Category: Administração
Solução única para problemas diferentes
Posted by Ivan Postigo on fev.22, 2012, under Administração, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Marketing, Micro e Pequenas Empresas, Oportunidades, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social, Vendas Comente
Conversava com alguns amigos, entre eles o proprietário de uma bela academia de ginástica que nos dizia estar tomando providências para melhorar os resultados.
Ops, melhoria de resultados, então a todos interessa. Afinal, quem não tem sob sua responsabilidade atividades que necessitam de lucro?
Ouvidos atentos! Mas, o plano não tinha nada que já não tivéssemos observado em outros locais. Mudança de layout, mais supervisão na limpeza e corte de duas funcionárias. Quando perguntado com quanto isso contribuiria, a resposta entusiasmada foi mil reais por mês.
Hum, não é de se jogar fora, mas ao preço de cem reais por mês, doze alunos a mais não cobririam esse valor, pagando inclusive os impostos? Foi o próximo questionamento.
Sim, mas como conseguir os alunos? Contestação feita.
Nosso amigo, proprietário da academia, nos interrompe e diz que conseguir alunos não é o problema, retê-los sim.
Ok, então a questão deve ser focada nas razões pelas quais os alunos não permanecem na academia!
Podemos colocar na lista a falta de motivação, dificuldade em fazer parte da turma, compromissos e inabilidade para adequar o horário, falta de sintonia com os professores orientadores, principais motivadores, e muitas outras razões. Entre elas, uma que me têm chamado a atenção, as pequenas lesões.
Isso tudo afasta os alunos, mas como a questão é tratada?
O aluno deixa a academia e tem um prejuízo, que é o descuido com a saúde. Para o proprietário, é perda de receita.
Ambos perdem, contudo como gestor de um negócio é importante tomar medida para equacionamento das receitas e despesas. Normalmente reduz-se o quadro funcional como forma de cortar custos, ainda que em muitos casos as horas extras aumentem!
Não seria mais lógico agir no sentido de criar um programa de incentivo, de identificação com a academia, com vídeos de cuidados com a saúde, alimentação, benefícios do treinamento, para motivar e reter os alunos?
Sem dúvidas, mas aprendemos que cortar custos é fundamental, desde que iniciamos nossa carreira como administradores, e fazemos disto a Panacéia.
O termo Panacéia é muito utilizado com o significado de “Remédio para todos os males”. Redução do quadro funcional, com alto índice de contratação e dispensa como também é conhecido, acaba sendo a Panacéia.
Imagine que a única espécie de árvore que conhecemos é o ipê amarelo. Entramos numa floresta e nos deparamos com um deles. Florido, rapidamente o identificamos.
Para ter uma melhor visão da floresta no afastamos, de longe a contemplamos. O que vamos identificar? Vários ipês amarelos!
Quando alguém nos perguntar que tipo de árvore tem naquela floresta, diremos: Ipês amarelos! Afinal, é a única que sabemos identificar.
Assim também nos têm sido largamente ensinado. Para melhorar os resultados corte custos, reduza o quadro de pessoal.
Isso corrobora uma antiga afirmação de que quem apenas aprendeu a usar o martelo, acha que tudo é prego.
A empresa é um sistema dinâmico, a queda nas vendas, nas receitas, não reduz o trabalho em algumas áreas, portanto a redução de pessoal pode trazer conseqüências mais sérias.
Programas de redução de pessoal têm que ser bem estudados, pois a maioria que vi não se mostrou eficaz. As necessidades foram cobertas com horas extras, muito mais caras e com resultados ruins, sem que outras ações tenham sido implementadas. Pouco tempo depois a recomposição do quadro mostrou necessária, com custos maiores.
Quanto maior for a sua empresa, maiores serão a exigências quanto ao entendimento da dinâmica sistêmica, de forma que soluções mais criativas serão necessárias.
Conversava há algumas semanas com um empresário, que em um segmento de seus negócios tem apenas um cliente que compra mensalmente cerca de 25.000 peças do produto. Os pedidos dificilmente são atendidos integralmente. Com frequência, parte deste é cancelado por problemas na produção, mas o cliente apesar do desconforto continua comprando.
Esse empresário sabe que ter apenas um cliente nesse segmento é muito arriscado, precisa de pelo menos mais um. Mas, da forma como o processo se encontra, não poderá supri-lo.
Como os pedidos não têm sido atendidos, trocam-se funcionários e supervisão. E, de acordo com a oscilação da carteira, cortam-se custos, com a redução do quadro funcional.
Nada é investimento, tudo significa custo. E, assim, prego que aparece merece martelada.
Uma pequena terceirização de alguns trabalhos, no último mês, já permitiu à empresa melhorar o desempenho e o atendimento dos pedidos programados, além de evitar cancelamentos.
