Sucesso, poder, fama e glória
Por Ivan Postigo em jan.18, 2012 em Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Gestão, Negociação, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social, Sustentabilidade
Todo tipo de trabalho, dos bens deTodo tipo de trabalho, dos bens de consumo à arte, para continuidade, é necessário que tenha sucesso. Sem sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro, não é possível dar prosseguimento.
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: – É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos.
Uma peça de teatro sem aplausos, não terá vida longa. Sem retorno financeiro, sua existência será breve e os atores terão dificuldades para se manter.
Fazer esse raciocínio com uma empresa fica mais fácil, afinal, quem não viu o fim de uma organização?
Sem sucesso, o empreendimento simplesmente acaba, com ele se vão os empregos e vêm as dificuldades das famílias.
Sucesso, quando significativo, possibilita aos empreendedores expandirem seus negócios, com isso aumentam as possibilidades de ação e a razão para que tomem determinadas medidas. Permite agir de acordo com regras que eles mesmos estabeleceram, e, ainda, alcançam o direito à delegação.
Isto, em resumo, é poder, respeitando-se os limites da lei e da boa convivência.
Sucesso e poder nem sempre atendem as necessidades pessoais, pois muitos precisam de reconhecimento individualizado.
Há uma frase para os trabalhos em grupo, que destaca esse conceito, que diz: “O erro é coletivo, mas o acerto individual. Nós erramos, mas eu acertei”.
Quem não se contenta com sucesso e poder, busca notoriedade. Por suas ações ou por ações coletivas, que toma para si como forma de ter renome ou fama.
Na vida empresarial, esse tipo de comportamento gera dissabores e conflitos, uma vez que estão no palco atitudes, comportamentos e sentimentos de todo o grupo.
“Noventa e nove por cento dos resultados obtidos numa empresa são frutos de progressivos ajustes e colaborações coletivas, seja nas suas criações, nas suas realizações, nos seus aperfeiçoamentos, na sua difusão, assim como na sua aplicação”- diz Domenico de Massi.
Não é difícil para quem teve sucesso, galgou os degraus do poder e obteve fama, acreditar que esse estado seja eterno. Não fosse assim, as pessoas seriam mais parcimoniosas.
Há pouco tempo, lendo sobre a vida das abelhas, vi um texto que dizia: “Uma boa colméia consome dezoito quilos de mel numa temporada, contudo produz quarenta”. Uma boa receita para garantir sobressaltos e temporadas difíceis, não é verdade?
A expectativa do ser humano não se encerra com a fama, há um degrau com brilho, esplendor, que pode ser atingido: “A glória”.
Que tal ter sucesso, poder, fama, e, ainda, ter a glória de ser reconhecido por feitos extraordinários?
Nessa escalada, há um detalhe que, se esquecido, pode colocar tudo a perder: a continuidade do sucesso.
Dizem os artistas da música, com muita propriedade, fazer o primeiro sucesso é difícil, agora, o segundo, aí sim as coisas se complicam!
Para as empresas, a situação não se restringe ao primeiro ou ao segundo, mas a sucesso sempre, ainda que poder, fama e glória não lhes sejam atribuídos.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo
Autor dos trabalhos
Livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Free e-book: Prospecção de clientes e de oportunidades de negócios
Simulador de resultados adotando premissas
Simulador: Cálculo de Prospecção de Clientes para Metas e Cotas de Vendas
consumo à arte, para continuidade, é necessário que tenha sucesso. Sem sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro, não é possível dar prosseguimento.
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: – É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos.
Uma peça de teatro sem aplausos, não terá vida longa. Sem retorno financeiro, sua existência será breve e os atores terão dificuldades para se manter.
Fazer esse raciocínio com uma empresa fica mais fácil, afinal, quem não viu o fim de uma organização?
Sem sucesso, o empreendimento simplesmente acaba, com ele se vão os empregos e vêm as dificuldades das famílias.
Sucesso, quando significativo, possibilita aos empreendedores expandirem seus negócios, com isso aumentam as possibilidades de ação e a razão para que tomem determinadas medidas. Permite agir de acordo com regras que eles mesmos estabeleceram, e, ainda, alcançam o direito à delegação.
Isto, em resumo, é poder, respeitando-se os limites da lei e da boa convivência.
Sucesso e poder nem sempre atendem as necessidades pessoais, pois muitos precisam de reconhecimento individualizado.
Há uma frase para os trabalhos em grupo, que destaca esse conceito, que diz: “O erro é coletivo, mas o acerto individual. Nós erramos, mas eu acertei”.
