;
Se a lua reflete a luz do sol, para nós que observamos da Terra, a lua nada mais é do que um instrumento de marketing a divulgar a luz do sol enquanto ele não está diretamente para nós, não é mesmo? Sabemos que o sol existe, sabemos que ele está lá mesmo quando chega a noite, mas ao vermos o sol refletido na lua, temos a lembrança que no outro dia teremos o sol novamente.
Ou seja, continuidade na informação é essencial para sua credibilidade e mais, essencial para sua lembrança. Você pode brilhar o dia todo, mas se te esquecerem a noite, no outro dia terão que primeiro lembrar do teu brilho para depois aceitar ele.
Mantenha uma comunicação sequencial, continua e ininterrupta com o seu cliente, exatamente o que o sol faz através da lua.
2. O fato de girar em torno da terra acompanhando a luz do sol;
Se o cliente é a terra e você (fornecedor) é o sol, nada melhor que acompanhar o seu cliente sempre, certo?
Para isto, não podemos estar diariamente, cada minuto e segundo junto com o cliente. Mas, podemos deixar lembranças frequentes de nossos produtos e serviços para que o cliente possa sempre se lembrar de nós.
Quer dizer, ao ver aquela lua cheia linda ou aquela lua minguante que parece um fio de um sorriso de lado, que a beleza encanta, mas quem está por trás de tudo isto é o sol.
3. O fato de se transformar em 4 fases, dependendo do tempo para transmitir a luz do sol;
O marketing insistivo é chato, ser repetitivo muitas vezes traduz-se num efeito contrário, marca-se pela chatisse, não pelo real poder da marca.
Se a lua fosse sempre cheia, chegaria um tempo que nos acostumaríamos com a sua beleza e não daríamos o verdadeiro valor, por ser sempre o mesmo.
Como diz a música da Legião Urbana: Sejamos mais do mesmo, quer dizer, sejamos como a lua, que de tempos em tempos se muda, com uma nova fase para nos mostrar a sua beleza sob diferentes ângulos.
O conteúdo pode não ser muito diferente, mas a forma de abordar, a forma de ensinar, a forma de dizer deve ser diversa, diversificada e criativa.
Enfim,
Continue sempre um eterno apaixonado pela lua, isto nos dá tesão, vontade e persistência, mas devemos saber também que tudo que nos cerca ensina, mesmo que sem palavras, a fazer um mundo cada vez melhor para todos nós.
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr
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Honorários ou quanto você vale?
Posted by Gustavo Rocha on mai.06, 2012, under Administração Comente
Se fossemos levar os honorários a quanto vale o trabalho profissional no Brasil diante da realidade apresentada pela sucumbência imposta pelo judiciário, diria que os advogados estão mal, muito mal mesmo. Nas palavras de Boris Casoy: É uma vergonha!
Alguns dirão que advogado ganha duas vezes, nos honorários pactuados e na sucumbência. Não vejo nenhum problema, nada mais justo, afinal um está pagando porque contratou os serviços e o outro está pagando por que não tinha o direito e perdeu ou não soube ser estratégico na causa e não a ganhou.
Ou seja, tem que pagar mesmo.
Como já afirmei, se dependesse da sucumbência, a advocacia não seria uma profissão digna, como realmente ela é. Então, o que vale para ser pactuado são os honorários ditos contratuais.
Neste quesito, muitos advogados esquecem de quanto eles valem para cobrar apenas honorários.
Temos um balizador neste caso, que é a tabela de honorários da OAB. Poucos profissionais a utilizam, infelizmente. A maioria concorda que ela é cara demais para a realidade dos clientes. Seria isto mesmo?
Três são as principais teorias utilizadas pelos advogados para cobrar menos que a tabela da OAB:
1. Se cobrarem menos, terão mais clientes e faturarão mais na quantidade;
2. Sentem pena dos clientes, que passam dificuldades e cobram pouco, afinal, eles podem pagar pouco;
3. Acreditam que é melhor ter pouco e garantir o valor do que deixar que o colega da outra sala pegue a causa;
Estas teorias parecem plausíveis para alguns profissionais, mas caem por terra com uma análise bem simples de mercado, vejamos:
1. Se cobrarem menos, terão mais clientes e faturarão mais na quantidade;
Se você cobra pouco, as pessoas que fecham negócios com você acham que você vale pouco. Mais ainda, se indicarem o seu serviço, já indicarão dizendo que você cobra pouco, portanto, é um advogado que cobra pouco e não um advogado que sabe do assunto e vai ganhar a causa.
Cobrar pouco é um sinônimo de desvalorização profissional. As pessoas tem expectativa que bons profissionais cobram bem pelos seus serviços.
Lógico, cobrar o justo pelo seu trabalho não é enriquecer em apenas uma causa. É compreender que você tem seus custos para gerir e viver, você tem um escritório para manter e não será fazendo uma separação litigiosa por R$ 500,00 que estes custos serão cobertos.
2. Sentem pena dos clientes, que passam dificuldades e cobram pouco, afinal, eles podem pagar pouco;
Isto seria uma realidade, se não pensarmos em nós, primeiramente. O advogado está defendendo ou atuando em nome do cliente, ele não é o cliente. Para isto, existe a defensoria pública ou o advogado pode fazer a causa pro bono. Agora, pegar causas cobrando R$ 200,00, R$ 500,00 com complexidade de estudos, causas que levam anos para serem solucionadas e nem sempre teremos algo a receber, pois cada vez mais temos entendimentos nos tribunais superiores que “mudam” conforme a mente “privilegiada” dos ministros – que são escolhidos politicamente pelo presidente da república, ou seja, como viver 3 ou 5 anos com duzentos reais esperando os 10% ou 20%, mesmo que seja 30% de algo que talvez não venha um centavo?