Usando solução única para problemas diversos, muitas empresas não decolam. Continuam patinando por falta de entendimento sistêmico e identificação de alternativas.
Ivan Postigo
Economista, Bacharel em contabilidade, pós-graduado em controladoria pela USP
Autor do livro: Por que não? Técnicas para estruturação de carreira na área de vendas
Postigo Consultoria de Gestão Empresarial
Fones (11) 4526 1197 / (11) 9645 4652
Atitude é tudo!
Posted by Gustavo Rocha on fev.20, 2012, under Administração Comente
Atitude é tudo!
Dia desses, me peguei revisando a minha caixa de e-mails, relendo tudo o que
um dia foi novidade, e mereceu ser guardado numa pastinha em reservado para
reflexões futuras.
Reler um texto em especial, me fez relembrar os tempos de faculdade de direito,
quando o professor de direito civil I dizia: “não sejamos polianas”, fazendo
referência à personagem principal dos livros de Eleanor H. Porter, Pollyanna, a
menina que jogava o “jogo do contente”, de forma a perceber sempre o lado bom
das coisas.
Sempre procurei um motivo para discordar desse professor, que usava o
termo “não sejamos polianas” com o significado “não sejamos ingênuos”. Mas
primeiro, divido com vocês o texto a que me refiro:
“Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer”.
“Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer”. Se
alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
“Ah… Se melhorar vira festa”!
Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de
restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo como
ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
“Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como faz isso”?
Ele me respondeu: “A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo”:
“Luis, você tem duas escolhas hoje: Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu
escolho ficar de bom humor”.
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender
alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.
Toda vez que alguém reclamar, eu posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar
o lado positivo da vida. Certo, mas não é fácil – argumentei.
É fácil sim, disse-me Luis. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a
fundo, toda situação sempre oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como
viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava dele quando fazia uma
escolha.
Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro, deixando a porta de
serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo,
desfez a combinação do segredo.
Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital…
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda
com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Luis mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu: “Se melhorar, vira festa”!
Contou-me o que havia acontecido perguntando: “Quer ver minhas cicatrizes”?
Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua
mente na ocasião do assalto. A primeira coisa que pensei foi que deveria ter
trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensanguentado,
lembrei que tinha duas escolhas: “Poderia viver ou morrer”. “Escolhi viver”!
Você não estava com medo? Perguntei.
“Os paramédicos foram ótimos, eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia
ficar bom, mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos
e enfermeiras fiquei apavorado”.
Em seus lábios eu lia: “Esse aí já era”. Decidi então que tinha que fazer algo.
O que fez? Perguntei.
Bem… Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu
era alérgico a alguma coisa.
Eu respondi: “sim”. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e
gritei; “Sou alérgico a balas”!
Entre risadas lhes disse:
“Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um
morto”.
Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas sua atitude é que os fez
agir dessa maneira.
E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre
a opção de viver plenamente, afinal de contas, “ATITUDE É TUDO””.
O meu “discordar” com o professor vinha do fato de que acredito que temos,
assim como o Luis do texto acima, a oportunidade de escolher como encararemos
a vida, inclusive a vida profissional: temos a oportunidade de nos negarmos a ser “polianas” e enxergar a realidade nua e crua, exatamente como se descortina diante dos nossos olhos, ou vislumbrarmos no “polianismo” uma forma de buscar
uma motivação interior, que como o próprio termo já diz, se trata de descobrir um
motivo interno para se tornar um agente transformador da sua realidade.
Observo que, muitas vezes, temos muita facilidade em falar: ah, estou
desmotivado (a), há muito tempo não ganho um aumento, não me sinto parte da
empresa onde trabalho, meu superior não valoriza o meu trabalho e “blá-blá-blá
whiskas sachê”.
Esse tipo de atitude tem “efeito avalanche”: tu acabas te sentindo mal,
profissionalmente, e acaba contagiando quem está perto de ti, além de gerar nas
pessoas à tua volta uma imagem negativa a teu respeito.
Obviamente nem todos os dias são perfeitos, nem sempre o trabalho é bom, ou o
chefe está com ótimo humor e a empresa, andando a passos largos. Mas perceber
tudo a sua volta com um olhar pessimista também não fará a diferença.
Permita-se viver o “Dia P” (ser “Pollyanna”, a do livro, por um dia), como uma
experiência para sentir o alcance de suas atitudes positivas. Mas não se esforce
muito: alguns “bom dia” aos colegas de trabalho e mais uns “muito obrigada” aos
encarregados da limpeza, office-boys, secretárias, colegas e superiores, seguidos
de um sorriso sincero serão o suficiente para te fazer sentir melhor com relação
ao trabalho e também farão bem aos que te rodeiam. O ambiente de trabalho
será transformado: pronto, você passou de agente passivo (e chato, diga-se de
passagem) para agente transformador do seu meio.