Quem não se contenta com sucesso e poder, busca notoriedade. Por suas ações ou por ações coletivas, que toma para si como forma de ter renome ou fama.
Na vida empresarial, esse tipo de comportamento gera dissabores e conflitos, uma vez que estão no palco atitudes, comportamentos e sentimentos de todo o grupo.
“Noventa e nove por cento dos resultados obtidos numa empresa são frutos de progressivos ajustes e colaborações coletivas, seja nas suas criações, nas suas realizações, nos seus aperfeiçoamentos, na sua difusão, assim como na sua aplicação”- diz Domenico de Massi.
Não é difícil para quem teve sucesso, galgou os degraus do poder e obteve fama, acreditar que esse estado seja eterno. Não fosse assim, as pessoas seriam mais parcimoniosas.
Há pouco tempo, lendo sobre a vida das abelhas, vi um texto que dizia: “Uma boa colméia consome dezoito quilos de mel numa temporada, contudo produz quarenta”. Uma boa receita para garantir sobressaltos e temporadas difíceis, não é verdade?
A expectativa do ser humano não se encerra com a fama, há um degrau com brilho, esplendor, que pode ser atingido: “A glória”.
Que tal ter sucesso, poder, fama, e, ainda, ter a glória de ser reconhecido por feitos extraordinários?
Nessa escalada, há um detalhe que, se esquecido, pode colocar tudo a perder: a continuidade do sucesso.
Dizem os artistas da música, com muita propriedade, fazer o primeiro sucesso é difícil, agora, o segundo, aí sim as coisas se complicam!
Para as empresas, a situação não se restringe ao primeiro ou ao segundo, mas a sucesso sempre, ainda que poder, fama e glória não lhes sejam atribuídos.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo
Autor dos trabalhos
Livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Free e-book: Prospecção de clientes e de oportunidades de negócios
Simulador de resultados adotando premissas
Simulador: Cálculo de Prospecção de Clientes para Metas e Cotas de Vendas
em sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro, não é possível dar prosseguimento.
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: – É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos.
Uma peça de teatro sem aplausos, não terá vida longa. Sem retorno financeiro, sua existência será breve e os atores terão dificuldades para se manter.
Fazer esse raciocínio com uma empresa fica mais fácil, afinal, quem não viu o fim de uma organização?
Sem sucesso, o empreendimento simplesmente acaba, com ele se vão os empregos e vêm as dificuldades das famílias.
Sucesso, quando significativo, possibilita aos empreendedores expandirem seus negócios, com isso aumentam as possibilidades de ação e a razão para que tomem determinadas medidas. Permite agir de acordo com regras que eles mesmos estabeleceram, e, ainda, alcançam o direito à delegação.
Isto, em resumo, é poder, respeitando-se os limites da lei e da boa convivência.
Sucesso e poder nem sempre atendem as necessidades pessoais, pois muitos precisam de reconhecimento individualizado.
Há uma frase para os trabalhos em grupo, que destaca esse conceito, que diz: “O erro é coletivo, mas o acerto individual. Nós erramos, mas eu acertei”.
Quem não se contenta com sucesso e poder, busca notoriedade. Por suas ações ou por ações coletivas, que toma para si como forma de ter renome ou fama.
Na vida empresarial, esse tipo de comportamento gera dissabores e conflitos, uma vez que estão no palco atitudes, comportamentos e sentimentos de todo o grupo.
“Noventa e nove por cento dos resultados obtidos numa empresa são frutos de progressivos ajustes e colaborações coletivas, seja nas suas criações, nas suas realizações, nos seus aperfeiçoamentos, na sua difusão, assim como na sua aplicação”- diz Domenico de Massi.
Não é difícil para quem teve sucesso, galgou os degraus do poder e obteve fama, acreditar que esse estado seja eterno. Não fosse assim, as pessoas seriam mais parcimoniosas.
Há pouco tempo, lendo sobre a vida das abelhas, vi um texto que dizia: “Uma boa colméia consome dezoito quilos de mel numa temporada, contudo produz quarenta”. Uma boa receita para garantir sobressaltos e temporadas difíceis, não é verdade?
A expectativa do ser humano não se encerra com a fama, há um degrau com brilho, esplendor, que pode ser atingido: “A glória”.
Que tal ter sucesso, poder, fama, e, ainda, ter a glória de ser reconhecido por feitos extraordinários?