Advogado come, dorme, paga IPTU, IPVA, não tem isenção de nada, paga inclusive anuidade para a OAB e precisa dos honorários – sua única fonte de renda – para sobreviver. Não pode aceitar esmolas para ser remunerado pelo seu trabalho.
Se a remuneração for pequena, então vale mais a pena ocupar o tempo em estudar, ler um bom livro, fazer alguns contatos e marcar reuniões ou até jogar paciência, já que tempo mal remunerado só atrapalha, não ajuda.
3. Acreditam que é melhor ter pouco e garantir o valor do que deixar que o colega da outra sala pegue a causa;
Se você concorda com isto, cuidado, sua vida profissional corre perigo.
Você acha que o serviço que você presta é senso comum ou tem algo de especial?
Você estudou tanto, se especializou, busca sempre soluções novas e criativas para clientes e pensa que todo mercado faz o mesmo?
Então, porque comparar o seu serviço com o advogado que trabalha na quadra seguinte?
Se você tem algo de diferente do mercado, deve cobrar por isto. Se você acha que o seu serviço é igual ao do concorrente, então trate de inovar e buscar algo diferente.
Não é porque algumas ações são iguais que o preço é igual. O seu nome, seus contatos, sua forma de atuar na causa, enfim, seus diferenciais contam muito e valem dinheiro.
Enfim,
Honorários ou quanto você vale?
Quanto você vale, lógico. Seu custo de vida, necessidades de crescimento, estudo, aperfeiçoamento são essenciais para construir, forjar este profissional cada vez melhor. Honorários, apenas como nomenclatura de recebimento daquilo que você vale e merece por tudo que investiu na sua carreira e profissionalismo.
Pense nisto.
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Interdependência
Posted by Gustavo Rocha on abr.29, 2012, under Administração Comente
Inicio este artigo com um texto que retirei do perfil de uma amiga – Cris Vedoy – no Facebook:
O nó-sem-fim é um símbolo budista que tem diversas interpretações, uma delas é a da interdependência.
“Interdependência é um conceito que rege as relações entre os indivíduos onde, um único indivíduo é capaz de, através de seus atos, causar efeitos, positivos e/ou negativos, em toda a sociedade. Ao mesmo tempo, esse mesmo indivíduo, por sua vez, é influenciado pelo todo. Com isso, é possível dizer que todas as pessoas e coisas que rodeiam a vida dos seres humanos estão interligadas e afetam a vida de todos de forma significativa.
Ao pensar no imenso impacto que pequenas gestos podem causar, chega-se à conclusão de que cada pequeno ato é importante. Essa é a relação de interdependência: a consciência de que o todo depende de um único indivíduo. E cada indivíduo depende do todo para existir.”
Apesar de ser um texto que cabe perfeitamente no meu blog pessoal pelo seu conteúdo - http://www.blogdogustavorocha.com.br/ – faço uma reflexão deste conteúdo de interdependência no universo empresarial.
Se a última frase do texto fosse amplamente utilizada no universo empresarial, teríamos muitos problemas a menos.
Essa é a relação de interdependência: a consciência de que o todo depende de um único indivíduo. E cada indivíduo depende do todo para existir.
Você já parou para pensar que esta é uma verdade em qualquer empresa, em qualquer cargo, função?
Na parte prática: Como você age em relação ao seu trabalho?
( ) Sabe de cor e salteado;
( ) Faz tudo igual todos os dias;
( ) É o chefe, então, não tem tempo pra nada;
( ) Apenas faz o que precisa ser feito e pronto;
( ) Todas alternativas anteriores;
Ora, em fato, nenhuma das alternativas anteriores… Falta algo fundamental nestas opções: Nenhuma deles leva a pensar sobre o todo da empresa, todas se referem a trabalhos únicos, isolados. Se você faz apenas o seu trabalho e esquece todo o resto, esquece o princípio da interdependência.
O seu trabalho é importante, não há dúvida. Agora, ele sozinho não é a empresa em si. Ele é parte do negócio e não o negócio. Mesmo você que é sócio, dono, proprietário, sócio majoritário, manda chuva, o gostosão que a pátria chora: Mesmo você, sozinho, não é a empresa.
A empresa é o conjunto de pessoas em prol de um objetivo comum, enquanto cada um dentro da empresa tem suas tarefas individuais em prol deste objetivo comum.
Todos são dependentes. São únicos, mas dependentes. Todos são interdependentes, independente do departamento que atua.
Se você não vê desta forma, sua empresa terá inúmeros problemas de comunicação, gestão e principalmente de retenção de talentos. As pessoas são motivadas por aquilo que fazem, mas devem compreender o porque de fazê-lo. Quando um falta, ninguém substitui? Ninguém sabe como fazer o trabalho? Ninguém está nem aí? E o coleguismo? A a interdependência, como fica?
Pois é… A empresa é uma só, cada funcionário é um só, com seu talento, característica, caráter e função. Agora, todos são responsáveis pelo sucesso ou fracasso do objetivo/escopo/ideal da empresa.
Interdependência… No budismo, na vida ou na sua empresa tem o mesmo significado: Somos um, somos vários, somos todos necessários!
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Dicas para aumentar a credibilidade
Posted by Gustavo Rocha on abr.22, 2012, under Administração Comente
Um interessante artigo publicado pela OAB (chamada de BAR) Americana de Denver ditou 21 dicas para aumentar a credibilidade dos profissionais jurídicos junto a clientes novos.