Muitas vezes um bom ambiente de trabalho, provocado por um dos membros
da equipe (nesses, incluo também os gestores), é o suficiente para despertar a
motivação nos colaboradores como um todo.
E se, mesmo assim, isso não for suficiente para te enxergar a tua vida profissional
com outros olhos, busque outro emprego, afinal de contas, todo mundo merece ser
feliz!
Uma lição de Spartacus para a organização moderna: A visão compartilhada
Posted by Ivan Postigo on fev.17, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Micro e Pequenas Empresas, Negociação, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Tecnologia Comente
Grandes histórias apresentam momentos únicos, situações adversas, personagens inesquecíveis. Essa é a razão porque são contadas e recontadas. Muitas deixam o plano da realidade para se tornarem ficção.
Reais ou irreais deixam lições, levam à reflexão, servem de exemplo.
História não é só o registro do passado, mas uma indicação para o futuro.
Vamos ao resgate de uma das mais conhecidas, com tocante lição. (Leia mais…)
Se a canoa não virar eu chego lá
Posted by Pedro Paulo Morales on fev.16, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Gestão Comente
Como é carnaval nada mais oportuno que relembrar uma marchinha de carnaval que é um eterno sucesso nos salões e carnavais de todas as cidades.
Leitores. Como é carnaval nada mais oportuno que relembrar uma marchinha de carnaval que é um eterno sucesso nos salões e carnavais de todas as cidades, cantada na primeira versão por Emilinha Borba foi um sucesso, lançada em 1964 tendo com autores Antônio Almeida e Oldemar Magalhães, reproduzo aqui sua letra. Se a canoa não virar, Olê olê olê ola .Eu chego lá Rema, rema, rema, remador. Quero ver depressa o meu amor. Se eu chegar depois do sol raiar. Ela bota outro em meu lugar. (Leia mais…)
Muito carnaval, pouca serpentina
Posted by Ivan Postigo on fev.16, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Micro e Pequenas Empresas, Recursos Humanos, Redes Sociais, Responsabilidade Social Comente
É estranho o fato de que o homem, um ser racional, tenha dificuldades para tratar da divisão do trabalho, ainda que defenda essa tese.
O aproveitamento, adequação e uso dos melhores talentos e vocações têm suas raízes na divisão das tarefas.
A velocidade do mundo moderno é um dos argumentos para que negligenciemos o fato, quando na realidade a imperfeição da execução leva à repetição, ao desperdício e à perda de tempo.
Animais e insetos obedecem essa simples regra, mas nós, orgulhosos de nossa independência e soberania, quantas vezes não a negligenciamos? (Leia mais…)
A força interior
Posted by Ivan Postigo on fev.15, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Negociação, Recursos Humanos, Sustentabilidade, Tecnologia Comente
Você, enquanto pequeno, é corajoso, destemido, acredita que tudo pode e muitas vezes está certo.
Cresce conquistando seu espaço e criando o seu futuro.
Poucas vezes se rende a argumentos com os quais não concorda e a palavra “não” aparentemente é desconhecida para você. Sua capacidade de aprendizado e realização é infinita.
Você não espera que lhe digam o que fazer, toma iniciativa e vai em frente. Se não der certo fará de novo, tentará até conseguir. (Leia mais…)
Qual é a sua visão e a missão da sua empresa?
Posted by Ivan Postigo on fev.14, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Micro e Pequenas Empresas, Recursos Humanos, Responsabilidade Social Comente
É comum encontrarmos artigos e livros tratando do assunto missão das empresas. Muitas consultorias também se dedicam a ajudar os empreendedores nessa tarefa.
Ao analisarmos a forma como essa questão é tratada, vamos encontrar missão e visão, muitas vezes, consideradas como sinônimos, embora usualmente nas empresas a palavra missão seja a expressão comum.
A visão antecede a missão. Alguém idealiza algo e se envolve no processo de torná-la realidade.
Não é difícil entender esse conceito, basta analisarmos as definições das duas palavras: (Leia mais…)
Estabilidade ou vitalidade financeira
Posted by Ivan Postigo on fev.13, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Marketing, Micro e Pequenas Empresas, Negociação, Vendas Comente
O sonho de muitos empreendedores tem sido a estabilidade financeira de suas empresas. Olhar para seu fluxo de caixa e vê-lo sempre positivo, com superávits substanciais, não é verdade?
A questão é observar que este é momentâneo e verificar se esse conforto financeiro permite repor os equipamentos que estão se tornando obsoletos, investir no crescimento da organização, lançamentos de novos produtos, desenvolver trabalho de valorização da marca, entre muitos outros.
Valorização da marca? Sim, valorização da marca! A referência fundamental, para que o mercado não o considere apenas mais um. (Leia mais…)
Derrubando Golias
Posted by Gustavo Rocha on fev.12, 2012, under Administração Comente
Recentemente terminei de ler o livro “Derrubando Golias” do autor Max Lucado. O autor tem um estilo próprio e muito gostoso de ler, recomendo.
