Category: Alimentos e Bebidas
A inserção de um produto no mercado tem um preço, você está disposto a pagar?
Posted by Ivan Postigo on jan.07, 2012, under Abrir Uma Empresa, Administração, Alimentos e Bebidas, Arquitetura e Decoração, Beleza, Brasil, Clientes, Comércio Eletrônico, Distribuição, E-commerce, Empreendedorismo Comente
Todos os dias, em algum lugar no mundo, alguém ingressa em um segmento de mercado com seus produtos.
Há ações planejadas, com atenção a um público específico, com nomes cuidadosamente avaliados, logotipos exaustivamente estudados, distribuição pesquisada, mas também não faltam projetos lançados de paraquedas.
Em determinado momento alguém pensa: “Todo mundo, no mundo todo, usa jeans, vou lançar meu produto e minha marca”. (Leia mais…)
A negligência com o planejamento de produção e controle de custos
Posted by Ivan Postigo on ago.01, 2011, under Administração, Agronegócio, Alimentos e Bebidas Comente
Preço quem determina é o mercado? Depende!
O que a sua marca e seu produto representam para consumidor? Se eles fazem parte de um sonho, para consegui-los é que as pessoas trabalham. E chegam a pagar fortunas.
Mas, se você não tem esse privilégio, enfrentará enormes barreiras para conquistar um pequeno espaço em suas mentes e para se posicionar entre os concorrentes. (Leia mais…)
Não cobrar taxa de entrega pode fidelizar clientes
Posted by Ze on fev.03, 2011, under Alimentos e Bebidas, Fidelização, Marketing, Restaurantes, Serviços, Tendências, Vendas Comente
Li um ponto de vista muito interessante escrito por Rafael Farias no blog Papo de Empreendedor. Como grande conhecedor e consumidor de serviços delivery, depois de conversar com alguns consultores, ele defende que não cobrar a taxa de entrega a partir de uma determinada quantia gasta era uma tendência do mercado. E que ao utilizar esta prática, as micro e pequenas empresas do segmento de restaurantes poderiam fidelizar mais seus clientes.
Acompanhe a matéria original completa em: http://www.papodeempreendedor.com.br/servicos/cortar-a-taxa-de-entrega-pode-fidelizar-mais/
Boas ideias de negócios nas áreas de alimentação e bebidas
Posted by Ze on jan.25, 2011, under Abrir Uma Empresa, Alimentos e Bebidas, Idéias, Oportunidades Comente
R$ 50.000
2. PRODUTOS COM FRUTAS AMAZÔNICAS OU DO CERRADO
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 30.000 (3 freezers expositores, geladeira, balcão refrigerado, forno e logística de transporte)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 15.000
FUNCIONÁRIOS: 5 (o dono e 2 empregados por turno)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses
O empresário Jean Haddad trouxe para São Paulo e Rio de Janeiro os sorvetes da Frutos do Cerrado e já abriu sete lojas em apenas dois anos
Mamacadela, umbu, cajá manga, taperebá, gabiroba e mais 50 sabores inusitados enfrentam, há dois verões, a monotonia do cartel morango, limão e chocolate que impera entre os picolés de São Paulo e Rio de Janeiro. Mais comuns nos sorvetes de massa, as frutas exóticas brasileiras, muitas naturais da Amazônia e do cerrado, começam a conquistar consumidores dos grandes centros urbanos também na versão palito. Uma das empresas que estão trazendo ingredientes naturais do Centro-Oeste para as capitais paulista e fluminense é a rede Frutos do Cerrado, criada em Goiânia, em 1996. Representante da marca em São Paulo e Rio de Janeiro, o sul mato-grossense Jean Haddad, 35 anos, abriu a primeira sorveteria da Frutos do Cerrado na Vila Mariana, bairro da zona Sul da capital paulista, ao lado de outro empreendimento seu, o restaurante Sobaria, especializado em pratos típicos de Campo Grande. “Moro em São Paulo há 17 anos e sempre achei que havia espaço na cidade para a culinária regional do cerrado”, afirma.
A novidade conquistou o paladar dos paulistanos. Tanto que Haddad teve o retorno do investimento na primeira loja da marca em seis meses. Passaram-se dois anos e ele já tem sete unidades: três em São Paulo, três no Rio de Janeiro e uma em Santos. Na capital paulista, o faturamento líquido conjunto das três sorveterias está na faixa de R$ 150 mil ao ano.
Os sabores exóticos têm tido aceitação acima da esperada entre paulistanos e cariocas devido principalmente à qualidade do produto, que leva de 70% a 90% de polpa de frutas. Mas Haddad lembra aos interessados em investir no segmento que o negócio sofre os efeitos da sazonalidade. “No melhor momento do verão, chegamos a vender 50 mil picolés em um mês em nossa rede paulistana. O inverno, porém, derruba o movimento”, afirma. Por isso, é importante separar parte da receita da alta temporada para reforçar o capital de giro na baixa.