Separei 7 destas dicas que colocarei em português abaixo.
1. Tratar cada possível cliente como se ele fosse a pessoa mais importante do mundo.Quando você der ao sua possível cliente a sua atenção, você constrói um relacionamento mais forte, porque ele sabe que você sinceramente quer ajudá-lo.
2. Ouça com atenção para que você possa determinar quais pontos são mais importantes para o seu possível cliente. Uma das maiores queixas sobre advogados é que eles oferecem soluções clichê antes de terem escutado o problema do seu prospect. Mesmo que suas histórias sejam praticamente as mesmas, eles quero dizer-lhe a sua história para que você aprecia o peso que carregam em seus ombros.
3. Diga ao seu possível cliente como você ajudou outros clientes em situações semelhantes. Toda vez que você explicar um histórico do caso, ele vê que ele não é o primeiro caso deste tipo que você tem tratado. As histórias do caso que você descreve que são semelhantes aos dele, mais aumenta a credibilidade em seus olhos.
4. Permita que seu possível cliente tenha a sua própria decisão, sem pressão de você. Todos nós aprendemos a desconfiar que o vendedor que tenta nos pressionar para tomar uma decisão. Para aumentar a sua credibilidade, dizer que você irá fornecer informações e recomendar a solução você acredita que está nos seus melhores interesses.
5. Fornecer cópias de artigos que apóiam a profundidade do seu problema, reforçar a solução que você recomendaria, ou ambos. Artigos genéricos – que você não escreve e no qual não são citados – provam que os problemas e soluções que você discute são verdadeiras. Quanto mais respeitada a publicação, mais credibilidade dá ao que você diz.
6. Verifique se o seu prospect sabe que você está feliz em responder às suas perguntas, agora e no futuro. O caminho para construir confiança e respeito é manter as linhas de comunicação abertas. Se ele não está pronto para tomar uma decisão, convide para chamá-lo a qualquer momento que ele tem uma pergunta ou quando ele está pronto para avançar.
7. Oferecer informação e aconselhamento em bom português. O possível cliente acha difícil confiar em um advogado que usa palavras que ele não entende. Quando você fala com ele, fale em termos simples. Quanto mais ele compreende, maior será o seu nível de credibilidade – e mais ele conclui que você sabe como resolver o seu problema.
Leia na íntegra – em inglês – o artigo aqui.
Você põe em prática estas dicas no seu dia a dia com clientes?
O marketing deve existir todos os dias da nossa vida, em qualquer situação. Em todos os momentos podemos estar sendo colocados a prova em nossa credibilidade e atuação.
Não perca tempo com soluções mirabolantes. Trate de traçar um plano estratégico e mãos a obra!
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A arte de dizer não
Posted by Gustavo Rocha on abr.15, 2012, under Administração Comente
Dizer não parece simples, fácil e até mesmo arrogante. Contudo, para muitas pessoas é uma dificuldade dizer não.
Muitas vezes, dizer não é uma arte.
Como assim?
Você não precisa dizer não o tempo todo, mas escolher a situação correta para dizer não. Muitas vezes, o silêncio, optar por outra alternativa diz a mesma coisa que o não, sem que o não precise ser dito expressamente.
Infelizmente no Brasil temos o péssimo hábito de achar que dizer não é o fim de tudo, que tudo está perdido, que nada vai mudar, enfim, que o mundo acabou. Traços de um povo que gosta da teoria do coitadinho, ou seja, quem trabalha e vence na vida não pode ser honesto. Um absurdo ao meu ver, mas seguimos com o raciocínio…
Quando vier um não na sua vida, pense, repense, tente achar o porque daquele não. Nem sempre estamos preparados para o sucesso. Nem sempre estamos preparados para coisas novas e claro, as vezes quem está tendo que oportunizar isto pode não estar preparado.
O mais importante disto: Um não, literalmente não significa que tudo acabou.
Significa que para aquela pessoa, naquele momento não é possível ou viável. Claro, como já cantou o kid abelha, muitas vezes dizer não quer dizer sim, mas isto é outra estória.
Um ponto muito importante ligado ao não está no fato de que muitas pessoas não sabem dizer não, quando deveriam efetivamente dizer não.
Dizer a verdade, dizer um não quando realmente não pode fazer um trabalho, dizer um não quando aquela tarefa irá atrapalhar tudo que você está fazendo pode ser a melhor alternativa e um sinal de maturidade profissional.
O não deve ser visto como simplesmente e unicamente um não.
Dizer não, não quer dizer que você não gosta daquela pessoa, que esta pessoa não presta, que o trabalho dela é mais ou menos importante que o seu, que o mundo vai acabar. Quer apenas dizer: não.
Muitas pessoas não pensam assim e levam um não as últimas consequencias, tentam encontrar agulhas em palheiro como se isto fosse fazer do não um sim. Mas, não vai.
O não é um não porque deve ser um não. Aliás, um não pode e é muito educativo. Nos leva sempre a uma reflexão acompanhada de um porque. É uma excelente oportunidade de ver o mundo de forma diferente e mais, de concluir se realmente o não foi algo que vale a pena para o seu crescimento ou se quem o disse ainda não está preparado para dize-lo.
O não é uma arte, não é mesmo? Ou você não acha?
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Seu departamento jurídico é uma unidade de negócio ou de custo?
Posted by Gustavo Rocha on abr.08, 2012, under Administração Comente
Destacamos três ideias de como o departamento jurídico deve agir para não ser visto como centro de custo, mas sim como unidade de negócios, ou seja, como partícipe do negócio e não apenas como uma lembrança de problema no caso de problemas jurídicos.