Nessa escalada, há um detalhe que, se esquecido, pode colocar tudo a perder: a continuidade do sucesso.
Dizem os artistas da música, com muita propriedade, fazer o primeiro sucesso é difícil, agora, o segundo, aí sim as coisas se complicam!
Para as empresas, a situação não se restringe ao primeiro ou ao segundo, mas a sucesso sempre, ainda que poder, fama e glória não lhes sejam atribuídos.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
www.postigoconsultoria.com.br
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo
Autor dos trabalhos
Livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Free e-book: Prospecção de clientes e de oportunidades de negócios
Simulador de resultados adotando premissas
Simulador: Cálculo de Prospecção de Clientes para Metas e Cotas de Vendas
abalho, dos bens de consumo à arte, para continuidade, é necessário que tenha sucesso. Sem sucesso, sem lucro, sem retorno financeiro, não é possível dar prosseguimento.
Há alguns anos, vi uma matéria sobre uma ordem religiosa católica, onde a irmãs são especialistas em aplicações na bolsa de valores, e obtêm excelentes lucros. Quando questionadas se aquilo era correto, a resposta foi imediata: – É dessa forma que conseguimos manter e dar uma boa educação às nossas crianças.
Trabalhamos e esperamos ter sucesso para melhorar nosso padrão de vida, realizar sonhos materiais e também ter satisfação pessoal. Afinal, a aceitação e os aplausos também fazem parte das expectativas dos seres humanos.
Uma peça de teatro sem aplausos, não terá vida longa. Sem retorno financeiro, sua existência será breve e os atores terão dificuldades para se manter.
Fazer esse raciocínio com uma empresa fica mais fácil, afinal, quem não viu o fim de uma organização?
Sem sucesso, o empreendimento simplesmente acaba, com ele se vão os empregos e vêm as dificuldades das famílias.
Sucesso, quando significativo, possibilita aos empreendedores expandirem seus negócios, com isso aumentam as possibilidades de ação e a razão para que tomem determinadas medidas. Permite agir de acordo com regras que eles mesmos estabeleceram, e, ainda, alcançam o direito à delegação.
Isto, em resumo, é poder, respeitando-se os limites da lei e da boa convivência.
Sucesso e poder nem sempre atendem as necessidades pessoais, pois muitos precisam de reconhecimento individualizado.
Há uma frase para os trabalhos em grupo, que destaca esse conceito, que diz: “O erro é coletivo, mas o acerto individual. Nós erramos, mas eu acertei”.
Quem não se contenta com sucesso e poder, busca notoriedade. Por suas ações ou por ações coletivas, que toma para si como forma de ter renome ou fama.
Na vida empresarial, esse tipo de comportamento gera dissabores e conflitos, uma vez que estão no palco atitudes, comportamentos e sentimentos de todo o grupo.
“Noventa e nove por cento dos resultados obtidos numa empresa são frutos de progressivos ajustes e colaborações coletivas, seja nas suas criações, nas suas realizações, nos seus aperfeiçoamentos, na sua difusão, assim como na sua aplicação”- diz Domenico de Massi.
Não é difícil para quem teve sucesso, galgou os degraus do poder e obteve fama, acreditar que esse estado seja eterno. Não fosse assim, as pessoas seriam mais parcimoniosas.
Há pouco tempo, lendo sobre a vida das abelhas, vi um texto que dizia: “Uma boa colméia consome dezoito quilos de mel numa temporada, contudo produz quarenta”. Uma boa receita para garantir sobressaltos e temporadas difíceis, não é verdade?
A expectativa do ser humano não se encerra com a fama, há um degrau com brilho, esplendor, que pode ser atingido: “A glória”.
Que tal ter sucesso, poder, fama, e, ainda, ter a glória de ser reconhecido por feitos extraordinários?
Nessa escalada, há um detalhe que, se esquecido, pode colocar tudo a perder: a continuidade do sucesso.
Dizem os artistas da música, com muita propriedade, fazer o primeiro sucesso é difícil, agora, o segundo, aí sim as coisas se complicam!
Para as empresas, a situação não se restringe ao primeiro ou ao segundo, mas a sucesso sempre, ainda que poder, fama e glória não lhes sejam atribuídos.
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
Twitter: @ivanpostigo
Skype: ivan.postigo
Autor dos trabalhos
Livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Free e-book: Prospecção de clientes e de oportunidades de negócios
Simulador de resultados adotando premissas
Simulador: Cálculo de Prospecção de Clientes para Metas e Cotas de Vendas