O título e o contexto do livro em si são Bíblicos, conta a história completa de Davi, inclusive a sua vitória sobre Golias, o gigante.
Todos conhecemos esta parte, ele Davi, um raquítico ser humano, desafia Golias, um gigante de 3 metros de altura apenas com uma funda e uma pedra nas mãos, porque Golias estava maldizendo o nome de Deus. Com apenas uma pedrada ele derruba Golias e depois lhe corta a garganta. (Leia mais…)
A mágica do estabelecimento dos preços de venda
Posted by Ivan Postigo on fev.12, 2012, under Administração, contabilidade, Desenvolvimento Pessoal, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Oportunidades, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Sustentabilidade Comente
Esse assunto, formação do preço de venda, dependendo da forma como for tratado, como se diz popularmente, vai longe!
Grosso modo, somaríamos todos os gastos para obter um produto e deixá-lo em condições de venda, agregaríamos os impostos, o lucro desejado e os custos do frete para entregá-lo, se fosse o caso. Pronto ai está o valor, como num passe de mágica!
Uma operação aritmética que pode ser feita num simples papel de rascunho com o lápis retirado detrás da orelha? (Leia mais…)
Não sei se rio ou choro: Sou patrão
Posted by Ivan Postigo on fev.09, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Mercado, Micro e Pequenas Empresas Comente
Num país com um mercado tão complexo como o nosso e um sistema tributário tão perverso, porque alguém se torna empresário?
Diria, pelas mesmas razões que em qualquer lugar do mundo: por poder, dinheiro, liberdade e criação.
Vou descartar a comparação que me enviaram há algum tempo, retirada de um romance, em que a garota dizia: “Sonho em crescer e ser professora para poder atormentar a molecada”.
Não acredito que nenhum patrão, em função de sua posição, tenha esse prazer! (Leia mais…)
Fidelidade com prazo determinado
Posted by Ivan Postigo on fev.08, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Negociação, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Sustentabilidade Comente
Encontro um amigo e a primeira coisa que ele faz é sapecar a seguinte pergunta: – Fidelidade tem prazo de validade?
Fosse eu um personagem de histórias em quadrinhos, daria para imaginar quantas interrogações sairiam de minha cabeça?
Ele deve ter visto as interrogações, pois logo em seguida me disse: – Você gosta de histórias, vou lhe contar uma: (Leia mais…)
As asas de Ícaro de empresas de sucesso
Posted by Ivan Postigo on fev.07, 2012, under Administração, Desenvolvimento Pessoal, Educação, Empreendedorismo, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Marketing, Oportunidades, Recursos Humanos, Responsabilidade Social, Sustentabilidade, Varejo Comente
A natureza nos mostra sempre que organização é fundamental para obtenção de resultados. Organização, mantendo a sintonia e equilíbrio entre as partes.
Boas sementes, solo apropriado, sol e água, nas medidas certas, produzem boas colheitas.
Quando esses fatores não são observados ou há desequilíbrio, os resultados não são favoráveis.
Uma lição simples, tratando do óbvio, mas os homens a esquecem em momentos de grande prosperidade.
A incapacidade de manter a ordem estabelecida levou civilizações avançadas e prósperas à ruína. (Leia mais…)
Lo e Lg conceitos fundamentais para o sucesso empresarial
Posted by Ivan Postigo on fev.06, 2012, under Administração, Economia, Empreendedorismo, Empresa Familiar, Gerenciamento de Projetos, Gestão, Micro e Pequenas Empresas, Recursos Humanos, Responsabilidade Social Comente
Você já deve ter percebido que quando o mês se encerra todas as pessoas nas empresas ficam ansiosas esperando os relatórios da contabilidade para ver o lucro obtido, não?
Não deve lhe causar espanto o fato que com certa freqüência, após a divulgação números, frases como “só isso” sejam pronunciadas! Soa estranho, principalmente, quando as vendas são as mesmas meses seguidos e há a expectativa de resultados melhores.
Um amigo, passando por um momento delicado de prestação de contas, uma vez me perguntou: “Você que gosta de matemática, estatística e de trabalhar com índices, não conhece uma fórmula para melhorar os cálculos dos lucros?”. (Leia mais…)
Mercado de ações judiciais. Marketing jurídico?
Posted by Gustavo Rocha on fev.05, 2012, under Administração (1) Comentário
Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais.
Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor da demanda por somas em dinheiro de maneira imediata ou periodica com vistas a um resultado futuro. Uma espécie de bolsa de ações, haja vista que uma ação judicial, cabeça de juiz e outras coisas ninguém sabe o que vai sair. (Leia mais…)