Ter Visão Global do Negócio
O departamento jurídico não pode ser alguém que resolve a sua parte e pronto. Ele deve ter a visão global da empresa. Saber que uma atitude sua, seja um modelo de notificação, procuração ou até mesmo de carta, pode influenciar na totalidade da empresa.
Vamos pegar um exemplo: Recebe-se uma notificação de um cliente da empresa, reclamando sobre determinada atitude de um vendedor. O departamento faz a resposta desta notificação e pronto, sua tarefa terminou.
Será?
Será que isto não irá acontecer de novo?
Será que o departamento comercial/vendas sabe o porque isto está acontecendo?
Será que a resposta desta notificação atingiu seu objetivo de evitar litigios e evitar problemas com a marca da empresa?
Isto mesmo! Nem sempre a ação judicial é um bom negócio, principalmente quando estamos nos referindo a marca da empresa. É melhor um notícia de um TAC com o Ministério Público ou uma notícia na mídia de uma ação civil pública contra a empresa?
Não podemos pensar no departamento como algo isolado. A visão deve ser global. A empresa deve ser blindada pelo jurídico.
Ter indicadores
Não apenas indicadores de processos e vitórias/derrotas. Não apenas indicadores dizendo os pedidos e prognósticos. Estes são indicadores essenciais. Agora, quando o departamento começa a identificar quais as áreas internas que mais demandam solicitações e as treina; Quando começa a identificar as principais razões de demandas em quaisquer das áreas e as trata de forma preventiva; Quando mapeia os processos que podem dar uma imagem negativa para empresa e blinda a mesma; Ou ainda, quando cuida dos processos de maior valor de maneira personalizada, visando dar maior resultados aos acionistas, o departamento jurídico está além de simples indicadores: está começando a se transformar em estratégico.
Ser estratégico
O departamento jurídico pode ser estratégico para empresa quando ele começa a ter uma visão global e possui indicadores. Mas, transforma-se em essencial a empresa quando suas atitudes são reflexo desta visão e números. Não basta apenas monitorar. Tem que colocar pessoas responsáveis e prazos para acontecer o que está sendo solicitado. Ser estratégico é controlar e agir. Lembre-se disto.
Enfim,
Você é visto como uma unidade de despesa na sua empresa? Mude hoje mesmo! Comece a agir como uma unidade de negócios, onde o seu conhecimento pode ser realmente aproveitado e diferenciado. Seja estratégico. A empresa e a sua própria existência agradecem.
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Como anda o seu tempo?
Posted by Gustavo Rocha on abr.01, 2012, under Administração Comente
Uma das maiores dificuldades modernas é a gestão do tempo. Todos reclamam que trabalham mais, tem menos tempo pra si e que falta horas no dia a dia.
Isto vale em qualquer tipo de trabalho, sempre parece que falta tempo.
Na verdade o tempo é sempre o mesmo, temos 24 horas no dia, faça chuva ou faça sol. Dormimos uma média de 6 horas, alguns mais outros menos, mas temos em média 18 horas acordados. Teoricamente, trabalhamos 8 horas ou 10 horas, então teríamos – numa matemática simplista – de 8 a 10 horas diariamente para nós.
Então? Como não sobra tempo?
Pelo óbvio… Temos que computar o tempo de deslocamento até o trabalho, tempo de alimentação, banheiro, banho, etc. Consumimos umas boas 5 horas aí. Sobram em média 4 horas ainda…
Na verdade não sobram, porque usamos mal o nosso tempo.
Tarefas que são simples, mas são chatas, nós levamos um tempo enrolando para não fazer, deixamos mais tempo para tarefas complexas, sendo que só de pensar que são complexas, nos afastamos dela. Quer dizer, nossa mente tem uma boa parcela de culpa pelo tempo de enrolação.
Existem reuniões de 2 horas que poderiam ser resumidas em 30 minutos. Porque então levamos 2 horas?
Porque, muitas vezes, ser objetivo é ser mal educado. Ser objetivo é não pensar nas pessoas. Ser objetivo é ser chato e ninguém quer ser chato.
Outras vezes temos distrações no meio da reunião, conversas paralelas, outros tópicos que não estavam na pauta, por aí vai.
Calma, por óbvio que todos precisamos de distração vez em quando e que tomar um café e bater um papo descontraído faz render mais o trabalho.
Ocorre que tudo tem o seu tempo certo. Se você está no meio de um prazo complicado, o melhor é chavear a porta. Tomar um café e falar bobagens só se for para liberar a mente para pensar no problema sob outro prisma.
O foco nos traz para mais perto da solução. Gerenciar o tempo não é uma tarefa simples, mas pode e deve ser feita, pois gerenciar o tempo, libera mais tempo para outras tarefas igualmente importantes, tais como namorar, passear, sair…
Trabalho é uma das facetas da vida e não tudo nela. Quem vê o trabalho como a única faceta da vida está jogando fora mais do que tempo, está jogando fora a sua vida.
Trabalho deve ser um momento dedicado, de valor agregado, de comprometimento com a empresa e seus propósitos. Outro momento é do de lazer, mas ambos são igualmente importantes.
Então, afinal, como anda o seu tempo?
Reflita sobre as ideias deste artigo e busque alternativas para gerenciar melhor o seu tempo. A sua vida agradece.