Haddad orienta o empreendedor iniciante a estudar o modelo de loja que deseja abrir: se quer apenas uma sorveteria ou deseja anexar um café ou área para lanches. A opção mais completa pode multiplicar por quatro a exigência de capital para abrir a unidade — ou seja, o valor chega a R$ 200 mil, devido aos custos com instalações mais amplas, equipamentos de cozinha e funcionários extras. O maior investimento, no entanto, é compensado pelo reforço no faturamento trazido pelas opções gastronômicas, como lanches, cafés, bebidas, sobremesas e pratos rápidos. “Essa receita ajuda a amenizar a queda de movimento nos meses mais frios”, afirma Haddad.
| SABORES EXÓTICOS O Brasil produz 43 milhões de toneladas anuais de frutas, muitas exclusivas de regiões como o cerrado e a Floresta Amazônica. Segundo o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), nos últimos oito anos as exportações cresceram em média 19% ao ano PRODUTOS ORGÂNICOS |
R$ 60.000
3. LOJA DE PRODUTOS ORGÂNICOS
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 40.000 (estoque, prateleiras, aluguel de espaço físico, 2 freezers, caixa com cupom eletrônico, e computador com software de controle de estoque e vendas)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 20.000
FUNCIONÁRIOS: 4 (o dono e 3 atendentes)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
De vinhos a roupas, o consumidor brasileiro já tem à disposição centenas de itens com certificação orgânica — produtos fabricados com matéria-prima sem uso de agrotóxicos, hormônios ou fertilizantes químicos. É um mercado que amadurece na mesma velocidade com a qual aumenta o interesse por alimentos mais saudáveis e produtos sustentáveis. De acordo com dados do Ministério da Agricultura, o número de agricultores que exibe algum selo orgânico dobrou em oito anos: saltou de 7 mil, em 2000, para 15 mil, em 2008.
A Alternativa Casa do Natural, em São Paulo, reúne mais de 5 mil produtos naturais, dos quais 10% exibem certificação. São pratos congelados, bebidas e até roupas feitas com algodão sem uso de aditivos ou defensivos químicos. Com 32 anos de história, a marca se dedica a produtos naturais desde antes da onda dos orgânicos. “Temos fornecedores que hoje são certificados, mas já praticavam a agricultura sustentável muito antes de o mercado se popularizar”, diz Elena Martins, 55 anos, sócia da empresa.
Organizar uma feira orgânica é uma das dicas que Elena passa a quem deseja iniciar um empreendimento na área. O mix de produtos à venda também tem de ser bem estudado, de acordo com o perfil dos clientes. “Investir em itens certificados é sempre uma aposta certa, mas evite elitizar suas prateleiras se estiver em uma região de classe média”, afirma.
R$ 310.000
4. LANCHONETE SAUDÁVEL
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 250.000 (estoque, caixa eletrônico e impressora de cupom fiscal, software de controle de vendas e estoque, cortador de frios e de legumes, esterilizador de louça, micro-ondas, freezer, geladeira e forno)
CAPITAL DE GIRO: R$ 60.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 85.000
FUNCIONÁRIOS: 15 (o dono e 14 empregados para três turnos)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses
Estudo feito pela consultoria Toledo & Associados junto com a Escola de Propaganda e Marketing (ESPM) em 2009 nos principais centros de compras de São Paulo indica que 64% das pessoas com mais de 30 anos buscam uma dieta mais natural, mesmo em fast-food. Por isso, hoje, até mesmo as grandes redes de comida rápida passaram a incluir saladas, grelhados e alimentos pouco calóricos entre suas opções. Surgiram ainda lanchonetes e fast-foods especializados em pratos saudáveis. A Seletti aposta nessa fórmula desde 2007, quando abriu a primeira loja em São Paulo.
De lá para cá, praticamente dobra de tamanho a cada ano. Em 2009, as quatro unidades da marca faturaram R$ 4,5 milhões. Neste ano, a perspectiva é de uma receita bruta de R$ 10 milhões. As lojas apostam em ingredientes de qualidade e baixas calorias. O cardápio tem informações sobre os principais nutrientes de cada prato, mostrados por meio de ícones que indicam quais são as vitaminas e minerais, como cálcio, potássio e ferro.
| FRANQUIAS EM ALTA No primeiro semestre de 2009, as redes de franquias serviram uma média diária de 307 refeições, contra as 297 registradas no mesmo período de 2008, segundo dados da ECD, consultoria especializada em Food Service RESTAURANTES, TAMBÉM |
R$ 1,15 MILHÃO
5. RESTAURANTE E PADARIA 24 HORAS
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 1 milhão (forno, fogão, utensílios de cozinha, câmara fria, refrigeradores, expositores, balança, exaustor, mesas e cadeiras para 30 pessoas, sistema integrado de gestão e impressora fiscal)
CAPITAL DE GIRO: R$ 150.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 150.000
FUNCIONÁRIOS: 24 (o dono, 3 padeiros, 3 confeiteiros, 2 cozinheiros, 10 atendentes, 3 caixas e 2 seguranças)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses
Encontrar mão de obra qualificada, ter pleno controle financeiro e evitar desperdícios. Essas são algumas das dificuldades enfrentadas por quem começa no setor de restaurantes 24 horas, segundo Flávio Del Nero Gomes, 54 anos, sócio da Dona Deôla, rede de quatro padarias-restaurante, de São Paulo.
A rede surgiu como panificadora em 1996 e um ano depois passou a funcionar 24 horas, com café da manhã self-service; mais tarde passou a oferecer também almoço. Em 1998, foi uma das primeiras padarias a contar com bufê no jantar. O negócio tem tíquete médio de R$ 17 e crescimento de 15% ao ano. Em 2009, a Dona Deôla atendeu 8 mil pessoas, 60% das quais em busca dos serviços de food-service.
Para quem deseja iniciar um negócio no setor, Gomes avisa: o trabalho é intenso. “Somos ao mesmo tempo indústria e comércio”, afirma. “O faturamento pode ser alto, mas os custos também são.” Além de uma estrutura afinada para operar três turnos, sem interrupção, é preciso diversificar o cardápio, oferecer promoções que atraiam os diferentes tipos de público, de donas de casa a notívagos, e investir na divulgação, sobretudo na região do empreendimento. “As pessoas buscam comodidade, ninguém sai de longe para ir a uma padaria”, afirma Gomes.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios Online