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Abordagem prática: Tecnologia como diferencial competitivo para escritórios de advocacia
Posted by Gustavo Rocha on mar.25, 2012, under Administração Comente
Muitos gestores e sócios de escritórios se questionam acerca de investir em tecnologia. Alguns buscam responder perguntas como: Qual o retorno deste investimento? Será que preciso de tecnologia além do que já possuo? Será que terei benefícios práticos ou apenas aparência? E assim por diante.
Hoje, a tecnologia não é uma moda do momento. A tecnologia pode e deve ser utilizada como diferencial competitivo.
Alguns exemplos práticos da tecnologia bem empregada como diferencial competitivo.
Redes Sociais: Facebook, LinkedIn, etc
Alguns advogados se perguntam o que pode ser útil estar em redes sociais, afinal a fama é da rede social ser uma espécie de diário da vida das pessoas e não agrega valor ao lado profissional. Ledo engano.
Qual o princípio número zero – ou seja, vem antes do número um – do marketing jurídico permitido pela OAB? – Ter, manter, organizar e disseminar uma rede de contatos.
Como chegar naquele presidente da empresa X? Ora, será que ele não estudou com aquele cabeleireiro que corta o seu cabelo? Pode ser que sim. Este tipo de realidade ocorre muito mais do que imaginamos. As redes sociais geram relacionamentos, contatos nacionais e internacionais, fazem a parte de organização destes contatos, enfim, conseguem potencializar a nossa rede de networking.
Site, Blog, Twitter
Hoje ter um site é imprescindível. Sim, é uma excelente forma de apresentar o escritório, demonstrar áreas de atuação e conhecimento/expertise do escritório.
Mas, o site é estático. Atualizá-lo normalmente tem custo e requer bastante tempo investido.
Então, porque não fazer um Blog?
Alguns dirão: Blog é coisa de gurizada que conta sua vida como se fosse um diário on line.
Outro engano.
Atualmente, blog é largamente utilizado para divulgar conhecimento sobre a expertise do escritório.
Mas, como isso pode auxiliar o desenvolvimento do escritório?
Em primeiro lugar, normalmente o serviço de blog está incluso no serviço de hospedagem do site. Isto mesmo, basta entrar em contato com quem hospeda o site e verificar. Segundo, se não estiver, os bons blogs são hospedados em serviços gratuitos, sem nenhum investimento, basta começar a escrever!
Em terceiro, vamos imaginar um diretor da empresa X que está com uma multa enorme por não ter pago INSS. Além de consultar o advogado que já assessora a empresa, ele faz uma pesquisa na internet para encontrar mais sobre este tema. Pronto, ele acha o site e blog do teu escritório. Então ele começa a ler no teu blog textos dos advogados do teu escritório sobre este tema e se encanta de como o escritório tem conhecimento neste assunto. Pronto, está aberta a porta para um contato da empresa X com o teu escritório. Blog é uma vitrine permanente, 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano e 366 dias quando o ano é bissexto.
Não existe razão para não começar o seu blog agora!
E o Twitter?
Twitter é um micro-blogging que permite postagens de no máximo 140 caracteres (mesmo tamanho mensagens de texto celular).
São uma média de 8 a 10 mil usuários novos por dia em todo mundo!
Só no Brasil temos um crescimento vertiginoso deste serviço. Pode ser uma boa oportunidade para o seu escritório divulgar suas palestras, posts no blog, etc.
Conheça o nosso twitter: http://twitter.com/GestaoAdvBr e o nosso blog/portal: http://www.gestao.adv.br/
Lembre-se: é através da divulgação e contatos que as possibilidades de clientes irão aparecer!
Software de gestão do escritório
Agora vem a pergunta: Porque software de gestão do escritório e não um simples software de controle de processos?
Simples: Porque controlar processos é apenas uma das tarefas do escritório.
Nada adianta controlar os processos, se as tarefas internas não estão ajustadas, organizadas e o software não agregar velocidade e inteligência as atividades desenvolvidas.
Existem muitos de softwares jurídicos.
Como escolher o ideal ao seu escritório?
Faça algumas perguntas:
O quê? – O que quero mudar com este sistema no meu escritório? Será apenas a sistemática de controle de processos? Ou quero controle de produtividade dos advogados e estagiários? Ou quero relatórios gerenciais dos meus clientes pré-programados em certas datas? Ou quero acesso pela internet para mim e meus clientes? Ou quero tudo isto e muito mais?
Quando? – Será que este é o momento ideal para investir em software? Já tenho minhas rotinas devidamente alinhadas? Tenho controles básicos de gestão para que o software seja um auxílio e não um problema?
Como? – Irei apenas contratar um software? Será que não é melhor um trabalho prévio de levantamento de dados e acompanhamento posterior a instalação do software? Irei disponibilizar quem da minha equipe para este projeto, afinal nada acontece sozinho?
Por quê? – Por que quero automatizar esta tarefa? Qual o benefício prático? Qual a relação investimento versus benefício?
Onde? – Quero investir em máquinas, servidores, etc para ter um software instalado no meu escritório? Ou quero investir num produto web que já tenha esta segurança e investimento por mim? E a segurança dos dados?
Com estas idéias já podemos ter a noção que escolher um software não é tão simples como parece. Se você está insatisfeito com o seu produto ou está na busca de um novo, faça estes questionamentos como base de raciocínio. Será um excelente exercício!
Conclusão
Com absoluta certeza, este artigo não busca encerrar o assunto. A idéia é trazer a baila idéias, pensamentos e dicas práticas acerca do tema e oportunizar o leitor a refletir.
Como dica final: Use e abuse do seu networking eletrônico e das ferramentas tecnológicas, pois este diferencial pode ser a grande vitrine do seu escritório, além de potencializar contatos e quiçá clientes!
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Loucura
Posted by Gustavo Rocha on mar.18, 2012, under Administração Comente
“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.”
- Saint-Exupéry
Por incrível que possa parecer, muitas destas loucuras são cometidas no universo empresarial.
O ser humano tem o péssimo hábito de rotular, criar rotina e achar que nada muda.
Como assim?
Rotular
Para facilitar a sua vida, as pessoas criam esteriótipos de outros seres humanos, dizendo, este fulano é assim, outro é assado. Assim, sempre que rotulamos alguém como chato, a empresa toda o vê como um chato. Se rotularmos como um CDF, todos o virão assim. Diante destes rótulos, algumas pessoas aceitam os mesmos e começam a agir como tal.
E a individualidade, onde fica?
Cada ser humano é único, seja pela sua essência, seja pela sua forma de agir e pensar. Rótulos são um verdadeiro problema, pois colocamos pessoas em funções sem pensar nas suas aptidões, apenas pensando nos rótulos que outras pessoas colocaram.
Que tal dar uma chance ao colega, subordinado, funcionário que não está indo bem? Será que somos tão advinhos que podemos dizer que algo não deu certo sem sequermos tentar?
Rotina/Nada muda
Aqui temos um dos males da humanidade. Achar que depois de criada uma rotina, um padrão nada mais pode ser alterado. Ledo engano. Devemos ter padrões, inclusive é salutar um pouco de rotina, contudo, somente evoluiremos se sairmos da rotina e começarmos a pensar a respeito do que queremos.
Como assim?
Primeiro pense no que se quer (lembra da faculdade, aquela história do bem jurídico a ser tutelado?), objetivando resultados e indicadores de controle. Depois, pense na sua rotina e como alterá-la para ser mais funcional, prática e economizar o maior problema da atualidade: tempo. Se achares brechas na rotina, pronto, já iniciou o caminho do sucesso.
Se você não pensar no resultado, não terá nenhuma mudança significativa.
Sejamos nós defensores da frase de Chico Buarque de Holanda: “As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem”.
Aceite que as coisas devem mudar. Prepare-se para o novo sem armaduras ou posturas defensivas. Aja com o intelecto e racionalidade.
A gestão da inovação é justamente para isto. Pare de pensar que tudo vai ser como antes. Aceite mudanças como algo positivo. Se não foi positivo, não se entregue ao conformisto. A nova mudança pode ser completamente diferente da anterior.
Enfim,
Loucura é ficar na mesma, achando que tudo vai ser igual, se o mundo se reinventa diferente a cada dia…
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Poder ou autoridade?
Posted by Gustavo Rocha on mar.11, 2012, under Administração Comente
Muitos acham que ter poder é chegar na glória, no ápice profissional. Esquecem que em fato, a autoridade somente nasce daqueles que detém o conhecimento, detém a liderança.
O texto abaixo é de um autor desconhecido, mas traduz bem o que penso a respeito:
*Poder e Autoridade*
Na dinâmica da vida social o poder exerce forte fascínio sobre as criaturas. Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes conceda poder sobre outros indivíduos, mas poucas sabem exercer esse encargo com autoridade.
Ter poder não é o mesmo que ter autoridade.
O poder “é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer. “A autoridade é ”a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que quer, por causa de sua influência pessoal.”
Para exercer o poder não é necessário ter coragem nem inteligência avantajada. Crianças menores de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. A história da humanidade registrou os feitos de muitos governantes déspotas e insensatos. Mas, para ter autoridade sobre pessoas é preciso um conjunto de habilidades especiais. Uma pessoa pode exercer autoridade mesmo não estando num cargo de poder, enquanto outra pode estar no poder e não ter autoridade alguma sobre seus subordinados.
Em uma sociedade injusta, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. As pessoas podem ser colocadas no poder porque são parentes ou amigas de alguém, porque têm dinheiro, uma posição social de destaque ou outra conveniência qualquer. Mas com a autoridade isso não ocorre. A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada. Diz respeito a quem você é como pessoa, ao seu caráter e à influência que exerce sobre terceiros. Para estabelecer autoridade, o líder precisa ser honesto, confiável, responsável, respeitoso, entusiasta, afável, justo, dar bom exemplo, ser bom ouvinte.
Quem não tem autoridade pensa só nas tarefas e exige que suas ordens sejam cumpridas. Quem tem autoridade pensa nas tarefas, mas cuida também dos relacionamentos. No processo administrativo há sempre essas duas dinâmicas em jogo: a tarefa e o relacionamento. Atender uma, em detrimento da outra, é caminho curto para o fracasso.
E conseguir o equilíbrio entre ambas é uma característica de quem exerce liderança com autoridade. Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto às pessoas, é porque você não é. Mas se você não está no poder e mesmo assim as pessoas buscam suas orientações, é porque você tem autoridade.
Pense nisso, e lembre-se: liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao tempo em que constrói bons e duradouros relacionamentos. Pense nisso! O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspira os seus colaboradores e os eleva à condição de amigos. Quem tem autoridade efetiva não teme perdê-la ao se aproximar dos outros e tratá-los exatamente como gostaria que os outros o tratassem. Assim, se você é responsável pela condução de outros seres, medite quanto à responsabilidade que lhe cabe sobre os destinos dessas pessoas e procure ser alguém com autoridade, e jamais apenas alguém que detém o poder.
Pense nisso, e procure ouvir os que convivem com você mais de perto.
Como você exerce no seu dia a dia? Poder ou autoridade? Você busca nos subordinados elementos para suas decisões ou pelo menos para motivá-los?
Pense nisto, sua atitude é que fará toda a diferença.
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Homem morto trabalha por uma semana (Notícia do New York Times)
Posted by Gustavo Rocha on mar.04, 2012, under Administração Comente
Todo mundo, vez ou outra, já deve ter recebido essa parábola, de autoria desconhecida. Mesmo assim, divido com vocês, para que possamos pensar juntos:
“Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há cinco dias.
George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada.
Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho’.
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
SUGESTÃO:
De vez em quando acene aos seus colegas de trabalho.
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
MORAL DA HISTÓRIA:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo.”
Num universo corporativo cada vez mais competitivo, onde a preocupação maior é a produtividade, muitas vezes esquecemo-nos que somos seres HUMANOS, compostos por nossos valores, relações afetivas, ética, moral, conhecimentos, enfim, toda a bagagem que trazemos conosco.
No afã de galgar maiores postos e salários, bem como pela pressão de aumentar a produtividade, muitos colaboradores passam a encarar os colegas de trabalho como adversários, o que torna o relacionamento no trabalho ainda mais superficial.
O ato de se relacionar com os colegas cria um ambiente de trabalho mais agradável, o que proporciona maior rendimento no trabalho, um nível maior de satisfação com o mesmo, além de propiciar uma relação de troca entre os colaboradores.
Isso faz-se extremamente importante à medida que os empregados começam a trocar conhecimentos e experiências, o que enriquece ainda mais o trabalho.
Um ambiente de trabalho agradável é um passo importante para o sucesso da empresa, uma vez que impacta diretamente no lado motivacional do empregado, já que o mesmo passa 1/3 do seu dia cercado por colegas de trabalho. Trabalhar em um lugar hostil ou indiferente, onde os empregados são apenas peças facilmente substituíveis, além de ser desagradável, é um motivador para a busca de outro emprego.
Sejamos sujeitos ativos emocionalmente falando, sejamos proativos na busca de relacionamentos interpessoais no trabalho. Amizade e coleguismo não são sinônimos de ineficiência ou vontade de matar um tempinho entre um cafezinho e outro, mas são atestados de inteligência emocional.
Cerque-se de pessoas que te façam bem, e por que não no trabalho? Todos têm muito a ganhar, inclusive a empresa.
“Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos”. Seja “um de nós” e faça a diferença!
Escrito por Polliana Giraldello
Acabou o carnaval. E agora?
Posted by Gustavo Rocha on fev.26, 2012, under Administração Comente
Conta a sabedoria popular que o ano no Brasil inicia após o Carnaval.
Pois bem, já passou Carnaval, quarta-feira de cinzas e a quinta e sexta pós carnaval, também conhecidas como ressaca.
Tudo já passou. A pergunta é: O que você vai fazer agora?
Não tem mais desculpas, do tipo, o mercado está esperando, o carnaval ainda não chegou, compras só depois do carnaval e por aí vai. Acabou. Acabaram-se as desculpas.
Sim, desculpas, pois na verdade muito antes do carnaval já estávamos acompanhando o mercado aquecido, a Europa e sua crise, os investidores no Brasil e por aí afora. Se você acha que o mundo pára por causa do carnaval, está enganado. Duas categorias de pessoas param no carnaval: Quem trabalha nele e quem quer se divertir. Outras pessoas descansam, buscam outros prazeres e aproveitam o feriado. Agora, antes do feriado e pós feriado a maioria busca soluções criativas de gerar negócios.
Sim, amigo leitor. O foco é este: negócios. Se você pensa que o foco é prazos judiciais, você está fora do mercado.
Prazos são a parte da advocacia que custa caro e o retorno é mínimo, exceto se você trabalha em áreas de expertise muito direcionadas. Trabalhando como a maioria dos advogados, você trabalha com massa, volume e principalmente na busca constante de novos processos e/ou áreas, nichos, possibilidades de ações para conquistar uma fatia maior de mercado.
Assim, você não pode se dar ao luxo de parar de pensar. De parar de buscar novas alternativas. De pensar diferente. De fazer diferente.
Você tem que buscar, planejar, executar, ir atrás.
Como o caminho será diferente se você não fizer diferente?
O ano iniciou há dois meses. Para alguns, iniciou na última quarta-feira. Para outros ainda, inicia hoje. Mas, de hoje não passa.
Então: Pare com desculpas e comece a correr atrás de oportunidades!
Exercite a sua mente com valores, ideias, conceitos novos e antes não aceitos. Quer algumas idéias? Veja:
* Não julgue o livro pela capa, mas pelo conteúdo.
* Escute seus funcionários.
* Pense em maneiras de economizar dinheiro no processo produtivo interno.
* Aceite que errar faz parte, e busque soluções, não culpados.
* Exerça a paciência.
* Perdoe as pessoas com o coração.
* Ame seus colegas e lhes dê o que você tem de melhor.
* Analise suas rotinas e veja onde estão os conflitos.
* Invista em tecnologia, deixe a tecnologia fazer tudo que for repetitivo e coloque pessoas em pontos estratégicos.
* Separe um tempo para pensar no negócio. Coloque isto na agenda e faça acontecer.
Enfim,
Acabou o carnaval. E agora?
Chega de desculpas! O ano iniciou ou inicia hoje, o que importa é que de hoje em diante tudo vai ser diferente… Permita-se e tudo e, 2012 será melhor que 2011…
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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr
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Atitude é tudo!
Posted by Gustavo Rocha on fev.20, 2012, under Administração Comente
Atitude é tudo!
Dia desses, me peguei revisando a minha caixa de e-mails, relendo tudo o que
um dia foi novidade, e mereceu ser guardado numa pastinha em reservado para
reflexões futuras.
Reler um texto em especial, me fez relembrar os tempos de faculdade de direito,
quando o professor de direito civil I dizia: “não sejamos polianas”, fazendo
referência à personagem principal dos livros de Eleanor H. Porter, Pollyanna, a
menina que jogava o “jogo do contente”, de forma a perceber sempre o lado bom
das coisas.
Sempre procurei um motivo para discordar desse professor, que usava o
termo “não sejamos polianas” com o significado “não sejamos ingênuos”. Mas
primeiro, divido com vocês o texto a que me refiro:
“Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer”.
“Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer”. Se
alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
“Ah… Se melhorar vira festa”!
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de
restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como
ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
“Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso”?
Ele me respondeu: “A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo”:
“Luis, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu
escolho ficar de bom humor”.
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender
alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.
Toda vez que alguém reclamar, eu posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar
o lado positivo da vida. Certo, mas não é fácil – argumentei.
É fácil sim, disse-me Luis. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a
fundo, toda situação sempre oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como
viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma
escolha.
Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de
serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo,
desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital…
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda
com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Luis mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu: “Se melhorar, vira festa”!
Contou-me o que havia acontecido perguntando: “Quer ver minhas cicatrizes”?
Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua
mente na ocasião do assalto. A primeira coisa que pensei foi que deveria ter
trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensanguentado,
lembrei que tinha duas escolhas: “Poderia viver ou morrer”. “Escolhi viver”!
Você não estava com medo? Perguntei.
“Os paramédicos foram ótimos, eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia
ficar bom, mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos
e enfermeiras fiquei apavorado”.
Em seus lábios eu lia: “Esse aí já era”. Decidi então que tinha que fazer algo.
O que fez? Perguntei.
Bem… Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu
era alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: “sim”. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e
gritei; “Sou alérgico a balas”!
Entre risadas lhes disse:
“Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um
morto”.
Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas sua atitude é que os fez
agir dessa maneira.
E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre
a opção de viver plenamente, afinal de contas, “ATITUDE É TUDO””.
O meu “discordar” com o professor vinha do fato de que acredito que temos,
assim como o Luis do texto acima, a oportunidade de escolher como encararemos
a vida, inclusive a vida profissional: temos a oportunidade de nos negarmos a ser “polianas” e enxergar a realidade nua e crua, exatamente como se descortina diante dos nossos olhos, ou vislumbrarmos no “polianismo” uma forma de buscar
uma motivação interior, que como o próprio termo já diz, se trata de descobrir um
motivo interno para se tornar um agente transformador da sua realidade.
Observo que, muitas vezes, temos muita facilidade em falar: ah, estou
desmotivado (a), há muito tempo não ganho um aumento, não me sinto parte da
empresa onde trabalho, meu superior não valoriza o meu trabalho e “blá-blá-blá
whiskas sachê”.
Esse tipo de atitude tem “efeito avalanche”: tu acabas te sentindo mal,
profissionalmente, e acaba contagiando quem está perto de ti, além de gerar nas
pessoas à tua volta uma imagem negativa a teu respeito.
Obviamente nem todos os dias são perfeitos, nem sempre o trabalho é bom, ou o
chefe está com ótimo humor e a empresa, andando a passos largos. Mas perceber
tudo a sua volta com um olhar pessimista também não fará a diferença.
Permita-se viver o “Dia P” (ser “Pollyanna”, a do livro, por um dia), como uma
experiência para sentir o alcance de suas atitudes positivas. Mas não se esforce
muito: alguns “bom dia” aos colegas de trabalho e mais uns “muito obrigada” aos
encarregados da limpeza, office-boys, secretárias, colegas e superiores, seguidos
de um sorriso sincero serão o suficiente para te fazer sentir melhor com relação
ao trabalho e também farão bem aos que te rodeiam. O ambiente de trabalho
será transformado: pronto, você passou de agente passivo (e chato, diga-se de
passagem) para agente transformador do seu meio.
Muitas vezes um bom ambiente de trabalho, provocado por um dos membros
da equipe (nesses, incluo também os gestores), é o suficiente para despertar a
motivação nos colaboradores como um todo.
E se, mesmo assim, isso não for suficiente para te enxergar a tua vida profissional
com outros olhos, busque outro emprego, afinal de contas, todo mundo merece ser
feliz!
Derrubando Golias
Posted by Gustavo Rocha on fev.12, 2012, under Administração Comente
Recentemente terminei de ler o livro “Derrubando Golias” do autor Max Lucado. O autor tem um estilo próprio e muito gostoso de ler, recomendo.
O título e o contexto do livro em si são Bíblicos, conta a história completa de Davi, inclusive a sua vitória sobre Golias, o gigante.
Todos conhecemos esta parte, ele Davi, um raquítico ser humano, desafia Golias, um gigante de 3 metros de altura apenas com uma funda e uma pedra nas mãos, porque Golias estava maldizendo o nome de Deus. Com apenas uma pedrada ele derruba Golias e depois lhe corta a garganta. (Leia mais…)
Mercado de ações judiciais. Marketing jurídico?
Posted by Gustavo Rocha on fev.05, 2012, under Administração (1) Comentário
Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais.
Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor da demanda por somas em dinheiro de maneira imediata ou periodica com vistas a um resultado futuro. Uma espécie de bolsa de ações, haja vista que uma ação judicial, cabeça de juiz e outras coisas ninguém sabe o que vai sair. (Leia mais…)













